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Festival Maker

Festival Red Bull Basement: programação completa

21ago

por Red Bull Station

Festival Red Bull Basement
Festival Red Bull Basement retorna em sua terceira edição focado em Tecnologia e Sociedade, depois de explorar o tema “Reprogramar a Cidade” na edição de 2016. No sábado, dia 2 de setembro, o Red Bull Station promove o evento das 11h às 20h, com uma série de palestras e oficinas, além de uma exposição que aborda como projetos inovadores podem solucionar diversas questões sociais.

O modo como a tecnologia é capaz de ajudar no desenvolvimento democrático e maior participação popular, as ferramentas usadas para essa descentralização e os exemplos inovadores de cidadãos que tomam parte na gestão de assuntos de interesse público são os tópicos nortearão a edição de 2017.

Um dos destaques entre os palestrantes é Luli Fadherer, professor-doutor de Comunicação Digital da ECA da USP e consultor de projetos de inovação digital. Ele vai falar a respeito da datacracia, o regime político cada vez mais baseado em dados, sensores e analytics, que usa informações pessoais para fins comerciais.

Aprender a usar o Arduino para criar um sistema de irrigação automatizada de hortas urbanas e construir um mobiliário urbano coletivamente estão entre as oficinas que serão oferecidas gratuitamente. Mais uma vez, haverá o Café Reparo, ponto de encontro de quem deseja consertar equipamentos ou dar novos usos a eles. A ideia é também interromper o ciclo de descarte.

Na programação também está prevista a apresentação dos projetos dos participantes da terceira edição da Residência Hacker. Durante dois meses os residentes selecionados ganham auxílio para desenvolverem seus projetos cujo objetivo final é resolver questões urbanas e deixar um legado para a sociedade.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

• PALESTRAS
11h30 às 12h40 – “Vivendo Dentro da Máquina: Como Sobreviver à Datacracia do Futuro”
Com Luli Fadherer, professor-doutor de Comunicação Digital da ECA da USP e consultor para projetos de inovação digital.
Datacracia é o regime político cada vez mais baseado em dados, sensores e analytics, que muitas vezes causa problemas e miopias geopolíticas. Um exemplo é a operação do metrô de Londres estar nas mãos da Microsoft, que usa os dados obtidos para fins comerciais. A palestra vai abordar os riscos da manipulação de dados e o que isso significa.
Entrada gratuita.
Inscrições pelo link: https://tickets.redbull.com/landingpage/372

14h às 15h10 – “Litro de Luz: Iluminando o Mundo, uma Garrafa de Cada Vez”
Com Laís Higashi, presidente da ONG Um Litro de Luz, que leva energia elétrica a comunidades que vivem sem luz.
Ela vai contar como o movimento, que já alcança mais de 20 países, utiliza garrafas PET e energia solar para iluminar as casas de comunidades de todo o mundo.
Entrada gratuita.
Inscrições pelo link: https://tickets.redbull.com/landingpage/373

15h35 às 16h45 – “O Futuro das Manufaturas Distribuídas”
Com Jorge Lopes, doutor pela Faculdade de Engenharia Química da Unicamp.
O panorama atual e perspectivas futuras dos sistemas de manufatura aditiva e escaneamento 3D, que transformam a prática de designers, engenheiros e artistas, é tema da palestra de Jorge Lopes. A democratização e disseminação dos meios tecnológicos através de sistemas abertos, bem como as novas tecnologias que impactam a qualidade de vida e a longevidade, também serão abordadas.
Entrada gratuita.
Inscrições pelo link: https://tickets.redbull.com/landingpage/374

17h às 18h10 – “Empreendedorismo, Hardware e Impacto Social”
Com Anielle Guedes, fundadora e CEO da Urban3D.
Empreender em hardware no Brasil não é das tarefas mais fáceis. Anielle vai falar sobre esse processo, tendo como pano de fundo a história da Urban3D, uma startup que busca atingir o estado da arte na construção civil. Os benefícios e as dificuldades de se trabalhar na área também serão abordados.
Entrada gratuita.
Inscrições pelo link: https://tickets.redbull.com/landingpage/386

18h25 às 20h – Apresentação dos Projetos Residentes da 3ª Residência Hacker.
Entrada gratuita.
Inscrições pelo link: https://tickets.redbull.com/landingpage/376
Lotação: 100 pessoas
Local: Auditório

• OFICINAS
Synth Intro: Atari Punk Console
A portabilidade das novas tecnologias tem também modificado a forma como utilizamos o espaço público para o lazer. Atualmente, podemos criar equipamentos portáteis que promovem novas formas de fazer música e ocupar novos espaços na cidade. A ideia desta oficina é montar um oscilador/sintetizador Atari Punk Console com sensor de luz para modular a frequência gerada. Esse circuito serve como porta de entrada para o mundo dos sintetizadores analógicos. É hackeável e versátil.
Vagas: 15
Carga horária: 11h às 13h.
Facilitação: Mauricio Jabur.
Local: Ateliê Analógico.
Entrada gratuita
Inscrições pelo link: https://tickets.redbull.com/landingpage/377

Uso de Arduino para Irrigação Automatizada de Hortas Urbanas
Esta oficina visa potencializar a emancipação das pessoas através automatização da irrigação de hortas urbanas. O objetivo é montar e projetar o próprio sistema de controle e monitoramento da irrigação utilizando a plataforma Arduino. Além de hortas urbanas, esse sistema pode ser usado em iniciativas de agricultura urbana de médio porte. O caráter acessível e adaptável da plataforma Arduino permite que o sistema possa ser adaptado às necessidades específicas de cada usuário, ou seja integrado a outras técnicas, como a captação da água de chuva e o monitoramento climático local.
Vagas: 15
Carga horária: 11h às 17h.
Facilitação: Saulo Jacques e Marina Freitas.
Local: MakerSpace.
Entrada gratuita
Inscrições pelo link: https://tickets.redbull.com/landingpage/378
*Obs.: os participantes precisam trazer seu notebook.

