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Arte

O caminho que a música percorre até chegar aos nossos ouvidos

20fev

por Red Bull Station

A gente pode até não se dar conta, mas toda música que ouvimos é resultado de um processo que envolve o esforço de muitas pessoas. Trabalho coletivo, ambição e busca por referências são apenas alguns dos elementos por trás da criação de um som. E é para ir mais fundo no assunto que o Red Bull Station recebe no dia 27 de fevereiro, a partir das 20h, o educador, produtor cultural, produtor executivo de turnês e produtos midiáticos (audiovisual, jogos, música, eventos) e consultor brasiliense Fabrício Ofuji para a palestra “Processos Criativos em Música e Produção Cultural“.

Tendo como base seu histórico como coordenador setorial de música do Laboratório Território Criativo, produtor responsável pela banda Móveis Coloniais de Acaju e também as suas experiências como educador, Ofuji irá debater o cenário de produção em projetos culturais abordando principalmente a criatividade. O evento é gratuito e todos os detalhes de como participar estão aqui.

Mas fica desde já a pergunta: é possível fazer com que um processo essencialmente criativo seja colocado dentro da lógica de produção? “É complexo, afinal ruptura, ousadia e outros termos relacionados à criatividade remetem ao oposto”, avalia Ofuji. “Mas é possível sim mensurar a criatividade e colocá-la dentro de uma lógica de produção.”

Claro que, para isso, é preciso ter em mente que o papel da produção cultural vai além do play que damos no streaming. A área é muito mais ampla e está relacionada à realização de serviços e produtos culturais que levam em conta os mais diversos assuntos e manifestações. “As discussões atuais, que vão de censura de exposições à lei de silêncio, ilustram a importância de se continuar produzindo cultura”, explica Ofuji. “Devemos estar sempre atentos.”

Fabrício Ofuji. Crédito: divulgação.
Fabrício Ofuji. Crédito: divulgação.

Fabrício Ofuji possui Mestrado em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero (2010) e já produziu discos, turnês, shows, videoclipes, campanhas digitais e filmes. Entre 2004 e 2016, recebeu diversos prêmios com o grupo Móveis Coloniais de Acaju, entre eles o MultishowOrilaxé – dado pelo grupo Afroreggae –Prêmio da Música Digital, além de apresentações por mais de 100 cidades brasileiras e algumas estrangeiras, com participação em festivais como Rock in RioPukkelpop (BEL) e Primavera Sound (ESP).

Arte

Drag Therapy, o projeto que busca mostrar o poder da montação drag queen como diferencial no mercado de trabalho

19fev

por Red Bull Station

“São Paulo é a melhor cidade para se montar no mundo nos quesitos volume, diversidade e talento”. Pode ser que você não soubesse disso, e é por esse motivo que um dos objetivos do Drag Therapy, projeto comandado pelo inglês (e autor da frase categórica) Mitchel Cutmore, é que a capital paulista ganhe reconhecimento como uma cena drag rica, diversa e inovadora. “A mídia internacional precisa começar a citar a cidade nas reportagens sobre tendências no mundo drag e parar de se limitar a lugares como Nova Iorque, Londres, Paris, Berlim e Sidney”, avalia Mitchel, que atende pelo nome Abba Ca$hi€r quando se monta.

E para que cada vez mais drags paulistas reconheçam o poder de sua montação dentro do mercado de trabalho, o Drag Therapy ganhou um novo apelido enquanto ocupa um dos ateliês do Red Bull Station durante o mês de fevereiro: “Departamento de Recursos Inumanos”. O nome visa provocar uma reflexão sobre o conceito de Recursos Humanos e como as normas estabelecidas atualmente não consideram ter drag queens no ambiente corporativo. “Na prática, isso significa que estamos colocando a valorização de drag queens e de seus talentos e habilidades profissionais em pauta. Queremos que o potencial das dragventuras como um processo alternativo e holístico de formação seja reconhecido como tal”, explica Mitchel.

Abba Ca$hi€r e Evah Parada. Crédito: Rodrigo Ladeira.
Abba Ca$hi€r e Evah Parada. Crédito: Rodrigo Ladeira.

Com o objetivo de expandir as dragtividades como diferenciais corporativos em diversas áreas, o Drag Therapy realiza este mês no Red Bull Station quatro edições de #draglab desenvolvidas especialmente para a ocupação. As oficinas buscam estudar como valorizar as atividades drag no mercado de trabalho ‘desmontado’.

