Chamado aberto para a mostra “Aproximadamente 800 cm3 de PLA”

APROXIMADAMENTE 800 cm3 DE PLA é uma exposição que busca mostrar o rico estado da arte digital em 3D, materializando-o em um espaço físico. Modelos virtuais são impressos em plástico e apresentados em um gabinete de curiosidades feitas por computador. Em abril, o projeto chega à Galeria Transitória do Red Bull Station.

A participação é aberta a qualquer pessoa interessada em contribuir. Vale qualquer tipo de modelo: esculturas generativas, personagens animados, props para filme e/ou videogame, projetos de engenharia, maquetes virtuais, tomografias computadorizadas.

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Para ter a sua obra incluída na mostra, basta enviar o modelo 3D até 31 de março, em formato OBJ ou STL, para o e-mail 800cm3@redbull.com.br.

Os modelos recebidos serão impressos em 3D e colocados à mostra na Galeria Transitória de 1 de abril a 13 de maio. As condições completas de participação podem ser lidas abaixo.

De onde vem esse nome?
APROXIMADAMENTE 800 cm3 DE PLA é o volume total de plástico contido num carretel para impressão 3D. O projeto foi iniciado em 2015 durante a bienal de artes digitais “The Wrong”. Na primeira edição foram fabricados 71 modelos variados, criados por participantes de todo o mundo. Essa coleção encontra-se preservada no acervo da Galeria de Arte da UFES e pode ser vista em 800cm3.tumblr.com. O projeto é coordenado por Gabriel Menotti.

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No Red Bull Station, a mostra fabricará os modelos recebidos por e-mail até a matéria-prima acabar. Para que seu projeto seja fabricado e apresentado na exposição, basta observar essas oito regras simples:

1. Qualquer um pode enviar qualquer tipo de modelo 3D virtual para ser impresso e mostrado em APROXIMADAMENTE 800cm3 DE PLA;

2. De modo a estimular diversidade, as propostas estão limitadas a um modelo por pessoa;

3. O modelo deve ser enviado por e-mail, em formato STL ou OBJ, para 800cm3@redbull.com.br. No corpo da mensagem, indique o nome do autor e seu site(s) pessoal(is). Vale perfil em rede social também;

4. Todos os modelos serão produzidos usando os mesmos parâmetros de impressão e uma mesma quantidade de plástico PLA vermelho. Mas não se preocupe com isso: nós cuidaremos de formatar os modelos apropriadamente;

5. Depois de impressos, os modelos serão expostos na Galeria Transitória do Red Bull Station. A documentação das peças pode ser publicada nas redes sociais;

6. Planejamos imprimir a maior quantidade de objetos possível dentro das nossas restrições materiais. No caso de ser preciso fazer alguma triagem, nos basearemos em critérios bastante subjetivos de originalidade e diversidade;

7. Ao fim do processo, os modelos produzidos serão doados e uma coleção com os arquivos originais será publicada on-line. Caso você não queira que seu arquivo seja publicado, nos informe no email de submissão;

8. Ao submeter um modelo 3D para o projeto APROXIMADAMENTE 800cm³ DE PLA, você assume total responsabilidade sobre os direitos autorais da peça, e autoriza o seu uso e reprodução na exposição de acordo com as regras aqui delineadas.

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ENGLISH VERSION

APPROXIMATELY 800cm³ OF PLA is an exhibition of the rich state of 3D digital art in a physical space. It constitutes a cabinet of computerized curiosities made with 3D printing. In April, the project arrives at Red Bull Station’s Transitory Gallery.

Participation is open to anyone interested in showing their work. You can submit any kind of model: algorithmic sculptures, cartoonish characters, movie or videograme props, engineering projects, virtual maquettes, computerized 3D scans and more!

In order to have your work shown in the exhibition, submit a 3D model by March 31st, in OBJ or STL format, to the email address 800cm3@redbull.com.br. The models will be printed in plastic and put on display at the Transitory Gallery until May 13th. Full conditions of participation can be read below.

Where this name comes from?

APPROXIMATELY 800cm³ OF PLA is the total volume of plastic contained in a spool for 3D printing. The project began in 2015 during The Wrong digital arts biennale. In the first edition, 71 models from participants from all over the world were produced. These objects are currently preserved in the collection of UFES art gallery, and can be seen at 800cm3.tumblr.com. The project is coordinated by Gabriel Menotti.