Workshop de Design Paramétrico
Neste workshop os participantes conhecerão o processo de parametrização, criação e produção de mobiliário para corte em CNC Router. Também farão a montagem de um banco que ficará exposto no prédio. O workshop será ministrado pelo Studio dLux.
Vagas: 15
Carga horária: 14h às 15h30.
Facilitação: Studio dLux
Local: Galeria Principal
Grátis.
Inscrições pelo link: https://tickets.redbull.com/landingpage/380

Café Reparo
Projeto de difusão da cultura hacker, que tem como objetivo estimular a curiosidade para descobrir como as coisas funcionam. Com o objetivo de interromper o ciclo do descarte e retomar ou dar novos usos a equipamentos existentes, o Café Reparo vai ser ponto de encontro de pessoas, coletivos e utilizadores de computadores, mobiliário e equipamentos elétricos e eletrônicos, interessados em reparar seus objetos e equipamentos e também aprender a fazer pequenos reparos, aumentando a vida útil de objetos considerados descartáveis.
Horário: 11h às 20h.
Local: Galeria Principal.
*Obs.: Não é necessário inscrição. É só trazer seu objeto para conserto!

• OFICINAS – PRÉ-FESTIVAL
Workshop e Execução de Fabricação Digital para Mobiliário Urbano*
Workshop de fabricação digital para mobiliário urbano, que será produzido pelo maker Forest CNC. Serão três encontros, onde os participantes terão um introdução a novas tecnologias de corte, aprenderão a desenhar o mobiliário e os construirão no terceiro encontro. Com Studio dLux.
Vagas: 15
Horário: 18h30 às 22h30.
Data: 28, 29 e 30/8
Local:
Galeria Principal
Entrada gratuita
Inscrições pelo link: https://tickets.redbull.com/landingpage/380
*Obs.: Os alunos precisam ter domínio em AutoCAD ou Corel e deverão trazer seus notebooks no segundo e terceiro dias.

Olhar do Toque: Construindo mapas Táteis para Pessoas com Deficiência Visual
Nesta oficina construiremos um mapa tátil em grupo. Serão abordados temas como a colaboração da cultura faça-você-mesmo no desenvolvimento desses projetos, conceitos da tecnologia assistiva e a construção de diversos mapas táteis, passando por método artesanais à impressão 3D e corte a laser. Durante o festival os mapas serão exibidos no Red Bull Station, onde serão mantidos como legado.
Data: 01/09
Vagas: 16
Carga horária: 14h às 18h.
Facilitação: Marcos Oliveira, fundador da plataforma MeViro.
Local: Ateliê Analógico.
Entrada gratuita
Inscrições pelo link: https://tickets.redbull.com/landingpage/371

A oficina será detalhada e dividida em três fases:

Fase 1: Apresentação e Conceitos
– Apresentação dos conceitos de Tecnologia Assistiva;
– Como o mundo maker e a cultura do faça-você-mesmo podem contribuir para construção de soluções para pessoas com deficiência;
– Relato de uma pessoa com deficiência visual sobre seus problemas com mobilidade;
– Apresentação de conceitos sobre mapas táteis;
– Apresentação de diferentes mapas táteis.

Fase 2: Mão na Massa
Para este momento, a ideia é que os participantes sejam divididos em grupos de 3 ou 4 pessoas. Cada grupo vai ser responsável pela construção de um mapa tátil. A sugestão é que sejam feitos quatro modelos de mapas táteis.

– Na primeira fase, serão feitos mapas que utilizam materiais de baixo custo (papelão e palitos de dente) e que podem ser feitos por qualquer pessoa;
– Na segunda fase, serão feitos mapas que utilizam os métodos atuais de prototipagem rápida, como impressão 3D e a cortadora a laser.

Fase 3: Apresentação/Entrega dos Mapas e Cadastro na plataforma MeViro
A ideia é fazer uma apresentação dos mapas e dificuldades sentidas na construção. A pessoa com deficiência visual que estiver participando vai poder testar o mapa e dar sua opinião sobre os modelos criados. Ao final da oficina, os projetos serão cadastrados na plataforma MeViro para que outras pessoas consigam replicá-los onde quer que estejam.

• EXPOSIÇÃO
Exposição dos protótipos desenvolvidos pelos residentes da 3ª Residência Hacker.
Local: Galeria Transitória
Projetos:
1) Micro Aerogerador;
2) Tecnologia Cidadã por meio de estações meteorológicas modulares;
3) Flux;
4) ClimoBike;
5) Horta vertical automatizada.

