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Confira a programação de junho do Red Bull Station

01jun

por Red Bull Station

A energia criativa não para de fluir no Red Bull Station. A programação de junho já chegou e está cheia de eventos gratuitos: vai ter a primeira edição do Red Bull Music FrancaMente, a etapa nacional do Red Bull BC One – campeonato de breakdance mais importante do mundo –, a segunda edição da Batalha de MCs do Sófálá comandada pela mestre de cerimônias Preta-Rara e muita mais. Confira abaixo a programação completa.

RED BULL MUSIC FRANCAMENTE

Red Bull Batalla de los Gallos. Crédito: Marcos Ferro / Red Bull Content Pool.
Red Bull Batalla de los Gallos. Crédito: Marcos Ferro / Red Bull Content Pool.

Versão nacional do Red Bull Batalla de los Gallos, o duelo de MC’s mais famoso do mundo, o Red Bull Music FrancaMente acontece pela primeira vez sob o comando de Kamau, que guiará as batalhas realizadas com 16 artistas, sobre temas variados pré-definidos pelos jurados para cada duelo. O júri também será formado por nomes consagrados do hip-hop nacional: Max B.O e Mamuti, além do DJ Erick Jay. Entrada gratuita (confirme sua presença aqui).

DATA E HORÁRIO

8 DE JUNHO, ÀS 20H

LOCAL

GALERIA PRINCIPAL (80 PESSOAS)

RED BULL BC ONE CYPHER BRAZIL 2018

Red Bull BC One Brazil Cypher. Crédito: Fabio Piva / Red Bull Content Pool.
Red Bull BC One Brazil Cypher. Crédito: Fabio Piva / Red Bull Content Pool.

Após uma rodada de classificatórias regionais por todo o Brasil, o Red Bull BC One chega a São Paulo para realizar a final nacional do campeonato de breakdance mais importante do mundo. O campeão desta etapa estará classificado para Last Chance Cypher, seletiva que acontece um dia antes da final mundial, no dia 29 de setembro, na Suíça.

Além da final, o Red Bull Station também recebe a cypher que escolherá os representantes do Sudeste e de um calendário de atividades voltadas à cultura de street dance durante todo o fim de semana de 09 e 10 de junho. Clique aqui para conferir as atividades e veja como inscrever-se gratuitamente para participar delas.

DATA E HORÁRIO

09 E 10 DE JUNHO, DURANTE O DIA TODO

LOCAL

LAJE (LOTAÇÃO: 30 PESSOAS), AUDITÓRIO (LOTAÇÃO: 100 PESSOAS), GALERIA PRINCIPAL (LOTAÇÃO: 80 PESSOAS)

COMUNICAÇÃO PARA CULTURA EM TEMPOS DIGITAIS

Auditório do Red Bull Station. Crédito: divulgação.
Auditório do Red Bull Station. Crédito: divulgação.

Neste bate-papo mediado pelo jornalista Pedro Antunes (O Estado de S. Paulo), a curadora Diane Lima (NoBrasil e AfroTranscendence) e a comunicadora Adriana Kunsch (Pinacoteca do Estado de São Paulo) debatem formas de se pensar este novo modelo de comunicação, estabelecido na era das redes sociais. Entrada gratuita (confirme sua presença aqui).

DATA E HORÁRIO

20 DE JUNHO, ÀS 20H

LOCAL

AUDITÓRIO (LOTAÇÃO: 100 PESSOAS)

RED BULL BASEMENT APRESENTA: HOLY GLASS

holyglass

Faça você mesmo seu óculos de realidade aumentada! Com facilitação de Tiago Moraes (Ovni Studios) e Andrei Speridião, este workshop dedicado a experiências imersivas convida os participantes a construírem seu próprio óculos de AR open-source. Entrada gratuita (confirme sua presença aqui).

DATA E HORÁRIO

23 DE JUNHO, DAS 11H ÀS 17H

LOCAL

RED BULL BASEMENT

SÓFÁLÁ – BATALHA DE MCS

Preta-Rara. Crédito: divulgação.
Preta-Rara. Crédito: divulgação.

Na segunda edição de 2018 da Batalha de MCs do Sófálá, comandada pela mestre de cerimônias Preta-Rara, DJ Rafa Jazz comanda as picapes a cantora, compositora e ativista Bia Ferreira fecha o evento com um pocket show. Entrada gratuita (confirme sua presença aqui).

