Ocupação Foto_Invasão ocorre em novembro com mostras e debates

Em sua primeira edição, a FOTO_INVASÃO ocupa o Red Bull Station durante três dias de novembro com exposições inéditas, instalações produzidas por coletivos, projeções, debates e venda de prints e objetos fotográficos. Confirme sua presença aqui.

Coletivo Mamana
Coletivo Mamana

Oito instalações criadas pelos coletivos C.H.O.C. Documental, Dysturb (FRA), LigaLight, Lost Art, Mamana, Remirar, Rolê e R.U.A. estarão distribuídas pelo prédio. No auditório haverá um debate sobre sobre produção independente e a atuação dos coletivos na fotografia, e serão projetadas imagens e ensaios de coletivos e de fotógrafos selecionados via chamado aberto (inscrições encerradas; a seleção será divulgada no próximo dia 6).

Coletivo Rolê
Coletivo Rolê

A Galeria Transitória abrigará uma exposição multitemática com obras de seis  fotógrafos que abordam assuntos contemporâneos em suportes variados. Os participantes também estarão vendendo prints, livros e outros objetos relacionados à fotografia durante o evento.

Coordenando tudo isso estão cinco curadores vindos de universos distintos, todos ligados à produção fotográfica e artística — Cris Veit, Fernando Velázquez (curador do Red Bull Station), Ignacio Aronovich e Louise Chin (Lost Art) e Clelia Bailly.

Coletivo C.H.O.Q. Documental
Coletivo C.H.O.C. Documental

Em breve divulgaremos a programação completa, fique de olho.

FOTO_INVASÃO
Dia 11, das 20h-22h;  dias 12 e 13/11, das 11h às 20h
Red Bull Station | Todo o prédio
Entrada gratuita

Residência Hacker: participantes falam sobre os projetos criados; assista

Discutindo questões urbanas como ocupação do espaço público, afeto, segurança e enchentes, os residentes do programa Red Bull Basement criaram quatro projetos bem diversos nos últimos meses. Abaixo, eles falam um pouco sobre, assista:

Vídeo: Fernanda Ligabue

>Saiba mais sobre o projeto Pontos Cegos de SP
>Conheça os Balanços InterAfetivos
>Veja como foi criada a Sala Bolha
>Saiba mais sobre o Pluvi.On

A 2ª edição da Residência do Red Bull Basement ocorreu de agosto a outubro, com os selecionados recebendo apoio para utilizar a infraestrutura de makerspace do Red Bull Station, onde trabalharam em seus protótipos junto a um grupo de mentores e assistiram a aulas elaboradas especialmente para a produção de seus projetos. Saiba mais -> redbullbasement.com.br/index.php/o-projeto

“Brinquedos são meu universo de inspiração criativa”, diz Jorge Crowe

Nascido em Mendoza, o argentino Jorge Crowe construiu sua trajetória na intersecção das artes visuais com a educação e a tecnologia. Tendo o universo do código aberto e do faça você mesmo como base, ele se apresenta na noite desta sexta-feira (14) no FAZ.

Foto: www.jcrowe.xyz
Foto: www.jcrowe.xyz

Diretor de um espaço chamado Laboratorio de Juguete, no qual ensina eletrônica básica e reutilização de tecnologia obsoleta, Jorge também é professor no mestrado em Artes Eletrônicas da universidade UNTREF, em Buenos Aires.

Em “Ludotecnia”, o artista faz uma performance audiovisual que está em constante mutação e que tem como essência o uso de brinquedos para a criação da imagem e do som em tempo real. O argentino ainda apresenta no FAZ, no domingo, um projeto no qual propõe questionamentos sobre a cena maker atual.

Batemos um papo com ele para saber mais sobre os dois projetos.

Seu trabalho converge tecnologia, arte, educação. Quando e como o interesse nestes temas surgiu na sua vida?
Ensinar é uma tradição de família. Minha mãe é professora, minha tia, meu tio, meus primos… É algo que rolou espontaneamente. Eu trabalho no ensino formal e informal desde os meus 23 anos (há 16 anos!). Uma vez que, para muitos artistas o ensino é muitas vezes a única fonte estável de renda, eu me considero muito sortudo de gostar tanto de ensinar. É uma área que também estimula muito meu trabalho artístico. A intersecção da tecnologia com a arte vem desde a infância também, eu sempre amei matemática, biologia, química, bem como desenho ou ouvir música. Estava prestes a estudar física e, no último minuto, me decidi por artes visuais.