 

Festival Maker

FAZ: Veja como foi a oficina com o coletivo uruguaio Hornero Migratorio

01nov

por Red Bull Station

Durante o FAZ – Festival de Cultura Maker, o coletivo uruguaio Hornero Migratorio deu uma oficina de criação musical e audiovisual coletiva de dois dias. Ministrada por Francisco Lapetina, Miguel Grompone e Fernando Rodriguez, o objetivo do encontro era estimular a criatividade e sensibilizar o lado sonoro de cada participante, configurando-se menos como uma aula e mais como um laboratório, um espaço de experimentação.

Neste vídeo abaixo, resultado do encontro, dá pra sentir um pouco desse clima e da produção realizada durante o workshop.

Festival Maker

“Brinquedos são meu universo de inspiração criativa”, diz Jorge Crowe

14out

por Red Bull Station

Nascido em Mendoza, o argentino Jorge Crowe construiu sua trajetória na intersecção das artes visuais com a educação e a tecnologia. Tendo o universo do código aberto e do faça você mesmo como base, ele se apresenta na noite desta sexta-feira (14) no FAZ.

Foto: www.jcrowe.xyz
Foto: www.jcrowe.xyz

Diretor de um espaço chamado Laboratorio de Juguete, no qual ensina eletrônica básica e reutilização de tecnologia obsoleta, Jorge também é professor no mestrado em Artes Eletrônicas da universidade UNTREF, em Buenos Aires.

Em “Ludotecnia”, o artista faz uma performance audiovisual que está em constante mutação e que tem como essência o uso de brinquedos para a criação da imagem e do som em tempo real. O argentino ainda apresenta no FAZ, no domingo, um projeto no qual propõe questionamentos sobre a cena maker atual.

Batemos um papo com ele para saber mais sobre os dois projetos.

Seu trabalho converge tecnologia, arte, educação. Quando e como o interesse nestes temas surgiu na sua vida?
Ensinar é uma tradição de família. Minha mãe é professora, minha tia, meu tio, meus primos… É algo que rolou espontaneamente. Eu trabalho no ensino formal e informal desde os meus 23 anos (há 16 anos!). Uma vez que, para muitos artistas o ensino é muitas vezes a única fonte estável de renda, eu me considero muito sortudo de gostar tanto de ensinar. É uma área que também estimula muito meu trabalho artístico. A intersecção da tecnologia com a arte vem desde a infância também, eu sempre amei matemática, biologia, química, bem como desenho ou ouvir música. Estava prestes a estudar física e, no último minuto, me decidi por artes visuais.

Você poderia comentar um pouco sobre “Ludotecnia”: quando o espetáculo nasceu, qual é a essência do trabalho e se ele já foi apresentado no Brasil. E também a conexão desse projeto com o Laboratorio de Juguete…
“Ludotecnia” é uma performance audiovisual ao vivo que vem sendo realizada há vários anos. Como é um processo em desenvolvimento constante, nunca para de mudar. Sua essência é o uso de brinquedos e objetos para a construção de som e imagem em tempo real. Um espaço híbrido no cruzamento da música, da cultura VHS e do teatro de objetos e marionetes. Tenho a sorte de tê-la apresentado no Brasil em duas ocasiões: em Ubatuba, no Tropixel Festival; e em Belo Horizonte, na abertura da Gambiólogos 2.0, convidado pelo Gambiologia, coletivo que admiro muito. Mas, como eu disse anteriormente, é uma forma mutante, então a apresentação desta sexta-feira será totalmente nova, de certa forma.

A relação com o projeto Laboratorio de Juguete é grande por conta desta fusão que falamos entre a prática artística e o ensino. Sendo o Laboratorio meu espaço de divulgação e desenvolvimento da eletrônica, muitos dispositivos que eu uso [na apresentação] foram desenvolvidos lá — e até mesmo foram tema de vários workshops. Os brinquedos são meu universo de inspiração criativa. Quase uma obsessão.

Foto: www.jcrowe.xyz
Foto: www.jcrowe.xyz

Além do “Ludotecnia”, você vai apresentar um projeto no sábado que discute a “bolha maker”. Como vê esta cena atualmente?
A partir da democratização da prática da eletrônica e da programação, graças à internet, houve um enorme e crescente interesse em mergulhar nestas disciplinas. Ao longo dos anos, vimos surgir plataformas e criações que tiveram grande impacto em todo o mundo e, claro, elas se tornaram um bom negócio. Isso chamou a atenção de investidores e empresas que começaram a inflar o mundo do “faça você mesmo” com pretensões de lucro. Por um lado, esta popularidade foi positiva em termos de divulgação, mas a esta altura a cultura do fazer está um pouco sufocada pelo empreendedorismo, pelas start-ups, crowdfunding, hackathons e mil novas palavras e tecnicismos que a transformaram numa moda e tendem a distorcer as origens comunitárias e contraculturais dessas práticas. É inevitável, e não necessariamente negativo de todo, mas não acho que devemos abraçar esta tendência sem questionamentos. A apresentação terá mais perguntas do que respostas, mas procura problematizar esse fetichismo tecnológico que nos distancia de ações críticas e reflexivas.