“Ao longo de dragventuras frequentes, uma drag queen chega a desenvolver várias habilidades supervaliosas e que deveriam destacá-las no mercado de trabalho, como direção criativa, gestão de projetos, marketing digital, redes sociais e networking”, diz Mitchel. “Porém essa aprendizagem às vezes passa despercebida porque, mesmo no caso das drag queens assumidas em situações de trabalho, não é de se esperar que suas dragventuras sejam vistas como algo que agrega valor ao seu perfil profissional. As oficinas buscam mudar esse cenário”.

Pessoas que já se montaram, se montam ou que pensem em ser montar podem participar das atividades — independente de gênero e sexualidade. “Acredito que qualquer pessoa poderá tirar algo interessante”, conclui Mitchel. Confira mais detalhes nos links abaixo e participe. 

– 20/02: DragLab // Executive MBA Realness

– 21/02: DragLab // 9 to 5

– 23/02: DragLab // She Werks Hard For The Money

– 28/02: DragLab // Afiando a Língua

Arte

Coletivo Abebé aborda a construção da identidade afroindígena em série de eventos gratuitos

09fev

por Red Bull Station

“Nós somos curandeiros que curam através da arte e da cultura”. É assim que Charles Borges, diretor criativo do Abebé, tenta definir toda pluralidade do coletivo cultural que nasceu em maio de 2017 no Grajaú e que ocupa um dos ateliês do Red Bull Station durante o mês de fevereiro. “Começamos em três pessoas e hoje já somos nove, todos com a tarefa comum de proporcionar um local onde as pessoas possam ter acesso à cultura popular brasileira.”

Com esse objetivo, o coletivo criou três frentes: a Plataforma Cultural coletivoabebe.com, a startup em fase de desenvolvimento coartwork.abebe.com e, mais recentemente, o Índigo Lab, laboratório criativo itinerante destinado à oficinas de criação, debates, rodas de conversas e experimentações sociais. Abordando temas como arte, história, fotografia, afroempreendedorismo, identidade, negócios sociais e economia criativa, o Índigo Lab é mais uma ferramenta criada pelo Abebé para ajudar na construção de uma rede de conexões significativa. “É uma maneira da gente, por meio de encontros presenciais, usar do autoconhecimento e da nossa ancestralidade afroindígena para tratar assuntos como racismo e diversidade”, explica Charles.

Identidade visual do Índigo Lab
Identidade visual do Índigo Lab. Crédito: Coletivo Abebé.

Mais do que incluir as populações negra e indígena nos locais dos quais elas muitas vezes são privadas, o Coletivo Abebé enxerga na arte e na cultura uma forma de tornar a sociedade mais justa e inclusiva. “Tem gente que acha que arte e cultura não transformam”, fala Sara Sousa, produtora executiva do grupo. “É uma coisa pouco valorizada, mas tudo isso tem um poder muito grande de acesso que toca todas as pessoas”. Por isso, o grupo acredita ser importante estar em cada vez mais lugares e, durante o mês de fevereiro, traz para o Station uma série de atividades focadas na construção de identidade afroindígena.

Tendo a ancestralidade como base, o coletivo abordará temas como beleza, moda e autoconhecimento. “Queremos valorizar a estética negra e permitir que as pessoas tenham representatividade e se percebam como negras, indígenas, enfim, como brasileiras”, diz Vitor Xavier, produtor audiovisual do coletivo. “O Coletivo Abebé surgiu para preencher essa falta de representatividade que o povo brasileiro, que é miscigenado, precisa”, acrescenta Charles. “Queremos mostrar que existe beleza fora do padrão estabelecido e que essa transformação vem de dentro para fora, e trocando com um número maior de pessoas a gente acaba descobrindo nossas próprias habilidades, e é esse o objetivo maior de nossas atividades”, completa Suelen Ingrid, responsável pelo marketing do grupo.

Serão realizados quatro encontros, com vagas limitadas. Para garantir sua presença, é preciso realizar cadastro na plataforma Red Bull Tickets nos links nas descrições dos eventos abaixo.