Conditions of participation

We have a spool of red PLA plastic and we are going fabricate 3D models received by e-mail until this material runs out. For your model to be printed and presented in the exhibition, please observe these eight simple rules:

1. Anyone can submit any kind of virtual 3D model to be printed and displayed on the show;

2. In order to foster participation, submissions are limited to one model per person;

3. The models must be send by e-mail, in OBJ or STL format, to 800cm3@redbull.com.br. In the message body, please indicate the name of the author and his/her personal website or social network profile;

4. All models will be made using the same printer settings and a standard amount of red PLA plastic. But don’t worry about any of this; we will be taking care of formatting them accordingly;

5. Once printed, the object will be put on display at the Transitory Gallery. The documentation of this process can be published on social networks.

6. We plan to print as many objects as possible, within the limits of the available material (one spool of PLA). In case selections must be made, they will be based on the very subjective criteria of originality and diversity.

7. At the end of the process, the models will be donated and a collection with the original files will be published on-line. In case you don’t want your file to be made published, please inform in the submission e-mail;

8. By submitting an object to APPROXIMATELY 800cm³ of PLA, you take full responsibility over the copyright of the piece, and authorize its use and reproduction in the show according to the rules above.

Veja como foi a abertura de “Construção de Valores” e “Aceita?”

Inaugurando nossa programação de 2017, no último sábado (4) ocorreu a abertura das exposições “Construção de Valores”, de André Komatsu, e “Aceita?”, de Moisés Patrício, com apresentação do bloco afro feminino Ilú Obá de Min.

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A instalação de Komatsu ocupa a Galeria Principal do prédio. Nela, o artista apresenta um conjunto de mais de 700 mil cópias, entre imagens e verbetes de dicionário, empilhadas em 62 torres rigorosamente organizadas no espaço. As imagens foram extraídas de meios de comunicação, e dentre os verbetes se encontram palavras como ordem, poder, estrutura, sistema, território e estado. Ventiladores ligados no entorno dessas “edificações” desestabilizam as pilhas, rearticulando imagens e verbetes em novos conjuntos, nos convocando a refletir sobre as estruturas que moldam a sociedade. Leia aqui entrevista com o artista.

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“Aceita?” fica na Galeria Transitória e é uma série que Moisés Patrício vem desenvolvendo desde 2013 para as redes sociais. Artista negro, morador da periferia de São Paulo e praticante do candomblé, Patrício produz religiosamente uma imagem por dia como forma de documentar o seu cotidiano e refletir sobre a sua condição na cidade. As imagens são meticulosamente projetadas e têm a mão aberta do artista como oferenda principal, sempre relacionada a frases que escuta ou a objetos que Patrício encontra em seu trajeto pela cidade. No vídeo abaixo, o artista fala sobre o trabalho.

Veja na galeria a seguir fotos da abertura, que encerrou com uma apresentação do Ilú Obá de Min. As mostras ficam até 4 de março em cartaz por aqui e, assim como toda a programação do espaço, têm entrada gratuita.

Fotos: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool

André Komatsu fala sobre a instalação “Construção de Valores”

Com abertura neste sábado (4/fev), a instalação “Construção de Valores”, do artista paulistano André Komatsu, ocupa a Galeria Principal do Red Bull Station até março. O trabalho, que já foi exibido na Ucrânia, em Veneza (em uma colateral da Bienal), Portugal e na Eslovênia (30ª Bienal de Artes Gráficas da Ljubljana), será apresentado pela primeira vez no Brasil.

“Quando fui convidado para esse projeto, eu fiquei pensando muito nesse trabalho. Primeiro porque eu nunca tinha apresentado ele aqui no Brasil. E, segundo, porque fui pensando em toda a confusão política que a gente anda vivendo e achei que seria um trabalho bem pertinente para essa situação”, diz o artista.