LUDOTECNIA
14/out a partir das 21h30 no FAZ
Entrada gratuita; retirada de senhas a partir das 19h — saiba mais aqui
Red Bull Station – praça da Bandeira, 137 – São Paulo/SP

(Por Adriana Terra)

Festival Maker

Veja a programação gastronômica do FAZ

13out

por Red Bull Station

A programação de comidinhas do FAZ está tão diversa quanto o evento, com bikes de comida na laje do prédio servindo de sanduíche de pernil a bruschettas e wraps. Na sexta-feira à noite, a Cafeteria servirá ainda hambúrguer (com opção vegana), coxinhas, cachorro quente com guacamole e focaccia.

Veja abaixo a programação completa:

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LAJE (sábado e domingo)
Graxá Food Bike (sanduíche de pernil) – facebook.com/graxafood
Bruschetteria (bruschettas) – facebook.com/nabikebruschetteria
Smore’s (sanduiche de cookie) – facebook.com/smoresbrasiloficial
Pegleve (wraps saudáveis) – facebook.com/PegLeve-1004925592862103

CAFETERIA

Para comer
Coxinha de mandioquinha, carne seca e catupiry R$ 8
Coxinha de batata doce, espinafre e queijo de cabra R$ 8
Coxinha de inhame, shitake e gengibre R$ 8 (vegano)

Foto: Tadeu Brunelli
Foto: Tadeu Brunelli

Somente na sexta-feira
Empada (vegetariana ou frango) R$ 6
Focaccia de abobrinha, tomate e tapenade R$ 14 (vegano)
Hamburguer vegano, homus, broto de feijão e hortelã R$ 22 (vegano)
Hamburguer de fraldinha, cheddar, cebola crocante, verdes e tomate confit R$ 22
Cachorro quente com guacamole e taco R$ 15
Brigadeiro R$ 4
Cupcake R$ 6 (com opção vegana)

Para beber
Red Bull R$5

Red Bull Station Cocktails (com álcool R$ 17)
Moscow Bull – Vodka, xarope de de gengibre, limão, angostura, Red Bull Energy Drink
Cranberry Spritz – Aperol, laranja, Red Bull Cranberry
Mojito Lime – Rum, hortelã, limão, Red Bull Lime
Red Bull Iced Tea – Vodka, gin, rum, cointreau, limão, Red Bull Energy Drink
Sbagliato – Vermute Rosso, bitter, laranja, Red Bull Blueberry

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Red Bull Twist R$ 10 (sem álcool)
Uva Twist – Uvas Niágara, limão, manjericão, Red Bull Cranberry
Gengibre Twist – Xaropoe de gengibre, limão, angostura, Red Bull Energy Drink
Mojito Lime – Rum, hortelã, limao, Red Bull Lime

Soft drinks:
Água R$ 5
Refrigerante R$ 5
Café expresso R$ 4,50
Sucos R$ 7 (Limão, hortelã, gengibre e açúcar de coco OU frutas vermelhas com manjericão e baunilha)

Cervejas (long neck):
Miller R$ 9
Oak Bier R$ 15
Capitu (310ml) R$16

Doses:
Absolut R$ 15
Jameson R$ 15
Gin Beefeater R$ 15
Cachaça R$ 10

Festival Maker

Conheça os projetos selecionados para mostra no FAZ – Festival de Cultura Maker

10out

por Red Bull Station

Além de uma série de oficinas, apresentação de espaços hacker e de inovação, programação gastronômica, palestra e show, o Red Bull Station vai receber também uma mostra de projetos maker durante o FAZ.

Foram 21 selecionados via convocatória aberta, que se deu em setembro, para exibir suas ideias, produtos ou protótipos no sábado (15) e no domingo (16) de festival.

Confira abaixo os projetos escolhidos e seus autores — em caso de impossibilidade de apresentação de algum durante o evento, serão convocados suplentes.

Abrigo de Emergência (Kevin Alves de Carvalho)
Bangboo (Coletivo Máquina Tudo)
COBeer (Wagner Lucio)
Cloud Garden (Rafael Arevalo)
Colabora Comparte e Crie (Colectivo Dinámico Lab)
Cozinha Pirata Móvel Sol de Noite (Ingrid Rocio Cuestas Sguerra)
Dechavadores Elétricos Grinder (Juliano Lopes dos Santos)
Eletroartesanato (um lugar onde resguardar-se até que exploda a bolha maker) (Jorge Crowe)
Hackaton Paulista -Mobiliários Urbanos Portáteis (Maria Augusta Bueno)
Hornero Migratório (Francisco Lapetina)
HyperSax – Saxofone Extendido por meio de Eletrônica (Gustavo Nishihara)
ILUME – Instalação Open Source (Igor Abreu)
LambeBuceta (Karen Tiemi Franzese Kawagoe)
LCLE – Hardware Livre para WetLabs (Bruno Rafael Arico, Eduardo Padilha Antonio e Rita Wu)
Microduíno – Everyone is an Inventor (Gustavo Chien)
midiGita (Artur Vasconcelos Cordeiro)
Togotoy (Giulia Yosue Kawakami Pereira e Vitor Yamashita Akamine)
Recicladora de Filamentos 3D de Mesa (Francisco Martins Carabetta)
Robôs de Resgate com Arduíno (Roselito Ferreira Gonçalves)
Tensegrindo Conexões entre Geometria e Corpo (Fabiano Gonçalves)
Universum – Fora da Caixa (Wandré Gouveia do Carmo Ananais)

Festival Maker

Veja a programação do FAZ – Festival de Cultura Maker

03out

por Red Bull Station

Em sua primeira edição, o FAZ – Festival de Cultura Maker acontece de 14 a 16 de outubro com a ideia de estimular a criação e a prática mão na massa nas mais diversas áreas. O evento foi pensado junto a fablabs e espaços maker e hacker importantes do país, como o Garoa Hacker Clube, Garagem Fab Lab, Rede Fab Lab Brasil, Lilo.Zone e Oficina Lab.

