Gustavo Torres

Rio de Janeiro/RJ

Em meio a instalações, vídeos e sons, o trabalho de Gustavo Torres parte da busca pelas essências perdidas: o som do toca-fitas por ele mesmo, o projetor lançando sua própria luz, o questionamento acerca da completude dos aparatos tecnológicos. Por fim, Gustavo trabalha sobre aquilo que foi roubado do homem: a consciência sobre sua própria individualidade, retirada para dar lugar ao dominante patriarcado – branco – hétero – monogâmico – normativo.

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