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Red Bull Music Pulso 2019 ocupa o Red Bull Station em abril

28mar

por Red Bull Station

Rimas, versos, beats e poesias de diversos cantos do Brasil vão se misturar no centro de São Paulo durante o Red Bull Music Pulso 2019, ocupação musical que retorna ao prédio do Red Bull Station de 2 a 28 de abril. Nesta quarta edição, 25 artistas independentes irão discutir o futuro do rap e seu encontro com outros estilos. O público poderá ver o resultado dessas experimentações por meio de palestras, workshops e shows gratuitos.

Todos os artistas foram selecionados por cinco curadores:

Durante as quatro semanas de Red Bull Music Pulso 2019, os ocupantes trabalharão em conjunto, divididos em cinco coletivos, para criar novos sons. Entre os participantes, há figuras já estabelecidas na cena underground, como os lendários DJ Kri e Jhonny MC, e artistas que estão despontando no mercado, como a pernambucana Negrita MC e as cantoras Tatiana Bispo e Alt Niss, do Rimas & Melodias.

Além de impulsionar a cena independente, identificando oportunidades e desafios, o Red Bull Music Pulso 2019 conta ainda com uma programação gratuita de workshops, palestras sobre temas atuais relacionados ao mercado da música e dois shows nos quais os artistas e curadores imersos na ocupação mostrarão um pouco do que estão produzindo, experimentando e gravando.

Veja abaixo a programação completa.

Bate-papos

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Qual é o futuro do rap?

Com mediação de Mayra Maldjian, curadora do Red Bull Music Pulso 2019, o painel discute os caminhos e tendências do rap brasileiro para o futuro com um time de mulheres que se destaca na cena nos últimos anos. Participam Karol de Souza (do Rimas & Melodias), Jessica Caitano, Apuke Beats e Monna Brutal.

Confirme sua presença: https://bit.ly/2JQ5vSd

4 de abril, às 20h / auditório (100 vagas) / classificação livre

Rap em Pauta: os Novos Meios de Cobertura

A evolução da cobertura do rap em diferentes veículos e plataformas, especialmente as digitais, é o tema desta mesa, que contará com a mediação do youtuber Ronald Rios, apresentador do documentário “Histórias do Rap Nacional”, exibido pela TV Gazeta. Mila Felix, pesquisadora no âmbito da cultura negra, curadora musical ex-produtora do programa “Manos e Minas”, da TV Cultura, e os jornalistas Paulo Marcondes e Camila Soares são os convidados.

Confirme sua presença: https://bit.ly/2TFHe0Q

11 de abril, às 20h / auditório (100 vagas) / classificação livre

Profissão DJ: A Arte de se Reinventar

Kamau, personalidade do rap paulistano, media este bate-papo sobre a importância do DJ na cultura hip-hop e como esse papel vem se transformando ao longo dos anos. Disc- jóqueis experientes o acompanham no painel: DJ Marco, DJ Donna, Mayra Maldjian (DJ do Rimas & Melodias), Erick Jay e Nyack.

Confirme sua presença: https://bit.ly/2UmmNdB

17 de abril, às 20h / auditório (100 vagas) / classificação livre

Música Não Nasce em Árvore: Fator Humano e Produção Musical nos Dias de Hoje

O produtor musical e empresário João Bôscoli aborda neste papo sua experiência e coloca em pauta a importância do fator humano – e as pessoas que fazem a diferença – na produção e na indústria musical brasileira atualmente.

Confirme sua presença: http://bit.ly/2JZUTQu

25 de abril, às 20h / auditório (100 vagas) / classificação livre

Workshops

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Samples e Samplers: Construção de Samples e Interface de Sampler Digital

Este workshop pretende introduzir aos participantes noções básicas do som, da criação de seus próprios samples e de uma interface de sampler digital. Ao final dos quatro encontros, será realizada uma jam session coletiva.

Confirme sua presença: http://bit.ly/2HVIWJe – caso as vagas se esgotem, haverá fila de espera a ser liberada dez minutos antes da atividade, por ordem de chegada.