Com palestras, apresentação de projetos, programação gastronômica e dezenas de oficinas gratuitas que incluem de tecnologia a jardinagem, passando por marcenaria, gastronomia e música, o encontro ocorre durante três dias por todo o prédio do Red Bull Station.

Foto: Marcelo Maragni
Tem oficina de sonoridades com Arthur Joly na agenda | Foto: Marcelo Maragni

Quem abre o festival na noite de sexta-feira (14) é Guto Lacaz, maker por natureza muito antes do termo existir, profissional que construiu sua trajetória na intersecção entre arte e ciência — ótima figura para pensar essa cena que cresce em todo o mundo agora. Após a palestra do designer, o argentino Jorge Crowe faz apresentação musical com brinquedos.

No sábado e no domingo, workshops vão tomar o prédio, assim como mostras de projetos que têm como base o “faça você mesmo” e o compartilhamento de ideias. Durante o evento, os ateliês do Red Bull Station serão ainda ocupados pelos coletivos que ajudaram a construir o FAZ, que mostrarão um pouco de sua atuação.

Veja abaixo a programação resumida e, nos links, saiba detalhes. Para acompanhar tudo do festival, acesse -> www.redbullstation.com.br/festivalmaker.

::SEXTA-FEIRA (14)

Guto Lacaz: Arte, Transgressão e Ciência + Ludotecnia, de Jorge Crowe – 20h-23h
Invencionista por natureza, Guto Lacaz falará da sua trajetória e prestará homenagem aos seus mestres makers. Após a palestra haverá show do argentino Jorge Crowe, que se apresenta ao vivo com brinquedos. Saiba mais -> www.jcrowe.xyz

Programação gastronômica – 19h às 23h
Hambúrguer, cachorro quente com taco e guacamole, focaccia e mais — veja detalhes aqui.

Biciclóptica de Guto Lacaz
Biciclóptica de Guto Lacaz

::SÁBADO (15) -> DETALHES AQUI

Mostra de projetos maker
11h-11h30 – Horta de temperos (Camila Pereira de Camargo Schiabel)
11h45-12h15 – HyperSax : Saxofone extendido por meio de eletrônica (Gustavo Nishihara)
12h30-13h – midiGita (Artur Vasconcelos Cordeiro)
13h15-13h45 – Togotoy (Giulia Yosue Kawakami Pereira, Vitor Yamashita Akamine )
14h-14h30 – LCLE – Hardware Livre para WetLabs (Bruno Rafael Arico, Eduardo Padilha Antonio e Rita Wu)
14h45-15h15 – COBeer (Wagner Lucio)
15h30-16h – Hackaton Paulista -Mobiliários Urbanos Portáteis (Maria Augusta Bueno)
16h15-16h45 – Recicladora de Filamentos 3D de Mesa (Francisco Martins Carabetta)
17h-17h30 – ILUME – Instalação Open Source (Igor Abreu)
17h45-18h15 – Microduíno – Everyone is an Inventor (Gustavo Chien)
18h30-19h – Hornero Migratório (Francisco Lapetina)

Programação gastronômica – 12h às 20h
Food bikes de sanduíche de pernil, wraps, bruschettas e sanduíche de cookies — veja detalhes aqui.

Oficinas (inscrições encerradas)
Bordando com LilyPad – 10h às 12h
Uso da Gogo Board na robótica pedagógica – 10h às 13h
Audiovisual mão na massa – 10h às 13h
Kit educacional Maker RUTE – 10h às 13h
Tendas de bambu – 10h às 13h
Gadget para carro – 10h às 13h
Acessórios urbanos com laser – 10h às 13h
Sex Hacking – faça seu próprio anel vibratório – 10h às 13h
Fliper Maker – 10h às 19h30
Workshop de sonoridades – 11h às 17h
Montagem de placa Learn Shield para Arduíno – 13h30 às 17h30
Bancos e banquetas – 13h30 às 17h30 // Vagas esgotadas
Horta modular – Cultivar (en)aixa – 13h30 às 17h30 // Vagas esgotadas
Robô Coboot – 13h30 às 17h30
Oficina de estêncil em roupas – 13h30 às 17h30
Scanner 3D Ciclop – 13h30 às 17h30
Oficina de criação audiovisual coletiva (pt. 1) Hornero Migratorio – 15h às 18h
Pop-ups iluminados – 18h às 20h
Oficina de carimbos – 18h às 20h
Fábrica de forminhas – 18h às 20h
Como projetar bicicletas de bambu personalizadas – 18h às 20h
Oficina de Jogos Locativos – 18h às 20h
Receitas veganas com alimentos que seriam descartados – 18h30 às 19h30

