Data e horário

Quinta, 24/08/2017

quinta • 19H - 22H

Local

Auditório

Ingresso

Entrada gratuita. Capacidade: 100 pessoas.

Esta edição do Cine Performa marca a pré-estreia de “Monstra”, uma coreografia-colagem para pessoas e plantas. Dirigida por Elisabete Finger e Manuela Eichner, a performance traz 20 unidades coreográficas — blocos de ações independentes entre si –, que se colam e se separam uns dos outros com certa brutalidade, como se fossem cortados com uma tesoura. Também será exibido, na ocasião, o documentário “Espaço Além – Marina Abramovic e o Brasil” (1’28”), que registra a artista sérvia por uma jornada espiritual pelo país enquanto experimenta rituais sagrados e apresenta seu processo de pesquisa e criação. A jornada inclui as curas do médium João de Deus em Abadiânia, locais sagrados na Chapada dos Veadeiros, os rituais do Vale do Amanhecer em Brasília, a tradição dos raizeiros e benzedeiras de Goiás, a força do sincretismo religioso na Bahia e outras cerimônias locais, culturais e/ou religiosas. Direção de Marco del Fiol.

Sobre Elisabete Finger:
Performer e coreógrafa, atualmente mora em São Paulo, mas mantém parcerias criativas em diversos lugares do mundo. Desenvolve trabalhos que perseguem uma lógica de sensações e se ocupam de um erotismo da matéria: um corpo-matéria que se funde, colide, atravessa outras matérias. Foi artista residente na Casa Hoffmann (Curitiba, 2004), fez parte da Formação Essais no Centre National de Danse Contemporaine d’Angers (França, 2005-2006), e do Programa SODA – Solo/Dance/Authorship, mestrado em dança pela HZT/UdK (Berlim – Alemanha, 2010-2011). Foi co-fundadora e integrante do Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial (2005-2012), ainda hoje mantém colaborações com Michelle Moura e Neto Machado. Tem apresentado seu trabalho em diferentes contextos (dança, performance, artes visuais), em diversos festivais e mostras no Brasil e em outros países, com apoio de instituições brasileiras e alemãs como: Itaú Cultural, Festival Panorama, FUNARTE, Ministério da Cultura, Instituto Goethe, PACT Zollverein, Fabrik Potsdam, Uferstudios, entre outras. Desde 2013 desenvolve o projeto “Discoreografia – Música, Dança e Blá, Blá, Blá” – programas em áudio e vídeo, que tratam das relações possíveis entre música, movimento e processos criativos em artes do corpo (realizado pelo Ministério da Cultura e Instituto Itaú Cultural, vai ao ar mensalmente no site do Instituto). Sobre Manuela Eichner: Manuela Eichner é artista visual formada em Escultura pela UFRGS/RS. Múltipla, a sua produção abarca desde vídeos e performances até oficinas colaborativas, passando pelo desenvolvimento de estampas, peças de design gráfico, ilustrações e instalações. Participou do Projeto Rumos Itaú Cultural, da coletiva Utropic no CSW, na Polônia, da residência ZKU – Zentrum für Kunst und Urbanstik em Berlim, Alemanha e da residência Brooklyn Brush em Nova York, EUA. Suas colagens podem ser vistas em publicações como Folha de S. Paulo e Revista Tpm/Trip.