DATA E HORÁRIO

30 DE JUNHO, ÀS 16H

LOCAL

AUDITÓRIO (LOTAÇÃO: 100 PESSOAS)

Outros

Red Bull Station na Virada Cultural 2018

10mai

por Red Bull Station

Fotografias, performance, projeções, instalações e muita música fazem parte da Virada Cultural de São Paulo no Red Bull Station, que acontece nos dias 19 e 20 deste mês.

Além de atividades da ocupação fotográfica Foto_Invasão e do Makerspace, no sábado (19) também rola um happy hour especial. Confira abaixo a programação completa.

FOTO_INVASÃO

Crédito: Lost Art / Red Bull Content Pool.
Crédito: Lost Art / Red Bull Content Pool.

Em sua segunda edição, a FOTO_INVASÃO reúne em nosso prédio amantes de fotografia para trocar experiências e vivências. A programação, que acontece no sábado e no domingo, inclui:

  • Feira de fotografias

Mais de 30 fotógrafos levam trabalhos selecionados para exposição e venda no local. Sábado (19), das 11h às 22h, e domingo (20), das 11h às 20h, na Galeria Principal.

  • Projeções de fotos

Haverá a projeção das fotos selecionadas através da convocatória aberta da Foto_Invasão. Nos dois dias, a projeção acontece no Auditório, nos intervalos da programação e, no sábado (19), também acontece na Laje, das 19h às 22h.

  • Exposição “Lar”

Juntando os trabalhos de quatro artistas — “Entre”, de Ana Rodrigues, “Gaveta”, idealizado por Leo Drumond e Natalia Martino (Projeto Estrela), com fotos de André Gustavo e ErnaniPaulo e “Valéria”, de Jair Bortoleto –, a exposição “Lar” pretende revelar o próprio significado desta palavra: entornos físicos e psicológicos que abrigam nossos pertences e expõem nossa memória. Sábado (19), das 11h às 22h, e domingo (20), das 11h às 20h, na Galeria Transitória.

  • Performance

A performance audiovisual “Concha para Cavalos”, de Fabia Karklin, constitui-se pela projeção e produção ao vivo de imagens ampliadas de sementes coletadas durante caminhadas pela cidade. Sábado (19) e domingo (20), das 16h às 16h30, no Auditório.

MAKERSPACE

Crédito: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool.
Crédito: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool.

O G.A.I. (Gabinete de Ações Invisíveis) toma conta do Makerspace em maio e convida o público a conhecer experimentos desenvolvidos na ocupação. Sábado (19), das 11h às 22h, no porão.

HORA FELIZ

Crédito: Felipe Gabriel.
Crédito: Felipe Gabriel.

Além das atividades da Foto_Invasão e Makerspace, também teremos um happy hour especial para celebrar a programação da Virada Cultural, com projeções externas e set do DJ Trepanado, da Selvagem. Sábado (19), das 19h às 22h, na laje (sujeito à lotação).

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Veja o que rola no Red Bull Station em maio

04mai

por Red Bull Station

Depois de um mês inteiro de Red Bull Music Pulso, a energia continua fluindo no Red Bull Station, que chega com uma programação intensa para maio. Pela primeira vez, o espaço faz parte da Virada Cultural, e o fato será comemorado com um happy hour na laje com projeções externas e set do DJ Trepanado, da festa Selvagem.

Confira abaixo a agenda completa e fique ligado em nossas redes para detalhes sobre as inscrições de cada um dos eventos.

FEIRA POLVO

Abrindo espaço para a economia criativa e maneiras de se pensar o consumo consciente, o Red Bull Station convida diferentes feiras independentes da cidade para ocuparem o prédio. A primeira, no dia 05 de maio, é a Feira Polvo, que chega com mais de 40 expositores, palestras, show e DJ sets.

DATA E HORÁRIO

05 DE MAIO, DAS 11H ÀS 20H

LOCAL

AS ATIVIDADES SERÃO REALIZADAS POR TODO O PRÉDIO. CONFIRA AQUI A PROGRAMAÇÃO COMPLETA.

OFICINA: ALTER VISÃO | PRODUÇÃO DE UM MICROSCÓPIO PERSONAL

Durante três encontros, os participantes da oficina serão orientados na construção de um microscópio, usando recursos eletrônicos analógicos e digitais.