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Foto: Fabio Piva

::DOMINGO (16) -> DETALHES AQUI

Mostra de projetos maker
11h-11h30 – Tensegrindo Conexões entre Geometria e Corpo (Fabiano Gonçalves)
11h45-12h15 – Bangboo (Coletivo Máquina Tudo)
12h30-13h – LambeBuceta (Karen Tiemi Franzese Kawagoe)
13h15-13h45 – Dechavadores Elétricos Grinder (Juliano Lopes dos Santos)
14h-14h30 – Cozinha Pirata Móvel Sol de Noite (Ingrid Rocio Cuestas Sguerra)
14h45-15h15 – Colabora Comparte e Crie (Colectivo Dinámico Lab)
15h30-16h – Eletroartesanato (um lugar onde resguardar-se até que exploda a bolha maker) (Jorge Crowe)
16h15-16h45 – Cloud Garden (Rafael Arevalo)
17h-17h30 – Abrigo de Emergência (Kevin Alves de Carvalho)
17h45-18h15 – Universum – Fora da Caixa (Wandré Gouveia do Carmo Ananais)
18h30-19h – Fab Lab Livre SP – Laboratórios de fabricação digital como política pública da Prefeitura de São Paulo

Programação gastronômica – 12h às 20h
Food bikes de sanduíche de pernil, wraps, bruschettas e sanduíche de cookies — veja detalhes aqui.

Oficinas (inscrições encerradas)
Zul – luminárias articuladas – 10h às 13h
Mesh, vestimenta modular com fabricação digital – 10 às 13h
Oficina Ciência Cidadã – NoiseÁgua – 10h às 13h
Oficina de construção de uma máquina Extrusora – 10h às 13h
Oficina: Brisador – 10h às 13h
Workshop de sonoridades – 11h às 17h
Poltrona Oficina – 13h30 às 17h30
Microscópio Hacker – 13h30 às 15h30
Objetos de madeira – 13h30 às 17h30
Puppet-tronics – 14h às 16h
Oficina de criação audiovisual coletiva (pt. 2) Hornero Migratorio – 15h às 18h
Instrumentos criativos – 16h às 20h
Receitas veganas com alimentos que seriam descartados – 17h30 às 18h30
Videomapping – 18h às 20h
Impressão 3D – 18h às 20h
IQlight Luminária – 18h às 20h

Foto: Felipe Gabriel
Foto: Felipe Gabriel

Sobre o evento

O FAZ – Festival de Cultura Maker é uma oportunidade de envolver, inspirar e cultivar relações entre fazedores, invencionistas e entusiastas. A figura do maker é conhecida por sua curiosidade e iniciativa nas mais diversas tarefas e circunstâncias. Cooperação, engenhosidade e flexibilidade são alguns dos valores praticados, parte de uma visão de mundo que promove o conhecimento aberto e a colaboração em rede.

Em sua primeira edição, o FAZ centra suas atividades no FAZER. Dezenas de oficinas tomarão o prédio com temáticas girando em torno da ideia das “coisas”: Coisas Ruidosas, Coisas de Papel, Coisas que Piscam, Coisas Comestíveis. Outro interesse do festival é destacar a cena maker na música, com workshops de construção de instrumentos e de sonoridades, além da apresentação de projetos relacionados a este universo.

Festival Maker

“Temos que mudar o modo de pensar”: assista à palestra do holandês Frank Kresin

12set

por Red Bull Station

Convidado a fazer o discurso de abertura do Festival Red Bull Basement, que ocorreu no último dia 20 de agosto, o diretor do instituto holandês Waag Society, Frank Kresin, falou ao público sobre cidades, tecnologia, cultura e comportamento — e sobre como tudo isso está ligado. “A tecnologia está influenciando muito a cultura, e a cultura também está influenciando a tecnologia. Programadores precisam ser agentes ativos e entender que a tecnologia está direcionando muito o que podemos e não podemos fazer”, diz ele.

O tema da palestra era Cidades Inteligentes, mas Frank foi logo dizendo que preferia a ideia de cidades hackeáveis. “Existem muitas falhas e problemas com essas cidades inteligentes como estão sendo propostas atualmente. Primeiramente, elas começam pela tecnologia e não pelos humanos e seus desafios. Não olham para o que os humanos querem ou precisam, e tentam apenas empurrar tecnologias caras para dentro das cidades, desumanizando-as em vez de humanizá-las“, apontou.

Formado em cinema e inteligência artificial, Kresin falou sobre mobilidade urbana — “até 2020 tenho certeza que teremos carros auto-dirigíveis, mas não é preciso tantos carros se você tiver mobilidade em vez de automóveis” — e sobre educação em tempos de fablabs. “Acho que a escola tem uma tarefa muito importante porque é o lugar onde as pessoas aprendem. Por outra lado, ela não é o único lugar para pessoas aprenderem. No futuro próximo, não vamos ter uma profissão, mas novas profissões contínuas, o que significa que vamos ter que estudar nós mesmos por toda nossa vida”, disse.

Foto: Fabio Piva / Red Bull Content Pool
Foto: Fabio Piva / Red Bull Content Pool

Explicando como funciona a Waag Society e o pensamento crítico que guia a instituição, Kresin falou: “Achamos que tecnologia não é uma coisa neutra, achamos que ela incorpora alguns valores que podem ser tanto centralizadores e de cima para baixo quanto populares e distribuídos. Ela pode ser orientada pela competição, por interesses econômicos, mas também pode seguir valores sociais e colaborativos”.