3, 4, 10 e 11 de abril, das 18h às 21h / Makerspace do Red Bull Basement (15 vagas) / necessário levar notebook

Lab Synth 5 Camadas

A atividade tem como objetivo a construção de um sintetizador sonoro de cinco camadas. Nos encontros, serão abordados os princípios básicos da eletrônica analógica, assim como haverá uma orientação para corte e montagem da “carcaça- case” do aparelho.

Confirme sua presença: http://bit.ly/2FXAQyn – caso as vagas se esgotem, haverá fila de espera a ser liberada dez minutos antes da atividade, por ordem de chegada.

16, 17, 23 e 25 de abril, das 19h às 22h / Makerspace do Red Bull Basement (15 vagas)

Texturize Seu Som

Nesta oficina, os participantes terão uma experiência real de textura sonora, gravando e equalizando suas produções em mídia analógica (fita k7 e rolo de fita), com o som sendo captado e gravado numa placa de som de computador ao mesmo tempo. A ideia é poder ver uma fita experimental ser gravada e digitalizada captando todas as nuances de uma conversão digital-analógica.

Confirme sua presença: http://bit.ly/2ONe7rp – caso as vagas se esgotem, haverá fila de espera a ser liberada dez minutos antes da atividade, por ordem de chegada.

27 de abril, das 14h às 17h / Makerspace do Red Bull Basement (15 vagas) / necessário levar uma produção (música) gravada em pendrive

DJ Sets

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Esta série de ocupações traz para a Laje do Red Bull Station os DJs e eventos que marcaram o início e a ascensão da Black Music em São Paulo, mostrando parte do passado, presente e futuro das festas dedicadas ao gênero que acontecem na cidade.

Todos os sets serão posteriormente disponibilizados pela Red Bull Radio.

Chocolate especial “Os Reis dos Decks”

Na primeira ocupação do mês, representantes da velha guarda dos toca discos na cidade – DJ Zegon e DJ Hum –trazem toda a bagagem e técnica que só aqueles com muitas horas de pilotagem dos decks possuem.

Confirme sua presença: http://bit.ly/2HXr0yL

7 de abril, das 17h às 21h / Laje

Chocolate Especial: “A (R)evolução do DJ”

No segundo domingo de abril, a Chocolate narra a revolução que aconteceu desde o início do DJing até os dias de hoje em três apresentações.

A primeira performance, “DJ Selecta”, traz DJ Pogo pilotando 2 toca-discos e um mixer usando só compactos (discos de 7 polegadas).

A segunda, “Turntabilismo”, apresenta DJ Sleep e DJ EB em show feito com 4 toca-discos + 2 mixers e 2 DJs tocando por vez, utilizando técnicas de mixagem e apenas discos de vinil.

“Tecnologia”, o último set — comandado por Nedu Lopes e Cinara –, é feito com 4 toca-discos + 2 mixers + Serato + Dicer, além de toda a tecnologia permitida atualmente no Red Bull 3Style, mostrando que a inovação não veio para substituir os toca-discos, e sim, pra somar.

Confirme sua presença: http://bit.ly/2K3vFAL

14 de abril, das 17h às 21h / Laje

Batekoo Especial

No penúltimo domingo do mês, nossa Laje recebe a festa baiana Batekoo para encerrar esta série de ocupações com dança, música, suor e cultura negra, periférica e urbana, promovendo o empoderamento coletivo e a representatividade preta dentro de qualquer espaço.

Confirme sua presença: http://bit.ly/2K62LjJ

21 de abril, das 17h às 21h / Laje

Shows

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O público poderá conferir um pouco do que os artistas que estão imersos no Red Bull Music Pulso 2019 estão produzindo. Eles farão dois shows abertos, nos quais mostrarão seu repertório atual e também músicas que estão compondo dentro do Red Bull Station.

Entrada gratuita, confirme sua presença nos links abaixo.

13 e 28 de abril, às 17h / auditório / classificação 16 anos

Palestras

Mulheres empreendedoras e a economia colaborativa

20mar

por Red Bull Station

Quais as possibilidades de novos caminhos para a economia em grandes certos urbanos? Tendo como pano de fundo feiras de produtoras independentes de São Paulo, a empresária Eliane Dias (à frente da Boogie Naipe, produtora dos Racionais Mc’s) será a mediadora dessa conversa, dia 22/03, às 20h, no Red Bull Station.