Você poderia comentar um pouco sobre “Ludotecnia”: quando o espetáculo nasceu, qual é a essência do trabalho e se ele já foi apresentado no Brasil. E também a conexão desse projeto com o Laboratorio de Juguete…
“Ludotecnia” é uma performance audiovisual ao vivo que vem sendo realizada há vários anos. Como é um processo em desenvolvimento constante, nunca para de mudar. Sua essência é o uso de brinquedos e objetos para a construção de som e imagem em tempo real. Um espaço híbrido no cruzamento da música, da cultura VHS e do teatro de objetos e marionetes. Tenho a sorte de tê-la apresentado no Brasil em duas ocasiões: em Ubatuba, no Tropixel Festival; e em Belo Horizonte, na abertura da Gambiólogos 2.0, convidado pelo Gambiologia, coletivo que admiro muito. Mas, como eu disse anteriormente, é uma forma mutante, então a apresentação desta sexta-feira será totalmente nova, de certa forma.

A relação com o projeto Laboratorio de Juguete é grande por conta desta fusão que falamos entre a prática artística e o ensino. Sendo o Laboratorio meu espaço de divulgação e desenvolvimento da eletrônica, muitos dispositivos que eu uso [na apresentação] foram desenvolvidos lá — e até mesmo foram tema de vários workshops. Os brinquedos são meu universo de inspiração criativa. Quase uma obsessão.

Foto: www.jcrowe.xyz
Foto: www.jcrowe.xyz

Além do “Ludotecnia”, você vai apresentar um projeto no sábado que discute a “bolha maker”. Como vê esta cena atualmente?
A partir da democratização da prática da eletrônica e da programação, graças à internet, houve um enorme e crescente interesse em mergulhar nestas disciplinas. Ao longo dos anos, vimos surgir plataformas e criações que tiveram grande impacto em todo o mundo e, claro, elas se tornaram um bom negócio. Isso chamou a atenção de investidores e empresas que começaram a inflar o mundo do “faça você mesmo” com pretensões de lucro. Por um lado, esta popularidade foi positiva em termos de divulgação, mas a esta altura a cultura do fazer está um pouco sufocada pelo empreendedorismo, pelas start-ups, crowdfunding, hackathons e mil novas palavras e tecnicismos que a transformaram numa moda e tendem a distorcer as origens comunitárias e contraculturais dessas práticas. É inevitável, e não necessariamente negativo de todo, mas não acho que devemos abraçar esta tendência sem questionamentos. A apresentação terá mais perguntas do que respostas, mas procura problematizar esse fetichismo tecnológico que nos distancia de ações críticas e reflexivas.

LUDOTECNIA
14/out a partir das 21h30 no FAZ
Entrada gratuita; retirada de senhas a partir das 19h — saiba mais aqui
Red Bull Station – praça da Bandeira, 137 – São Paulo/SP

(Por Adriana Terra)

Veja a programação gastronômica do FAZ

A programação de comidinhas do FAZ está tão diversa quanto o evento, com bikes de comida na laje do prédio servindo de sanduíche de pernil a bruschettas e wraps. Na sexta-feira à noite, a Cafeteria servirá ainda hambúrguer (com opção vegana), coxinhas, cachorro quente com guacamole e focaccia.

Veja abaixo a programação completa:

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LAJE (sábado e domingo)
Graxá Food Bike (sanduíche de pernil) – facebook.com/graxafood
Bruschetteria (bruschettas) – facebook.com/nabikebruschetteria
Smore’s (sanduiche de cookie) – facebook.com/smoresbrasiloficial
Pegleve (wraps saudáveis) – facebook.com/PegLeve-1004925592862103

CAFETERIA

Para comer
Coxinha de mandioquinha, carne seca e catupiry R$ 8
Coxinha de batata doce, espinafre e queijo de cabra R$ 8
Coxinha de inhame, shitake e gengibre R$ 8 (vegano)