• 15/02: Oficina “Divas da Quebrada”
https://www.facebook.com/events/888281618010995/

• 16/02: Oficina de Estética Afroindígena
https://www.facebook.com/events/145011162832198/

• 21/02: Bate-Papo sobre Autoconhecimento e Ancestralidade
https://www.facebook.com/events/188366141750656/

• 23/02: Bate-Papo sobre Saúde Mental na Periferia
https://www.facebook.com/events/979679128852981/

Economia Criativa ⚡️ #ÍndigoLAB #ocupa #afroindígena

Uma publicação compartilhada por Coletivo Abebé (@coletivoabebe) em

Arte

Saiba tudo sobre a Foto_Invasão 2018

05fev

por Red Bull Station

De 15 a 19 de maio, o prédio do Red Bull Station será tomado por trabalhos de fotógrafos amadores e profissionais e coletivos de fotografia em mais uma edição da Foto_Invasão, que pela primeira vez está aceitando o envio de projetos de instalação. “Um dos diferenciais da edição de 2018 para a edição anterior é a convocatória para as Instalações. Em 2016 os participantes foram convidados pelos curadores, e agora todos podem inscrever-se”, conta Ignacio Aronovich, um dos curadores do evento. O prazo para envio de projetos é 25 de fevereiro.

Clique aqui e veja como participar.

Mais do que uma reunião de instalações, exposições e venda de prints, a Foto_Invasão é um grande encontro de amantes e simpatizantes da fotografia. “É uma experiência sensorial, uma busca por novas expressões através da fotografia”, explica Aronovich, que é jornalista, fotógrafo e criador do coletivo Lost Art ao lado de Louise Chin, com quem idealizou a Foto_Invasão. “A plataforma é voltada para a imagem em todas as suas formas e suportes e visa incentivar a criatividade, valorizar a expressão pessoal e proporcionar experiências singulares aos participantes. Queremos estimular a produção independente, descobrir e divulgar novos talentos.”

Para quem se interessar em fazer parte dessa manifestação cultural, Ignacio avisa: “É importante uma proposta com uso criativo do espaço e que proporcione uma experiência ao visitante. Fugir do formato tradicional de “cubo branco” de uma galeria é um bom ponto de partida.”

A primeira edição da Foto_Invasão foi realizada em 2016 no Red Bull Station, com uma exposição coletiva, performances, projeção fotográfica, intervenções urbanas, venda de prints e objetos fotográficos, rodas de conversa sobre fotografia e oito instalações criadas pelos coletivos C.H.O.C. Documental, Dysturb (FRA), LigaLight, Mamana, Remirar, Rolê e R.U.A, além do próprio Lost Art de Aronovich com o projeto “Medo”, que pode ser revisitado no vídeo abaixo.

 

Coordenando tudo isso ao lado de Aronovich estão outros quatro curadores vindos de universos distintos, todos ligados à produção fotográfica e artística: a fotógrafa e editora de fotografia Cris Veit, a fotógrafa e jornalista Louise Chin, a editora de fotografia da revista francesa Paris Match Clelia Bailly e o curador do Red Bull Station Fernando Velázquez.

Este ano, além da ocupação dos ateliês com instalações fotográficas proposta pelo chamado aberto – que recebe inscrições até o dia 25/02 –, o evento terá ainda a tradicional feira de objetos fotográficos, projeção de fotografias e palestra.

Arte

Artista da 13ª Residência Artística, Henrique Detomi realiza exposição em Belo Horizonte

01fev

por Red Bull Station

Começa amanhã (2) no BDMG Cultural em Belo Horizonte, a partir das 19h, a exposição “Espaço Transitório”. A mostra, que fica em carta até o dia 06 de março, traz obras produzidas pelo artista Henrique Detomi durante sua participação na 13ª Residência Artística do Red Bull Station, realizada no ano passado.

A obra recente de Henrique Detomi, tanto em pintura, desenho ou objeto, se enquadra na tradição contemporânea de expansão do campo. Habituado a criar a intervenções em paisagens previamente idealizadas – o artista inventava uma paisagem (natureza) para depois acrescentar estranhos volumes remetendo a arquiteturas futurísticas – o seu embate com a metrópole o fez inverter o processo. Agora é o skyline que circunda o seu ateliê que fundamenta a dinâmica.

“A Residência ajudou a relacionar o que eu produzia antes com uma experiência da paisagem de cidade”, conta Detomi. “O projeto então virou um entendimento da minha relação com o espaço em volta do Red Bull Station. Fiz várias pesquisas sobre o espaço e comecei a perceber a importância dessa construção para a história da cidade, então falar sobre essa região no meu trabalho passou a ser fundamental para mim.”

Henrique Detomi durante a 14ª Residência Artística do Red Bull Station. Crédito: Lost Art / Red Bull Station.
Henrique Detomi durante a 13ª Residência Artística do Red Bull Station. Crédito: Lost Art / Red Bull Content Pool.