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“Construção de Valores” apresenta um conjunto de mais de 700 mil cópias, entre imagens e verbetes de dicionário, empilhadas em 62 torres rigorosamente organizadas no espaço. As imagens foram extraídas de meios de comunicação, e dentre os verbetes se encontram palavras como ordem, poder, estrutura, sistema, território e estado. Na instalação, ventiladores industriais posicionados em volta dessas torres as desestabilizam, rearticulando imagens e verbetes em novos conjuntos, nos convocando a refletir sobre as estruturas que moldam a sociedade e a intensidade das dinâmicas que operam no intervalo entre projeto e realidade.

André conta que passou dois anos coletando na internet as imagens — fotos “de distúrbios, desordens políticias, econômicas, naturais e sociais”, explica. “A princípio eu não sabia o que fazer com elas, aí veio essa oportunidade de fazer [a instalação] na Ucrânia a primeira vez. Essas imagens estão relacionadas com outras palavras que coletei no dicionário, palavras-conceito, vários tópicos que podem definir a ideia de um sistema de uma maneira geral”.

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“A partir disso, eu formulei o trabalho configurando-o em uma espécie de edificação para cada bloco de informação, tanto imagem quanto palavras, e essas informações são colocadas de maneira hierárquica, vertical, sendo que cada pilha tem uma altura diferente, e elas ficam concentradas em um centro, configurando quase uma cidadela. Daí o trabalho meio que se enuncia e se auto-sabota quando são posicionados ventiladores no entorno, criando uma desordem natural, silenciosa, desconstruindo um pouco essa hierarquia, bagunçando esses papéis. Criando dentro de uma sala completamente dura, verticalizada, um segundo momento que é essa horizontalização da informação e dos dados”, explica ele.

“É um trabalho que, na verdade, não tenta colocar nada de novo, não tenta fechar muito também, porque eu acredito que a gente viva numa sociedade que acaba ditando muito as certezas, esse tempo contemporâneo da certeza do mundo, da verdade. E o trabalho tenta mais criar uma dúvida, ou uma outra possibilidade, e entender o sistema que a gente vive”.

A instalação tem abertura neste sábado, das 11h às 19h, junto a exposição “Aceita?”, de Moisés Patrício. O evento contará ainda com apresentação do bloco afro Ilú Obá de Min às 17h30 no local. Os trabalhos podem ser visitados até 4 de março.

(Por Adriana Terra)

Em “Diário do Busão”, artista traz à tona discursos de alunos em visitas culturais

Exposição "Diários do Busão", de Diogo de Moraes | Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool
Exposição “Diário do Busão”, de Diogo de Moraes | Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool

“Ao entrar no ambiente expositivo, a professora ordena ao grupo: ‘Mãos para trás!’”.

“A garota pergunta: ‘Por que tudo é branco?’”.

“Professora: ‘Lá no Instituto Tomie Ohtake não vai poder tocar em nada’. Aluna: ‘Nem no chão? E como é que a gente vai andar por lá?’”.

Essas são algumas das situações que o artista Diogo de Moraes apresenta na exposição “Diário do Busão: Visitas Escolares a Instituições Culturais”, série de registros e transcrições que busca amplificar “outros discursos” no universo da arte e da educação. A mostra fica de 11 a 25 de junho em cartaz na Galeria Transitória do Red Bull Station.

Em um projeto que é parte de seu mestrado, o artista vem acompanhando visitas de estudantes da rede pública a museus e instituições culturais. A mostra traz um recorte desse processo, com desenhos e escritos baseados em imersões feitas há cerca de um ano.

Exposição "Diários do Busão", de Diogo de Moraes | Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool
Exposição “Diário do Busão”, de Diogo de Moraes | Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool

Apresentando reações de estudantes diante das falas de professores, dos códigos sociais das instituições e das próprias obras, Diogo coloca em questão a forma como se dá a política de acesso cultural.

“A ideia do projeto é criar uma certa fricção entre a perspectiva da democratização calcada na difusão — pensando num lema, a ‘distribuição para muitos do que é produzido por poucos’ — e a da democracia cultural, que aí daria para pensar nesse lema de uma forma modulada, a ‘distribuição para muitos do que é produzido por muitos’. E então entram esses códigos, essas linguagens menos veiculadas pelas instituições de arte”, diz.

O projeto tem base na própria experiência do artista, que já trabalhou com mediação e hoje lida com pesquisa e programação cultural.