Participam da discussão as produtoras Flávia Durante (Pop Plus), Maria Clara Villas (Feira Polvo) e Ana Laura Castro (Maternativa) que coordenam algumas das principais feiras independentes da capital paulista. Juntas, elas debaterão alguns aspectos que permeiam essa nova tendência de consumo consciente: desde a produção e comunicação até as dificuldades de adentrar em cenários pouco explorados ou formas de elevar o modelo de feiras para além do consumo propriamente dito.

Flávia está à frente do bazar PopPlus há seis anos. Crédito: Robson Leandro da Silva
Flávia está à frente do bazar PopPlus há seis anos. Crédito: Robson Leandro da Silva

“Mulher gosta muito de dividir suas experiências e é compartilhando-as que nós aprendemos mais e incentivamos outras mulheres a fazer o mesmo. Esse incentivo é um passo importante para quem já teve a ideia, mas nunca teve coragem de colocá-la em prática”, diz Flávia Durante, empresária à frente do bazar PopPlus, voltado ao mercado de moda plus size.

Além de conectar o consumidor aos pequenos produtores, esse recém-reestabelecido modelo de consumo também ajuda a incentivar o comércio justo, a sustentabilidade e a democratização dos espaços da cidade.

Quer participar? Confirme sua presença aqui. O evento é gratuito e mesmo com inscrições encerradas, funcionamos com um sistema de lista de espera: se até 10 minutos antes do papo os inscritos não tiverem chegado, liberaremos a entrada para quem estiver na lista de espera (essa sim, por ordem de chegada). O áudio da palestra também será transmitido para a cafeteria, no piso térreo.

O Red Bull Station fica na Praça da Bandeira, 137, centro de SP, bem próximo ao Terminal Bandeira e estação Anhangabaú do metrô. Temos bicicletário!

Palestras

5 momentos do Red Bull Music Academy Session com Quantic

29abr

por Red Bull Station

Will Holland é mais conhecido na praça pelo nome artístico Quantic e, embora britânico, aprofundou-se nas produções e na pesquisa da sonoridade latina ao longo da última década de carreira. O índice de rendimento do músico é tão grande que, com apenas 37 anos de idade, já colocou no mercado 17 álbuns –envolvendo projetos como The Limp Twins, The Quantic Soul Orchestra e o Ondatrópica.

De passagem pelo país, esteve no Red Bull Station, em São Paulo, para um bate-papo como parte do Red Bull Music Academy Session neste sábado (29). Ali, Quantic falou sobre sua experiência no universo musical e a busca incessante por vinis que enriqueçam sua coleção, bem como a paixão que floresceu do contato com a cultura latino-americana. Comentou algumas faixas preferidas, colocando-as no toca-discos para que o público pudesse ouvir (do sound system jamaicano ao rock psicodélico setentista vindo do Peru), e revelou um pouquinho sobre o que andou criando durante as gravações realizadas no nosso estúdio durante a última semana. Separamos, abaixo, cinco momentos da conversa.

Criação livre e musical
“Meus pais sempre foram bem cabeça aberta. Minha mãe era cantora e meu pai era um obcecado por banjo e pelo country de maneira geral. Eles não eram hippies, mas pertenciam à geração do folk. Então, cresci ouvindo esses tipos de som. E tínhamos um piano na casa em que morávamos. A mudança maior para mim veio quando eu descobri o Iron Maiden. Pensei: ‘nossa, dá para eletrificar! [risos]’, porque sempre estive habituado aos instrumentos acústicos. Nos anos 90, comecei a entrar em contato com a música eletrônica, e a experiência de samplear me levou para o hip-hop. A partir dali, conheci mais sobre o soul e o jazz.”