A mudança de foco e proceder experimentada por Detomi destaca o quanto o contexto, e a perspectiva sob a qual opera nosso pensar são determinantes na construção da nossa visão de mundo. “Além de continuar minha pesquisa com pintura a óleo e com suporte sobre tela, eu comecei a experimentar também as outras possibilidades que o próprio espaço do Red Bull Station proporcionava”, conta o artista. “A impressão 3D, por exemplo, foi um grande diferencial para minha produção, que partiu para o tridimensional e para experimentar as questões da matéria.”

Com curadoria de Fernando Velázquez, “Espaço Transitório” apresenta pinturas, fotografias com sobreposição de desenhos em transparência e objetos tridimensionais feitos com impressora 3D.

Arte

Veja os selecionados para o programa Ocupação

26jan

por Red Bull Station

O coração pulsante do Red Bull Station, os Ateliês, têm que vibrar de forma contínua. Fora dos períodos de residência, festivais ou projetos que envolvam toda a infraestrutura, eles entravam em letargo. É dessa percepção e da vontade de poder criar novos espaços intersticiais que surgiu a ideia da Ocupação: hospedar, por um tempo limitado, projetos nômades, experimentais, ou simplesmente carentes de um lugar físico para fazer acontecer.

Num chamado relâmpago de pouco mais de um mês, recebemos 246 projetos. Esta grata surpresa, somada à qualidade dos projetos, fez com que aumentássemos as vagas de 4 para 5.

Também experimentamos uma pequena revolução interna, co-criando um processo seletivo horizontal no qual boa parte da nossa equipe teve voz ativa.

A leitura do conjunto logo nos fez perceber que a convocatória impactou principalmente em projetos e/ou processos coletivos, e decidimos apostar nessa força que emerge no fazer junto.

Percebemos, também, que muitas das propostas recebidas têm grande potencial para fazer parte da nossa programação. Ao longo do ano, entraremos em contato com aqueles cujos projetos aderem à nossa filosofia, para assim bolarmos alguma atividade em conjunto.

Agradecemos enormemente a todos os interessados.

Os projetos escolhidos para esta primeira edição são:

• CHRUA, de Camila Vaz;

Coletivo Ouvidor 63;

• Coletivo Abebé;

• Drag Therapy, de Mitchel Cutmore;

• Add Women, de Paula Fernandes Macerau.

São Paulo, 26 de janeiro de 2018.

Os coletivos multidisciplinares ocuparão os ateliês de 01 a 28 de fevereiro para fins diversos e, além do espaço individual, poderão utilizar os ateliês colaborativos – um digital e o outro analógico –, além de outros espaços do nosso prédio.

Arte

Recesso do Red Bull Station e novidades para 2018

12dez

por Red Bull Station

Chegou o final do ano e o Red Bull Station também vai tirar alguns dias de folga para começar 2018 a todo vapor. Então, anote na agenda: estamos abertos até este sábado (16/12) e retornamos com as atividades em 30 de janeiro.

Mas a gente promete uma programação ainda mais especial ao longo do próximo ano. Para começar, em fevereiro estreia a exposição Sobre Publicações, idealizada em ocasião do lançamento do catálogo das quatro primeiras edições da Residência Artística no Red Bull Station, que ocorreram entre 2014 e 2015 sob acompanhamento curatorial de Paula Borghi.

Reunindo 24 artistas que passaram por estas residências, a mostra apresenta publicações de arte em seu campo expandido: pôsteres, livros, zines, cadernos, livros-objeto etc. São trabalhos únicos, com edição limitada e até mesmo ilimitada, que podem ser encontrados tanto em feiras de arte impressa, bibliotecas, galerias comerciais e museus, como também no próprio acervo do nosso espaço cultural.

No próximo mês divulgaremos mais informações sobre a programação.

Boas festas e nos vemos em 2018!

Arte

Red Bull Station em 2017 e a “confluência dos diferentes”

05dez

por Red Bull Station

Inspirar, conectar e transformar — esse é o mote que nos movimenta. E neste Brasil que corre intenso em 2017, acreditamos, mais do que nunca, que é na “confluência dos diferentes” que emerge a energia da cura coletiva.

A abertura dos trabalhos do Red Bull Station deste ano foi singular, um big-bang explosivo e expansivo, um catalisador de intenções. Num único dia de janeiro, Moisés Patrício, André Komatsu e o Ilú Obá de Min transformaram o prédio num coquetel molotov de energia criativa. Espírito crítico, consciência, diálogo, respeito e celebração: assim foi o abre alas, assim nos imaginamos e entendemos, assim pretendíamos que fosse o nosso 2017.