DATA E HORÁRIO

8 E 10 DE MAIO, DAS 19h ÀS 22h, E 12 DE MAIO, DAS 14H ÀS 18H

LOCAL

MAKERSPACE DO RED BULL BASEMENT

FOTO_INVASÃO 2018

Em sua segunda edição, a feira FOTO_INVASÃO reúne em nosso prédio amantes de fotografia para trocar experiências e vivências. A programação inclui workshop, instalações, exposições, projeção de fotografias, performances e uma palestra com o cineasta João Wainer.

DATA

DE 18 A 26 DE MAIO

LOCAL

AS ATIVIDADES SERÃO REALIZADAS POR TODO O PRÉDIO. CONFIRA AQUI A PROGRAMAÇÃO COMPLETA.

ESTUDOS E QUASE OBJETO

O G.A.I. (Gabinete de Ações Invisíveis) convida o público a partilhar experimentos, com desenhos e objetos desenvolvidos na ocupação, que estarão à mostra no porão.

DATA E HORÁRIO

19 DE MAIO, DAS 11H ÀS 19H

LOCAL

PORÃO

HAPPY HOUR VIRADA CULTURAL

Fotografias, performance, projeções, instalações, música e programação gastronômica fazem parte da Virada Cultural de São Paulo no Red Bull Station, que acontecerá nos dias 19 e 20 deste mês. Além das atividades da Foto_Invasão e Makerspace, também teremos um happy hour especial para celebrar a programação da Virada no sábado (19), com projeções externas e set do DJ Trepanado, da Selvagem.

DATA E HORÁRIO

19 DE MAIO, DAS 19H ÀS 22H

LOCAL

LAJE

LABORATÓRIO: BLISTER | AMPLIAÇÃO DE IDEIAS EM MATERIAIS

Nesta oficina os participantes serão convidados a experimentar, testar, misturar técnicas e instrumentos, passando por diferentes processos como impressão 3D, circuitos eletrônicos e materiais luminescentes, para a construção de uma instalação colaborativa.

DATA E HORÁRIO

23, 24, 29 E 30 DE MAIO, DAS 19h ÀS 22h

LOCAL

MAKERSPACE DO RED BULL BASEMENT

BEAT BRASILIS

A segunda edição do Beat Brasilis no Red Bull Station reúne DJs, MCs, músicos, produtores e beatmakers para samplearem um mesmo disco vinil, escolhido pelos participantes. O tema deste encontro são discos de artistas independentes atuais.

DATA E HORÁRIO

26 DE MAIO, DAS 14H ÀS 21H

LOCAL

GALERIA PRINCIPAL

SÓFÁLÁ

Comandada pelo mestre de cerimônia Emerson Alcalde, esta edição do Slam de Poesia do Sófálá traz DJ Pê nas picapes e lançamento do livro “Palavra OcuLpada”, do militante, arte-educador, professor e idealizador do projeto “Sarau do Viaduto”, Renato Rap Nobre.

DATA E HORÁRIO

26 DE MAIO, DAS 16H30 ÀS 19H

LOCAL

AUDITÓRIO (LOTAÇÃO: 100 PESSOAS)

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Inscreva-se na segunda edição da OCUPAÇÃO

20abr

por Red Bull Station

A OCUPAÇÃO é um programa que busca inspirar, conectar e transformar a energia criativa da cidade, um espaço de compartilhamento, vivência, e intercâmbio de experiências e saberes. De 12 de junho a 12 de julho, cinco ateliês do Red Bull Station serão ocupados por diferentes artistas. Além do espaço individual, os participantes poderão utilizar os ateliês colaborativos –um digital e o outro analógico–, além de outros recintos do prédio.

As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de maio pela página do Red Bull Tickets. Para se inscrever é preciso preencher uma ficha explicando um pouco do projeto e das intenções com o trabalho. Os selecionados poderão usufruir da estrutura durante um mês e, ao final do período, participam de um encontro para apresentar os projetos desenvolvidos.

[CLIQUE PARA LER A CONVOCATÓRIA COMPLETA]

A primeira OCUPAÇÃO do ano aconteceu entre os dias 01 e 28 de fevereiro. O programa previa um total de quatro vagas, mas depois de 246 projetos recebidos, foram chamados cinco projetos:

 

“Estar entre os 5 selecionados nessa primeira OCUPAÇÃO foi aquele empurrãozinho que faltava para focarmos no lançamento e estruturação da plataforma”, contam Paula Fernandes e Lily Farias, dupla que encabeça o projeto AddWomen. “Foi nesse ambiente inspirador que conhecemos as meninas que participam do Coletivo Abebé, gravamos com elas nossa primeira entrevista para o Channel, nosso futuro canal do YouTube, e aproveitamos os espaços da Red Bull Station para produzir mais entrevistas, reuniões e utilizar o ateliê como bunker criativo”.