Detalhe de um dos registros da mostra | Foto: Felipe Gabriel
Detalhe de um dos registros da mostra | Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool

“É notável ao acompanhar esses grupos de estudantes como isso acaba emergindo no momento de encontro entre essa produção tida como legítima e aquilo que esses adolescentes manifestam que faz parte do seu referencial. Minha intenção ao fazer esse trabalho, em hipótese alguma, é reorientar essas formas de comportamento pra que elas sejam enquadradas no que as instituições têm a oferecer, como se precisassem ser redirecionadas. Meu lance no trabalho é me abster disso, justamente tentar dar vazão e conferir alguma linguagem pro que aparece de menos encontrado com a expectativa institucional”, explica.

Na mostra, os locais visitados são listados, mas as escolas de origem dos alunos aparecem com nomes fictícios, a fim de não expor os professores. Os desenhos são feitos com base em fotografias aleatórias encontradas em pesquisas na Internet usando termos anotados durante as visitas. Diogo leva apenas um caderninho e vai escrevendo o que lhe chama a atenção.

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“‘Diário do Busão’ tem a pretensão de funcionar menos como uma obra e mais como um agenciamento. Tem um músico que admiro, Lívio Tragtenberg, que diz que os sambistas fazem um tráfico cultural. O trabalho pega um pouco carona nessa concepção, tenta produzir essas aberturas em que outros discursos podem aparecer. Nesse caso o dos escolares, público que — tendo em vista a forma de financiamento e de justificar socialmente a importância dos projetos — muitas vezes assume um papel chave, mesmo não estando a par disso”, coloca.

“Embora os departamentos educativos levantem a bandeira do diálogo, em que medida esses diálogos, que de fato acontecem, voltam pra instituição? Ao identificar essa lacuna, esse descuido ou esse desinteresse pelos discursos dos públicos que tento fazer essa provocação”, resume o artista.

Detalhe de um dos registros da mostra | Foto: Felipe Gabriel
Detalhe de um dos registros da mostra | Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool

Veja o serviço completo da exposição e, aqui, conheça mais sobre o trabalho de Diogo.

(Por Adriana Terra)

Exposição da 9ª Turma de Residência Artística

Amanda Mei, André Feliciano, Arthur Arnold, Daniel Lie, Gustavo Torres e Ricardo Reis inauguraram sábado (15/nov/2014) exposição final do programa de Residência Artística do Red Bull Station, que chega ao fim de sua nona edição.

Ao longo de 12 semanas os seis artistas desenvolveram trabalhos sob curadoria de Paula Borghi. Encontros com curadores, palestras, workshops e studio visits também fizeram parte da formação destes residentes para construção da mostra, que se estende até 17 de janeiro de 2015, com visitação gratuita.

“Uma exposição que celebra aquilo que fora cultivado ao logo desta vivência, desde matérias como pedras, plantas e frutas, a pensamentos filosóficos e políticos e a imagens daquilo que é invisível e proibido.” descreve a curadora.

O vídeo abaixo feito durante o ateliê aberto – evento em que os artistas abrem seus espaços de trabalho para o público – mostra um pouco do processo de cada um:

Os artistas desta edição foram selecionados pela artista Letícia Ramos e pelos curadores Marcio Harum e Paula Borghi. Os critérios para a seleção foram orientados a partir do caráter experimental dos artistas, a excelência de suas
produções, a abertura para a troca, assim como a disponibilidade em saírem de suas zonas de conforto e experimentarem novas propostas.

 

INFORMAÇÕES:
Abertura: 15 de novembro, das 17h às 22h
Visitação: De 15 de novembro a 17 de janeiro de 2015
Horário: terça a sexta, das 11h às 20h. Sábado, das 11h às 19h
Entrada franca

Fotos & Vídeo: Exposição Final da 9ª Residência Artística

Sábado (15/nov/2014) foi a abertura da exposição final da 9ª turma de Residência Artística, formada por Amanda Mei, André Feliciano, Arthur Arnold, Daniel Lie, Gustavo Torres e Ricardo Reis. A mostra coletiva tem curadoria de Paula Borghi e traz trabalhos desenvolvidos por eles durante o período de residência.