O holandês respondeu ainda sobre obsolescência programada, tema central da ação de um dos projetos que participou do festival pelo segundo ano, o Café Reparo. Para o holandês, “de alguma forma, nós precisamos ficar contentes não com o aparelho mais novo, mas com o aparelho do ano passado, porque ainda funciona. Existem muitos hackers que deliberadamente trabalham com computadores velhos porque eles funcionam, e se funcionam por que não usá-los? Se nós conseguirmos mudar essa mentalidade, acho que vamos conseguir algo melhor que qualquer coisa que a Fairphone conseguir. Mas não vai ser fácil.”

Assista abaixo à palestra na íntegra.

Festival Maker

Quer participar do FAZ? Festival abre inscrições para mostra de projetos

05set

por Red Bull Station

O FAZ – Festival de Cultura Maker ocorre no próximo mês de outubro em sua primeira edição no Red Bull Station, com uma programação de oficinas, mostras e debates pensada junto aos principais fablabs e espaços hacker e maker de São Paulo, como Garoa Hacker Clube, Garagem Fab Lab, Rede Fab Lab Brasil, Estúdio Lilo e Oficina Lab.

Além da agenda criada colaborativamente com os representantes destes espaços, estão abertas a partir desta segunda (5) mais de 40 vagas para quem quiser apresentar um projeto no evento: fazedores, invencionistas e entusiastas do movimento maker estão convidados a inscrever trabalhos de naturezas variadas (tecnologia, artes visuais, moda, gastronomia, jardinagem, marcenaria, design, arquitetura, entre muitos outros campos).

A convocatória selecionará projetos em diversos estágios de desenvolvimento para apresentação em duas modalidades: presencial ou em vídeo. Os 44 selecionados (20 presenciais e 24 em vídeo) terão até 30 minutos para apresentar o seu projeto, protótipo, produto ou startup ao público durante o FAZ.

Para participar, os interessados devem enviar, até 30 de setembro, um e-mail para festivalmaker@redbull.com.br contendo os seguintes dados:

::MODALIDADE PRESENCIAL
1. Indicar no assunto [Chamado Aberto – FAZ – Presencial]

2. Enviar no corpo do e-mail
a) Nome completo
b) Contato
c) Nome da apresentação

3. Enviar um PDF de até 5mb contendo:
a) Nome completo
b) Contato
c) Nome da apresentação
c) Minibio (aproximadamente 1 paragráfo)
d) Descrição e estágio do projeto

4. Anexar uma foto do propositor

::MODALIDADE VÍDEO

1. Indicar no assunto [Chamado Aberto – FAZ – Vídeo]

2. Enviar no corpo do e-mail
a) Nome Completo
b) Contato
c) Título do vídeo
d) Link para visualização do vídeo (de até 5 min, falado — ou legendado — em português)

3. Enviar um PDF de até 5mb contendo:
a) Nome completo
b) Contato
c) Nome da apresentação
d) Minibio (aproximadamente 1 paragráfo)
e) Descrição e estágio do projeto

Apresentação de projeto da residência hacker durante o Festival Red Bull Basement, em agosto passado | Foto: Marcelo Paixão
Apresentação de projeto da residência hacker durante o Festival Red Bull Basement, em agosto | Foto: Marcelo Paixão

::SOBRE O FAZ

O festival surge de uma série de encontros abertos realizados no Red Bull Station no primeiro semestre de 2016, dentro do programa Red Bull Basement. O foco dos encontros foi o de descobrir e identificar as particularidades e demandas regionais, para assim fortalecer a cena local e reverberar na cena global.

A figura do maker é conhecida pela sua curiosidade e iniciativa nas mais diversas tarefas e circunstâncias. Cooperação, intercâmbio, improviso, engenhosidade e flexibilidade são alguns dos valores praticados pela comunidade. Parte de uma visão de mundo que promove o conhecimento aberto, o consumo consciente e sustentável, e a colaboração em rede.

PROGRAME-SE:
FAZ – Festival de Cultura Maker | De 14 a 16 de outubro no Red Bull Station

 

Festival Maker

Red Bull Station recebe Festival de Cultura Maker em outubro

29ago

por Red Bull Station

Depois do 2º Festival Red Bull Basement, que reuniu em um sábado diversas palestras e apresentações discutindo tecnologia e cidades no Red Bull Station, em outubro é a vez do FAZ – Festival de Cultura Maker tomar conta de todo o prédio por três dias.

Apresentação de projeto durante o Festival Red Bull Basement | Foto: Marcelo Paixão
Apresentação de projeto durante o Festival Red Bull Basement deste ano | Foto: Marcelo Paixão

O movimento maker tem como base a ideia de que todo mundo — seja profissional ou não — pode construir, consertar e modificar os mais diversos tipos de objetos e projetos usando as tecnologias disponíveis e o conhecimento compartilhado.

Com oficinas, debates e mostras de projetos, tudo organizado por temas que acolherão de iniciantes a especialistas, o FAZ é inspirado pela crescente comunidade de criadores brasileira e pela Maker Faire, maior evento desse universo. A ideia é construir um legado relevante para o Brasil, coroando uma série de encontros sobre o assunto realizados no Red Bull Station no 1º trimestre, muitos dentro do programa Red Bull Basement.