Os membros do coletivo Ouvidor 63 completa: “Acreditamos muito no compartilhamento de ideias e conhecimento. Estar no Red Bull Station é poder contar com pessoas especialistas em diversas áreas que complementam o conhecimento que adquirimos na prática no Ouvidor 63″, contam. “É muito importante poder dividir as dificuldades sobre o projeto e ter o suporte dessa equipe que tanto faz para evoluirmos ainda mais nas ideias e ações para a Bienal.”

Coletivo Ouvidor 63 durante encerramento da Ocupação #1. Crédito: Felipe Gabriel.
Coletivo Ouvidor 63 durante encerramento da Ocupação #1. Crédito: Felipe Gabriel.

Os selecionados devem ser atuantes nas mais diversas áreas da criação, da gestão e produção cultural, do desenvolvimento social ou tecnológico ou áreas correlatas não especificadas na convocatória, mas elencadas pelos candidatos. A lista com os selecionados será divulgada em 25 de maio.

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Preta-Rara: nova curadora da Batalha de MCs do Sófálá

06abr

por Red Bull Station

Na cultura hip-hop há doze anos, Preta-Rara é figura conhecida na cena musical. A rapper iniciou a carreira em 2006 no extinto grupo de rap Tarja-Preta, e desde 2013, segue carreira solo. No final de 2015, lançou “Audácia“, seu primeiro EP solo, graças um edital de incentivo municipal de Santos, sua cidade natal. Agora, Preta-Rara adiciona a seu currículo o título de nova curadora da Batalha de MCs do Sófálá. “Fiquei mega feliz com o convite, demorou um tempo para eu acreditar no que estava acontecendo”, lembra. “Isso representa a valorização do meu trabalho.”

A primeira edição do evento sob o comando de Preta-Rara acontece no dia 07 de abril, à partir das 16h30, no Red Bull Station. A entrada é gratuita e o evento conta ainda com um pocket show da rapper e MC, além de discotecagem de Rafa Jazz, uma das fundadoras da Casa Brasilis.

“Acho que minha experiência de mais de dez anos no mercado da música vai ajudar na curadoria”, analisa Preta-Rara que também pretende usar sua experiência como historiadora e professora de história nas batalhas: “Nas apresentações, eu vou sempre soltar alguns dados históricos do movimento hip-hop.”

As Batalhas funcionam com temas e, a cada edição, o primeiro e segundo lugares são premiados com a gravação de uma música no Red Bull Music Studios São Paulo, acompanhada por um beatmaker da casa. As faixas serão lançadas no fim do ano em uma coletânea.

“É uma grande oportunidade. A gente hoje em dia sabe que é muito difícil para as pessoas que não têm renda conseguirem gravar uma musica. Eu mesmo estou na cena já há um tempo e ainda tenho dificuldades”, conta Preta-Rara, que acrescenta que vai dar muita oportunidade para as mulheres: “A Batalha de MCs do Sófálá sob meu comando vai ter muita mulher, não para mostrar que somos melhores que os homens, mas que somos tão boas quanto eles.”

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Saiba quais músicos e VJs participarão do Improfest 2017

21nov

por Red Bull Station

Em sua quarta edição, o Improfest, criado em 2007 na Unicamp pelo artista sonoro Marco Scarassatti junto ao guitarrista Paulo Hartmann, ocupa o Red Bull Station com o objetivo de difundir a produção ligada à criação livre e instantânea, individual ou coletiva. A proposta é reunir, em jams e apresentações, VJs e músicos nacionais e internacionais que atuam nessa vertente, além de promover um concerto e palestra com um dos principais compositores e improvisadores da atualidade, Otomo Yoshihide. Nesta terça-feira (21), os organizadores divulgaram a lista dos músicos e VJs selecionados para o Improfest AV, que promoverá esses encontros orgânicos (veja abaixo).

“É como se fosse possível construir o avião em pleno voo, ou seja, a geração de música em tempo real, sem pré-acordos ou convenções, mas respeitando e dialogando com os envolvidos numa sessão de improvisação livre”, comenta Paulo, sobre o que considera ser mais belo nessa arte. “É o grande desafio, e este ‘risco’ sempre me pareceu bastante sedutor.”