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O resultado é “uma exposição que celebra aquilo que fora cultivado ao logo desta vivência, desde matérias como pedras, plantas e frutas, a pensamentos filosóficos e políticos e a imagens daquilo que é invisível e proibido”, explica a curadora.

 

As obras ficarão expostas até 17 de Janeiro de 2015
Obras:

Amanda Mei  Barreira – 2 estágio, 2014 Enciclopédia de arqueologia urbana, 2014 (acima da mesa)
Amanda Mei
Barreira – 2 estágio, 2014
Enciclopédia de arqueologia urbana, 2014 (acima da mesa)
André Feliciano Cultivando Jardineiros e Arte, 2014
André Feliciano
Cultivando Jardineiros e Arte, 2014
Arthur Arnold Capação, 2014
Arthur Arnold
Capação, 2014

Artwork / detail

Daniel Lie Escroto, 2014
Daniel Lie
Escroto, 2014
Gustavo Torres Pedra, guitarra e amplificador, 2014
Gustavo Torres
Pedra, guitarra e amplificador, 2014
 Bruno Rios, Daniel Kairoz, João Livra, Júlia de Carvalho Hansen, Reuben da Cinha Rocha, Ricardo Reis Cavalo, 2014

Bruno Rios, Daniel Kairoz, João Livra, Júlia de Carvalho Hansen, Reuben da Cinha Rocha, Ricardo Reis
Cavalo, 2014
Amanda Mei Menir, 2014
Amanda Mei
Menir, 2014
Gustavo Torres Disco contendo som de suma própria gravação, 2014
Gustavo Torres
Disco contendo som de suma própria gravação, 2014
Bruno Rios, Daniel Kairoz, João Livra, Júlia de Carvalho Hansen, Reuben da Cinha Rocha, Ricardo Reis Cavalo, 2014
Bruno Rios, Daniel Kairoz, João Livra, Júlia de Carvalho Hansen, Reuben da Cinha Rocha, Ricardo Reis
Cavalo, 2014
Arthur Arnold Sem título, 2014
Arthur Arnold
Sem título, 2014
Amanda Mei Estudos de perspectiva  (base de dados – Menir), 2014
Amanda Mei
Estudos de perspectiva (base de dados – Menir), 2014
Gustavo Torres Red Bull Station, 2014
Gustavo Torres
Red Bull Station, 2014
Gustavo Torres Recibo, 2014
Gustavo Torres
Recibo, 2014

 

 

9ª Residência Artística: Exposição na Galeria Transitória

Passadas duas semanas da chegada dos artistas, a Galeria Transitória do Red Bull Station recebeu a primeira exposição dos seis recém integrantes da Residência Artística: Amanda Mei, André Feliciano, Arthur Arnold, Daniel Lie, Gustavo Torres e Ricardo Reis. A mostra coletiva marca o início da trajetória individual e conjunta do grupo como residentes da nona edição do projeto. Neste vídeo abaixo os artistas apresentam seus trabalhos em exibição:

 

 

A seguir, fotos da montagem e das obras:

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Gustavo Torres, Nota, 2014, impressão mineral sobre papel de algodão.
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Gustavo Torres, Naufrago, 2014, instalação.
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Daniel Lie, Quando meu pai doou um rim, 2014, jaca, nylon, cristal e roldanas.
Amanda Mei, Barreira (1° estágio), 2014, papelão e tinta acrílica, dimensões variáveis
Amanda Mei, Barreira (1° estágio), 2014, papelão e tinta acrílica, dimensões variáveis.
Amanda Mei, Equilíbrio 8 x 2, 2014, madeira, papelão e tinta acrílica
Amanda Mei, Equilíbrio 8 x 2, 2014, madeira, papelão e tinta acrílica.
André Feliciano, Pulo Florescentista, 2008, video 2’55”.
André Feliciano, Pulo Florescentista, 2008, video 2’55”.
Ricardo Reis, 2014, técnica mista / instalação.
Ricardo Reis, 2014, técnica mista / instalação.
Arthur Arnold, Instrumento, 2014, óleo sobre tela.
Arthur Arnold, Instrumento, 2014, óleo sobre tela.
Arthur Arnold, Aceitação, 2014, óleo sobre tela.
Arthur Arnold, Aceitação, 2014, óleo sobre tela.

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Artist / Lifestyle2

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