Paixão pela latinidade
“É bem difícil conseguir ouvir boa música latina na Inglaterra. A gente acaba tendo contato apenas com os clichês. Se você tem interesse em uma educação musical maior, precisa cavar. Tive a chance de ir para Porto Rico em um festival e passei a conhecer mais sobre os sons da região. Tenho um amigo cineasta que é de Cali (Colômbia). Eu colecionava discos e queria fazer uma pesquisa por lá. Acabei indo e me apaixonando. É uma cidade bastante intensa onde prevalece a salsa. Mas sempre quis fugir do que era caracterizado como coisa de turista, não queria ser o gringo. Um amigo músico resolveu que queria gravar algumas coisas de cúmbia. Convidou 13 músicos. Todos chegaram ao mesmo tempo e foi um desastre a gravação [risos]. Ninguém se conhecia, eu não falava espanhol… Com o tempo, coisas novas foram surgindo.”

Musicalidade plural
“Eu realmente mudo bastante [risos]. Gosto da ideia de reinvenção. Mas, de maneira geral, acredito que existam coisas em comum entre os meus trabalhos, porque sempre me mantenho no contexto de fazer música para dançar e com linhas de baixo marcantes. E gosto do aspecto da melancolia na pista de dança. Não curto muito romantismo e coisas do tipo. Eu não tenho também o costume de ouvir os álbuns que eu fiz. Me dedico a um projeto e não retorno a ele depois de pronto. Não gosto da ideia de ser possessivo. E sobre o meu processo de criação, os discos são sempre reflexo das interações sociais que tenho, das pessoas que vou conhecendo ao longo do caminho. Esse é o meu combustível.”

Sobre apropriação cultural
“Ainda sigo refletindo bastante sobre esse assunto. Há o lado do músico em mim que pouco se importa, que quer trabalhar com artistas do mundo todo, trocar experiências, conhecer estilos diferentes e produzir arte. A coisa da alegria em fazer música. Mas quando falamos da questão mercadológica, existe uma questão a se pensar. Há muitos músicos esquecidos, talentos não reconhecidos. Acho importante que as pessoas revelem suas fontes, que falem de onde aquele gênero pertence, quem compôs aquela canção etc. Há muito interesse europeu em música latina. Bandas de lá que tocam os sons daqui ou da África. Mas eu espero que também haja um diálogo inverso. Que bandas africanas toquem Beatles, por exemplo.”

Gravação no Red Bull Studios
“Durante essa passagem por São Paulo, tive a oportunidade de entrar em estúdio. Gravei por três dias com um time de músicos brasileiros, trabalhando com a sonoridade do Nordeste, que é a minha preferida. Maracatu, forró… Trouxemos um sanfoneiro excelente. Tenho material para um álbum, mas ainda não sei em qual formato essas canções serão lançadas ou quando.”

Palestras

De 1981 a 2015, um passeio pelo design de Kiko Farkas em 10 imagens

24mai

por Red Bull Station

Criador do Máquina Estúdio, responsável por projetos gráficos com os quais provavelmente você já teve contato — seja por meio de capas da Companhia das Letras, de cartazes para a Osesp ou eventos como o Jazz na Fábrica –, o designer e ilustrador Kiko Farkas fala nesta terça (24) sobre sua trajetória e sobre processos criativos.

Para repassar um pouco do seu trabalho, que começou na década de 1980, pedimos a ele que escolhesse dez imagens, de diferentes épocas, que ele considera representativas e pelas quais tem um carinho especial, comentando brevemente sobre cada uma. Eis o resultado:

2014-celebrerlaterre-1

Cartaz Celebrer la Terre (2015) / La Fête du Graphisme (Paris, FRA) “Os bichos sofrem o que nós, humanidade, estamos fazendo. Então eles perguntam: por que celebrar a terra que está se tornando inabitável?”

kikofarkas_amosoz

Capa Amós Oz (2015) / Companhia das Letras – “Como curar um fanático? Com um band-aid. Textos sobre a complicada relação entre palestinos e israelenses. Ambos fanáticos.”