Tendo sua primeira realização por aqui, os organizadores não negam as dificuldades de trabalhar com projetos de natureza experimental no que se refere ao apoio financeiro e estrutural, mas celebram a parceria deste ano. “A Red Bull tem atuado em vários territórios de criação, agindo genuinamente de maneira transdisciplinar, o que para mim é definitivamente um atrativo. E um ambiente onde os silos são vasos comunicantes facilita o entendimento da própria proposta do festival”, afirma Paulo.

Entre os orgulhos da programação está a presença de Yoshihide. Há anos tentando negociar a vinda do artista, os organizadores conseguiram aproveitar a turnê sul-americana que fazia parte do cronograma dele com a realização do evento na mesma época.

“Primeiro, pensamos em convidar alguns dos representantes brasileiros das várias vertentes da música improvisada livre para estabelecer um grande encontro”, diz Marco. “Porém, como o projeto precisou ser enxugado, optamos por convidar aquele que é a maior referência brasileira em se tratando dessa música feita no instante, o Antônio Panda Gianfratti, que tem uma história dentro da música experimental e improvisada brasileira.”

Aqui você pode encontrar a programação completa dos três dias de evento.

Músicos confirmados:
1. Rodrigo Dario
2. Miguel Barella
3. Alexandre Marino Fernandez
4. Tiago Marques
5. Loop B
6. Andre Damião
7. Edbrass Brasil
8. Marc Vilanova
9. Valmir Knop Junior
10. Tiago Costa
11. Rodrigo Gobet
12. Bødhi Ah
13. Jorge Peña
14. Daniel Carrera

VJs confirmados:
1. Robs Brz
2. Ligia de Aguiar Alonso
3. João Paulo Accacio
4. Alberto Zanella
6. Heloísa Duran
7. Edu Zal

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Evento debate os rumos da fotografia e mostra cobertura em zonas de conflito

03out

por Red Bull Station

No sábado, dia 21 de outubro, acontece no Red Bull Station a apresentação da Foto_Invasão 2018, projeto que exibirá trabalhos diversos selecionados por meio de inscrições gratuitas e acontecerá em maio de 2018.

Instalação do coletivo R.U.A. exibida na Foto Invasão em 2016
Instalação do coletivo R.U.A. exibida na Foto Invasão em 2016

O evento, que reúne amantes da fotografia, vai contar com um debate sobre os rumos da fotografia na era digital com a premiada fotógrafa e professora Simonetta Persischetti e exibirá projeções alguns registros de “Fotógrafos em Campo – A Batalha Por Mosul”, trabalho de Cristina Veit que mostra bastidores da fotografia de guerra retirados de suas experiências no Iraque, em 2016.

Durante a apresentação da Foto_Invasão 2018, os curadores do projeto abrirão as inscrições para o edital, voltado a qualquer pessoa que tenha trabalhos na área e gostaria de vê-los expostos. Em seguida, às 17h30, acontece o papo com Simonetta Persischetti media um debate ao lado de alguns mentores da Foto_Invasão: Clelia Bailly, Ignacio Aronovich e Cristina Veit, Cristina Veit, além de Mel Coelho, do coletivo Mamanas.

“Nunca se fotografou tanto e também nunca se falou tanto sobre fotografia e sobre a veracidade e autoria dos registros como atualmente. Num mundo em que mais de 350 milhões de fotos são postadas diariamente só no Facebook, nossa intenção é levantar discussões importantes sobre esses assuntos”, conta Ignacio Aronovich, organizador do evento e um dos curadores.

Saiba como participar dos editais:

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Festival Sonora e o fortalecimento da mulher na música

27set

por Red Bull Station

Buscando ressaltar o lugar da mulher na música não só no posto de intérprete, como também na criação, produção e na composição, começa nesta sexta-feira (29) o Festival Sonoracom evento de abertura aqui no Red Bull Station. Por trás desta história iniciada em 2016, existem 23 almas femininas atuantes, divididas nas áreas de produção executiva, curadoria e produção artística, mídias sociais, identidade visual, assessoria de imprensa e audiovisual. Entre elas, figuram a produtora Roberta Youssef e Larissa Nalini, a idealizadora do projeto

“É muito bizarro que em 2017 ainda tenhamos que unir forças para levantar bandeiras das minorias em geral. Nós temos que juntar todas as forças para conseguirmos ter voz suficiente para alcançar os ouvidos de quem segue com pensamento enraizado de que o lugar da mulher na música é somente o de ‘diva’”, comenta Larissa. “O lugar da mulher é onde ela quiser.”