Em junho fomos atravessados pelo furacão Red Bull Music Academy Festival, que devassou a cidade. Shows, festas, palestras e a exposição celebração dos 30 anos dos Racionais MC’s, aliás, maior respeito! Agradecemos publicamente à família Racionais pela confiança, morou? Mykki Blanco, Grandmaster Raphael, Oneohtrix Point Never e mais duas dezenas de artistas em momentos cortantes, festivos, reflexivos e transformadores, bem como a gente gosta, satisfação!

A parceria com o Rock in Rio também nos marcou. Promovemos o encontro do Ney Matogrosso e Nação Zumbi, de BaianaSystem com a angolana Titica, da Liniker com Johnny Hooker e Almério, e do Boogarins com a Céu. Novos trilhos a desbravar nesta incipiente — mas promissora — parceria, aguardem!

No Red Bull Studio São Paulo, gravamos o primeiro álbum do Rimas e Melodias (coletivo de rap formado apenas por mulheres), o primeiro disco solo de Xênia França, e o aguardado terceiro disco da Anelis Assumpção, dentre uma porção de outros projetos que habitaram a house dos queridos Funai e Alejandra. Ah, não podemos deixar de mencionar a parceria com o Thiago França, artista múltiplo, que produziu três projetos no segundo semestre.

O Red Bull Basement Festival introduziu a Datacracia como pauta em palestra do Luli Radfahrer e promoveu uma experiência em VR 360o desenhada pelo Estúdio ARVORE. Por outro lado, na residência do programa, tivemos projetos como o do micro-aerogerador de energia renovável desenvolvido por Cristthian Arpino e Alisson Claudino e o Climobike, dispositivo de coleta de dados climáticos georreferenciados do Saulo Jacques, que nos impulsionaram no campo do empreendedorismo, inovação sustentável e tecnologias livres.

O Festival Red Bull Amaphiko, como sempre, nos trouxe a força e o poder que surge do coletivo, da empatia e da irreverência, e trouxe ninguém menos que a cantora, bailarina e compositora da Guiné, Fanta Konate para abrir sua programação de 2017. Além dela, também fizeram parte da celebração convidados especiais, como Lei Di Dai, com seu sistema de som, a rapper Luana Hansen e Raquel Virgínia e Assucena Assucena, do grupo As Bahias e a Cozinha Mineira.

Já no fim do ano, as 13a e 14a turmas das Residência Artística ocuparam os ateliês do Red Bull Station e produziram uma exposição que literalmente tomou conta do prédio. A obra proposta por Camille Laurent e Stefanie Hz chacoalhou as estruturas da antiga estação com um “banho de frequências graves”. Corpo e matéria perpassados pela energia do ar em movimento.

Seria impossível mencionar neste breve espaço todos os projetos e parcerias que nos acompanharam este ano, e aos parceiros e colaboradores aqui não mencionados vai o nosso afeto e agradecimento. Um salve galáctico à toda a equipe do Red Bull Station: vocês são a diferença.

Mais uma volta ao redor do sol, que novas ondas nos contaminem. 2018, te esperamos.

— Fernando Velázquez – Curador e Diretor Artístico do Red Bull Station

Arte

Lambes na Laje terá oficina aberta para criação autoral

01dez

por Red Bull Station

 

img-oficina-graficafabrica-1O Lambes na Laje, feira de lambes com mais de 70 artistas, acontece neste sábado (2), no Red Bull Station. E quem nunca mexeu com esse tipo de arte vai poder aprender a criar suas próprias peças na oficina Lambe-Letras, que rolará ao longo do dia no corredor do Red Bull Studio São Paulo.

Ministrado pela Gráfica Fábrica, a atividade acontecerá entre 14h e 19h, com seleção rotativa cujas inscrições serão feitas na hora e no local. Ali, os participantes aprenderão a construir seus próprios lambe-lambes com carimbos e outros objetos.

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Arte

Veja algumas das artes que estarão à venda no Lambes na Laje

29nov

por Red Bull Station

Com valores que irão de R$ 25 a R$ 150, diversos artistas comercializarão seus trabalhos durante a sétima edição do Lambes na Laje, que acontece neste sábado (2), aqui no Red Bull Station.

O evento tem curadoria de Nancy Betts e realização da Mova Produtora e conta mais de 70 participantes. Na galeria de fotos abaixo, mostramos dez trabalhos que você encontrará no nosso espaço e um pouco da trajetória de cada um dos artistas.