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Capa Vila-Matas (2004) / Cosac Naify – “O livro fala sobre o incômodo provocado por alguma coisa que já não me lembro.”

elc-kiko

2013 Cartazes Understanding English / ELC (saiba mais): “O inglês é atualmente a língua do entendimento. A única possibilidade das pessoas se entenderem. Então ensinar inglês é promover o entendimento. E o entendimento é muito bom!”

kikofarkas_hermeto

Cartaz Hermeto Campeão (1981) – “O filme celebra a magia do grande músico que transpira musicalidade.”

Kiko_Farkas_AIDA

Cartaz Aída (2013) / Teatro Municipal – “Aída é uma princesa egípcia que se apaixona pelo inimigo e se vê encurralada pelo dever do estado. Uma prisão para ela que não pode desfrutar do seu amor.”

m_brasil_novo

Marca Brasil (2005/2010) / Identidade visual para o setor de turismo brasileiro (saiba mais) – “O Brasil é um país sinuoso e colorido, uma terra onde todas as culturas se misturaram e deixaram suas marcas que foram se sobrepondo. Esse conjunto é que forma a cultura brasileira.”

melissa-livro-11

Livro dos 10 anos da galeria Melissa (2015) – “Ao receber as fotos da galeria (fachada da loja) percebemos que poderia ser reduzida a um sinal gráfico: uma forma que incorporava a perspectiva, uma janela e uma porta. Esse foi o partido para o livro.”

kiko-videobrasil

Cartaz Videobrasil (1986) – “O preto-véio incorporou uma imagem do Man Ray. O real e a imagem do real. Festival de imagem digital/video.”

osesp-cartazes-12-institucional-2004

Cartaz Osesp (2006): “A audiência do futebol no estádio do Pacaembu, provavelmente um jogo do Corinthians. Todos tão elegantes que poderiam estar num concerto na Sala São Paulo.”

Palestras

Palestra na íntegra: Mulher e Discurso

01mar

por Red Bull Station

Neste encontro, reunimos MC Bárbara Sweet, feminista e atuante no movimento hip-hop; Djamila Ribeiro, colunista do site da revista Carta Capital e Talita Trizoli, professora e pesquisadora, com ênfase em feminismo, questões de gênero e arte e política, para discorrer sobre as diferentes formas do discurso feminino, em espaços físicos ou virtuais.

Palestras

Palestra na íntegra: “Urbanismo Open Source”, por Giselle Beiguelman

25nov

por Red Bull Station

Nesta atividade promovida pelo Red Bull Basement, a artista e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) Giselle Beiguelman discorreu sobre o conceito de urbanismo open source, uma proposta de transformação urbana mais colaborativa e aberta, com o uso das redes. Assista a palestra na íntegra:

Palestras

Palestra na íntegra: A Prática da Fotografia

17nov

por Red Bull Station

Neste encontro, a artista Flavia Junqueira e o fotógrafo Mauro Restiffe falam sobre prática da fotografia hoje, a partir do metiê, experiência e campo de atuação de cada um.

Palestras

Palestra na íntegra: Espaços do Centro

03nov

por Red Bull Station

Convidamos para um bate-papo Benjamin Seroussi, Rubens Amatto e Luciana Ramin, que estão à frente de três espaços culturais alocados no centro de São Paulo: a Casa do Povo, a Casa de Francisca e o Agrupamento Andar7, respectivamentepara discutirem a ocupação cultural do centro, considerando as propostas, objetivos e dinâmicas de cada local.

Assista aqui a palestra na íntegra:

 

 

Palestras

Palestra na íntegra: Espaço Público e Ativismo, com Guilherme Wisnik

30set

por Red Bull Station

A convite do Red Bull Basement, o arquiteto, crítico e curador Guilherme Wisnik reflete sobre como os movimentos ativistas atuais no Brasil, nos quais se incluem coletivos de artistas e ações de “urbanismo tático”, estão reconfigurando os espaços públicos.

Palestras

Palestra na íntegra: Performance, com Lucio Agra, Amilcar Packer e Maurício Ianês

29set

por Red Bull Station

Neste encontro, os artistas Lucio Agra, Amilcar Packer e Maurício Ianês  discutem sobre a prática da performance, suas possibilidades e campos de ação, a partir da experiência de cada um.