Em pouco tempo, a equipe já conseguiu garantir considerável expansão: em 2016, o Sonora aconteceu em 21 cidades de 6 países e, neste ano, 69 cidades de 15 pontos do mundo hospedarão o evento. “É muito emocionante estar em uma reunião de produção, olhar para o lado e ter um monte de mina incrível vibrando tanto quanto você para que esse festival chegue o mais longe possível”, comenta. “É tempo de mudança. Internamente já nos agitamos desde que nascemos aqui nesse mundo, agora é a vez de ir para fora, e já é urgente.”

Programação feminista 
Em São Paulo, elas perceberam a necessidade de ampliar a discussão e abrir a pauta para que festival trouxesse informação com debates, vivências e oficinas. “É onde tudo acontece no mercado fonográfico, tínhamos que falar das outras áreas, da parte técnica, de produção musical, de assessoria, enfim, todos os lugares onde sentimos que falta a presença da mulher”, explica. Na programação, figuram discussões como “Mercado da música para mulheres instrumentistas”, “Onde estão as produtoras musicais?” e “Música além do gênero/Gênero além do tempo”, que acontecerão no Centro Cultural São Paulo.

Por aqui, por exemplo, teremos o “Minas no Estúdio”, uma oficina de produção musical comandada por Alejandra Luciani, que é assistente de engenharia de som no Red Bull Studio São Paulo. O intuito é o de mostrar às participantes selecionadas o processo de gravação de uma banda dentro de um estúdio, discutindo os fundamentos de captação de áudio e microfonação. Na ocasião, a engenheira vai registrar as canções dos paulistanos Meia Noite em Marte.

“Todas as mulheres envolvidas toparam por estarem alinhadas com o nosso discurso e quererem somar à causa”, afirma Larissa. Além das artistas convidadas, como Karina Buhr, Badi Assad, Liniker, Alzira E e Alice Ruiz, foi aberto também um edital para compositoras e, de 150 inscritas, o time de produção selecionou 12 mulheres de diferentes sonoridades que irão se apresentar durante o festival. Veja a programação completa.

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Meia Noite em Marte participa do workshop “Minas em Estúdio”

12set

por Red Bull Station

O Meia Noite em Marte é uma banda composta por Marcella Carmo, Nath Calan, Theodora Charbel e Ricardo Kudla. Seu som é bem dançante e flerta com a música pop, synthpop e discopunk com influências de Talking Heads, Tom Tom Club e Gang 90.

Banda Meia Noite em Marte
Banda Meia Noite em Marte

Ouça abaixo “Punk Latifa”, single de estreia que fala sobre o amor nos tempos modernos.

O quarteto irá participar do workshop “Minas em Estúdio”, comandado por Alejandra Luciani, assistente de engenharia de som no Red Bull Studio São Paulo. O evento acontece dentro da programação do Festival Sonora, no Red Bull Station, no dia 30 de setembro.

A ideia dessa oficina é mostrar o processo de gravação de uma banda discutindo os fundamentos de captação de áudio e microfonação. A música gravada será “Lunar” e contará com a participação especial de Luna França, compositora, cantora e tecladista. O faixa vai integrar o primeiro disco do Meia Noite em Marte, que tem lançamento previsto para 2018.

 

Outros

Conheça o Instituto Rugby para Todos, tema do doc “Os Leões de Paraisópolis”

12jul

por Red Bull Station

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Por Patrícia Colombo

Nesta quarta-feira (12), o Red Bull Station recebe a exibição em duas sessões do documentário “Os Leões de Paraisópolis”, dirigido por Danilo Mantovani e Guga Ferri. O projeto audiovisual conta a história do Instituto Rugby para Todos, que ajudou e segue ajudando diversos jovens carentes a encontrarem, no esporte, o estímulo para a superação das adversidades do cotidiano.

Criado em 2004 por Fabricio Kobashi e Mauricio Draghi, o projeto já atuou na formação de mais de 5 mil crianças e adolescentes em São Paulo e no Rio de Janeiro. O início se deu na comunidade de Paraisópolis, na zona sul da capital paulista. “Eu e o Maurício éramos vizinhos de bairro, no Morumbi, e jogávamos juntos no Pasteur A.C, clube de rugby da primeira divisão de São Paulo”, conta Fabricio. “Depois de dois anos morando na Austrália, aquele contraste entre pobreza e riqueza da região foi algo que passou a me incomodar bastante.”