A agenda do festival está sendo construída de forma colaborativa junto a representantes dos principais fablabs e espaços hacker e maker de São Paulo, como Garoa Hacker Clube, Garagem Fab Lab, Rede Fab Lab Brasil, Estúdio Lilo e Oficina Lab.

Mão na massa no Festival Red Bull Basement | Foto: Fábio Piva
Mão na massa no Festival Red Bull Basement | Foto: Fábio Piva

Haverá ainda outras atividades definidas por meio de um chamado aberto, que acontecerá de 5 a 16 de setembro  — informaremos como participar por aqui. A programação completa será divulgada no início de outubro.

PROGRAME-SE:
FAZ – Festival de Cultura Maker | De 14 a 16 de outubro no Red Bull Station

Festival Maker

Perdeu o Festival Red Bull Basement? Resumimos ele pra você em 12 momentos

22ago

por Red Bull Station

Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool
Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool

Teve discussão sobre mobilidade, papel dos fablabs na educação, tecnologias abertas e cidades democráticas. Teve interatividade na instalação do Dimitre Lima e imersão na Sala Bolha. Teve acarajé fritinho na nossa laje, ao lado de hambúrgueres na chapa, quitutes árabes e veganos. Teve oficina cheia de interessados em arduíno, Café Reparo reunindo uma fila imensa de gente querendo abrir e consertar seus badulaques, além de apresentações de projetos dos participantes da residência hacker.

Foi bem agitado o 2º Festival Red Bull Basement e, pra quem não conseguiu ir ou pra quem já quer relembrá-lo, a gente preparou a seleção abaixo.

1. No térreo do prédio, o visitante era recebido por esse circuito de luzinhas criado por Dimitre Lima.

 

2. O artista também ocupou a Galeria Principal do prédio com “Code_/Mode On”, uma obra audiovisual interativa: ao acionar os tablets disponíveis ali, o público podia interferir nas projeções.

 

3. Logo pela manhã, a palestra de abertura atraiu um monte de gente para o auditório. O holandês Frank Kresin, diretor do instituto Waag Society, conversou sobre educação, mobilidade e trabalho sob uma perspectiva das mudanças que a cultura do compartilhamento pode trazer. Em breve teremos a íntegra da conversa com ele por aqui.

Foto: Fabio Piva / Red Bull Content Pool
Foto: Fabio Piva / Red Bull Content Pool

4. Entre uma palestra e outra, valia a pena dar um pulinho na Sala Bolha, espaço imersivo que ocupou um dos ateliês do prédio e que é projeto de um dos atuais residentes do Red Bull Basement, Ricardo Coelho. Muita ventania do lado de fora, calmaria do lado de dentro.

Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool
Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool

 

 

5. Outro destaque da manhã foi o papo sobre economia circular: “O design tem potencial para repensar todo o consumo de um produto”, ressaltou Pedro Themoteo, da MatériaBrasil, ao falar sobre a importância do olhar voltado para o serviço na confecção de um objeto.

Foto: Fabio Piva / Red Bull Content Pool
Foto: Fabio Piva / Red Bull Content Pool

6. Na laje, teve muita comidinha deliciosa: acarajé, hambúrguer, hommus de beterraba, moqueca vegana…

Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool
Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool

 

 

 

7. No térreo, além da instalação do Dimitre, rolou o Café Reparo — projeto que discute consumo e obsolescência programada por meio do conserto de objetos eletrônicos –, causando uma grande fila de gente que trouxe seus badulaques para serem abertos. “O público foi bem heterogêneo. Consertamos desde fornos elétricos a celulares, difícil falar qual foi o mais interessante”, diz Pedro Belasco, criador do projeto.

Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool
Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool

8. Pela tarde, tivemos mais conversa interessante: Carolina Cordeiro (Garagem FabLab), Heloísa Neves (WeFab), Paulo Henrique Silva (Curta Circuitos) e Wesley Schwab (Telefônica) falaram sobre prototipagem.

Fabio Piva / Red Bull Content Pool
Fabio Piva / Red Bull Content Pool

9. Outro papo que rolou foi sobre mobilidade: “O que a gente precisa entender é a transição da posse para o acesso. Nossas cidades são planejadas pros carros e não pras pessoas”, colocou o designer de produto Mateus Silveira.

Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool
Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool

10. Enquanto tudo isso acontecia, no makerspace do prédio tivemos oficinas cheias de gente interessada em saber pra que serve e como funciona a placa arduíno.

Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool
Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool

11. Já na Galeria Transitória, os participantes da residência hacker do Red Bull Basement – que acontece até outubro – explicaram seus projetos.

Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool
Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool
Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool
Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool

12. Pra finalizar, o último encontro no auditório – que reuniu Heloísa Neves, o chileno Tomás Vivanco e Ricardo Ruiz (UFPE) – discutiu o conceito de cidades abertas, gerando bons questionamentos para pensar sobre tudo o que foi falado no dia. O quanto os cidadãos estão se apropriando da tecnologia? O quanto essas tecnologias permitem, de fato, uma cidade mais democrática?

Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool
Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool

Abaixo, veja mais fotos do evento.

(Por Adriana Terra e Letícia Alessi)