Em uma conversa quase que despretensiosa sobre a realidade urbana, a dupla acabou pensando em produzir algo voltado para a inclusão a partir do esporte. Foi quando decidiram de vez entrar em Paraisópolis. “Procuramos o campo do Palmeirinha e as escolas locais para divulgar as aulas de rugby”, relembra. “Na primeira aula, já tínhamos quase 100 alunos, e muitos pais e mães curiosos para saber o que era esse esporte diferente que estava chegando lá. Desde então, nunca mais paramos, contando sempre com o apoio de voluntários e parceiros que acreditaram no projeto.”

Hoje em dia, só em Paraisópolis, o projeto atende mais de 200 alunos no local, com idades entre 6 e 18 anos — o time feminino de Leoas inclui garotas entre 14 e 18 anos. Em 2013, nasceu a Escolinha Social Rugby Rio, com aulas duas vezes por semana em alguns pólos da cidade — localizados, atualmente, nas praias de Copacabana e Flamengo, atendendo, ao todo, 150 crianças. Leia abaixo a conversa com o cofundador do Instituto Rugby para Todos.

Como surgiu a parceria para a elaboração do documentário?
Em 2012, quando o Gustavo Ferri nos procurou contando do seu sonho de fazer um filme sobre rugby e sobre os Leões, como uma forma de retribuir ao esporte. O Guga foi o cara que me convidou para jogar rugby. Na época eu tinha 14 anos e a gente estudava no mesmo colégio. Ele já jogava desde os nove por influência do seu irmão, o Felipe Ferri, que jogou junto com o Maurício na seleção brasileira. Quando fiz os primeiros treinos em 1996 e conheci aquele esporte de contato intenso, me identifiquei muito e mergulhei de cabeça principalmente por seus valores de união e camaradagem. Ele parou de jogar na transição para o adulto, e eu joguei até os 34 anos. Agora estou voltando a jogar com os Leões e está sendo divertido. Quando ele nos contou de sua ideia, topamos na hora e começamos a captar imagens. O projeto aguardava financiamento para poder ser finalizado, e isso aconteceu em 2016, quando a Spanda Produtora viabilizou o filme em co produção com a ESPN. A partir disso passamos a focar em alguns personagens e eventos importantes que aconteceriam. Após o final das filmagens, ficamos naquela expectativa das primeiras edições e quando vimos as imagens ficamos emocionados e com a certeza que o filme ficaria lindo.

No Instituto, o time de voluntários inclui psicólogos, educadores, atletas… Como chegaram a esse formato de equipe?
Atualmente, temos profissionais contratados nas áreas de Educação Física, Rugby, Psicologia, Nutrição, Fisioterapia e Assistência Social. Desde o início, eu e o Maurício percebemos a importância de unir forças e conhecimentos diferentes, que é exatamente como funciona um time de Rugby — vários biotipos e habilidades, envolvendo personalidades diversas e condição física e técnica, mas todos com o mesmo objetivo e se comunicando constantemente para chegar, sempre que possível, nas melhores soluções. Ou seja, nosso intuito é o de permanecer em união para resolver os problemas e orientar os alunos da melhor maneira. Isto tem funcionado constantemente no Instituto, que tem uma metodologia que está em constante desenvolvimento, sempre acompanhando as demandas.

Quais as dificuldades de manter na ativa um projeto grande como esse?
A maior dificuldade é sempre a financeira, de ter que correr atrás do budget para o próximo ano até os 47 do segundo tempo, para manter e melhorar a qualidade do atendimento no ano seguinte. Mas, mesmo neste cenário de crise, com os parceiros fiéis que temos, foi possível manter o projeto rodando com atendimento padrão, que envolve desde do uniforme e alimentação até profissionais da área esportiva, educacional e de saúde. Outro gasto grande que tem surgido cada vez mais é com a participação de campeonatos e torneios, fruto do amadurecimento das turmas em times juvenis e adultos, masculinos e femininos, que disputam as principais competições nacionais. Outra dificuldade é manter uma equipe de ponta. Os profissionais que trabalham no Instituto tem um perfil bastante específico, que são raros no mercado. Então, valorizamos muito nossa equipe de colaboradores, que fazem os resultados acontecerem dentro e fora de campo. Todo o esforço e envolvimento tem sido recompensador, na medida que  temos tido resultados mais do que positivos com os alunos sempre respondendo à altura, mostrando desenvolvimento pessoal e social a cada dia, e evoluindo como atletas de Rugby.

Qual o acompanhamento que vocês têm com relação aos atletas que saem do programa?
Atualmente, estamos com times adultos feminino e masculino. Isto tem sido uma nova fase, em que estes atletas têm a oportunidade de jogar no clube que os formou, e no bairro onde moram. Ainda mantemos parceria que temos de longa data com o Pasteur Athlétique Club nas categorias M15, M17, M19 e adulto masculino, com a intenção de ter times independentes gradualmente, para, em um médio prazo, estar disputando as principais divisões do Rugby Paulista e Nacional. Já as Leoas adultas estão jogando todas com a camisa amarela e preta, com resultados surpreendentes para o primeiro ano que disputam pra valer nesta categoria. Logo no início deste ano jogaram o qualificatório para o circuito nacional e terminaram em segunda colocação, conseguindo a vaga. Agora já estão indo pra terceira etapa do circuito, com resultados bastante expressivos. Mas a principal função do Instituto com os alunos mais velhos é justamente promover e estimular a autonomia dos mesmos, em um trabalho voltado para a identificação de habilidades e afinidades, além do foco na gestão da rotina para que possam fazer esta transição para a vida adulta e planejar sua entrada no mercado de trabalho e no mundo acadêmico, além de continuar praticando esportes e jogando rugby.

Vocês lidam com trajetórias de vida complexas que encontraram no esporte uma saída…
A maioria de nossos alunos tem histórias de superação. Vivem em uma comunidade pobre, onde ter poucas oportunidades e ser atraído pra outras não tão benéficas é normal. Só o fato de estarem praticando rugby e vestirem esta camisa com tanto amor já é uma grande superação. No próprio filme temos a Gabrielle, que teve um filho com 17 anos e, após um período conturbado, conseguiu voltar a jogar e hoje faz parte novamente do time das Leoas. Temos várias outras histórias. Algumas são retratadas no filme e quem ver vai ficar orgulhoso de quem são os Leões, e os valores que carregam e difundem dentro e fora de Paraisópolis.

Quais os pontos positivos para elas, no sentido de empoderamento?
As meninas sempre estiveram presentes nas turmas do Instituto Rugby Para Todos desde o início. Em 2011, uma das primeiras voluntárias do Instituto em 2004, Marcia Muller, voltou a dar aulas no projeto, cuidando das turmas das meninas, o que vêm fazendo até hoje com muita entrega. Discutindo com a Marcia e a equipe educacional, identificamos que era importante ter um programa específico voltado para as alunas, tanto esportivo quando educacional, focado em saúde e empoderamento feminino. Começou assim o que chamamos aqui de Programa da Mulher, que tem um planejamento específico, principalmente a partir dos 14 anos, quando são separadas dos meninos nas turmas de rugby. Com este programa foi possível identificar de forma mais clara as demandas de gênero, principalmente em relação à saúde e direitos. Isto é totalmente feito de forma integrada com os valores e a própria prática do rugby, mas com atividades transversais que possibilitaram abordar temas variados que fazem parte deste universo. Os resultados mostram muitos pontos positivos: as meninas são ultra organizadas dentro e fora de campo. E elas jogam em um nível altíssimo, enfrentando de igual para igual todos os times do Brasil. E se mobilizam fora de campo para que a participação do time das Leoas seja possível cuidando dos uniformes, fazendo rifas, trufas e bolos para vender e arrecadar verba pra inscrição e transporte. E isto mostra como vale a pena dar a elas esta oportunidade, em um cenário onde a mulher é sempre desvalorizada no esporte.

Qual o seu maior aprendizado de vida nessa experiência?
O maior aprendizado é que sozinho não fazemos nada. Muitas vezes podemos tomar decisões que depois descobrimos que não eram as melhores, ou não termos os recursos como gostaríamos. Mas se estivermos juntos para resolver os problemas e buscar chegar onde queremos, focados na mesma missão, tudo é possível. Ao iniciarmos o projeto em 2004, logo percebemos que as pessoas, de um modo geral, têm a vontade de fazer algo pelo outro, algo que deixe um legado para o mundo onde vivem. A base do Instituto Rugby Para Todos sempre foi a do voluntariado. Mesmo hoje, que temos profissionais contratados, todos, sem exceção, se voluntariam para fazer sempre mais, pensar sempre além, para que os alunos consigam os resultados possível. E isso é o que aprendemos no rugby. Nos doarmos por algo em que acreditamos. Neste sentido, gostaria de registrar meu agradecimento infinito a todos os meus treinadores e parceiros de time, que me ensinaram, através de palavras e de atitudes, os valores do rugby e que com trabalho duro e união se consegue resultados incríveis.