Foto: Tadeu Brunelli
Foto: Tadeu Brunelli

Somente na sexta-feira
Empada (vegetariana ou frango) R$ 6
Focaccia de abobrinha, tomate e tapenade R$ 14 (vegano)
Hamburguer vegano, homus, broto de feijão e hortelã R$ 22 (vegano)
Hamburguer de fraldinha, cheddar, cebola crocante, verdes e tomate confit R$ 22
Cachorro quente com guacamole e taco R$ 15
Brigadeiro R$ 4
Cupcake R$ 6 (com opção vegana)

Para beber
Red Bull R$5

Red Bull Station Cocktails (com álcool R$ 17)
Moscow Bull – Vodka, xarope de de gengibre, limão, angostura, Red Bull Energy Drink
Cranberry Spritz – Aperol, laranja, Red Bull Cranberry
Mojito Lime – Rum, hortelã, limão, Red Bull Lime
Red Bull Iced Tea – Vodka, gin, rum, cointreau, limão, Red Bull Energy Drink
Sbagliato – Vermute Rosso, bitter, laranja, Red Bull Blueberry

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Red Bull Twist R$ 10 (sem álcool)
Uva Twist – Uvas Niágara, limão, manjericão, Red Bull Cranberry
Gengibre Twist – Xaropoe de gengibre, limão, angostura, Red Bull Energy Drink
Mojito Lime – Rum, hortelã, limao, Red Bull Lime

Soft drinks:
Água R$ 5
Refrigerante R$ 5
Café expresso R$ 4,50
Sucos R$ 7 (Limão, hortelã, gengibre e açúcar de coco OU frutas vermelhas com manjericão e baunilha)

Cervejas (long neck):
Miller R$ 9
Oak Bier R$ 15
Capitu (310ml) R$16

Doses:
Absolut R$ 15
Jameson R$ 15
Gin Beefeater R$ 15
Cachaça R$ 10

Conheça os projetos selecionados para mostra no FAZ – Festival de Cultura Maker

Além de uma série de oficinas, apresentação de espaços hacker e de inovação, programação gastronômica, palestra e show, o Red Bull Station vai receber também uma mostra de projetos maker durante o FAZ.

Foram 21 selecionados via convocatória aberta, que se deu em setembro, para exibir suas ideias, produtos ou protótipos no sábado (15) e no domingo (16) de festival.

Confira abaixo os projetos escolhidos e seus autores — em caso de impossibilidade de apresentação de algum durante o evento, serão convocados suplentes.

Abrigo de Emergência (Kevin Alves de Carvalho)
Bangboo (Coletivo Máquina Tudo)
COBeer (Wagner Lucio)
Cloud Garden (Rafael Arevalo)
Colabora Comparte e Crie (Colectivo Dinámico Lab)
Cozinha Pirata Móvel Sol de Noite (Ingrid Rocio Cuestas Sguerra)
Dechavadores Elétricos Grinder (Juliano Lopes dos Santos)
Eletroartesanato (um lugar onde resguardar-se até que exploda a bolha maker) (Jorge Crowe)
Hackaton Paulista -Mobiliários Urbanos Portáteis (Maria Augusta Bueno)
Hornero Migratório (Francisco Lapetina)
HyperSax – Saxofone Extendido por meio de Eletrônica (Gustavo Nishihara)
ILUME – Instalação Open Source (Igor Abreu)
LambeBuceta (Karen Tiemi Franzese Kawagoe)
LCLE – Hardware Livre para WetLabs (Bruno Rafael Arico, Eduardo Padilha Antonio e Rita Wu)
Microduíno – Everyone is an Inventor (Gustavo Chien)
midiGita (Artur Vasconcelos Cordeiro)
Togotoy (Giulia Yosue Kawakami Pereira e Vitor Yamashita Akamine)
Recicladora de Filamentos 3D de Mesa (Francisco Martins Carabetta)
Robôs de Resgate com Arduíno (Roselito Ferreira Gonçalves)
Tensegrindo Conexões entre Geometria e Corpo (Fabiano Gonçalves)
Universum – Fora da Caixa (Wandré Gouveia do Carmo Ananais)

Residência Hacker: Conheça o projeto Sala Bolha

O arquiteto e cenógrafo mineiro Ricardo Bizafra trouxe para os dois meses de residência do Red Bull Basement um projeto que já vinha desenvolvendo há alguns anos: salas infláveis multiusos para serem instaladas tanto em espaços públicos quanto privados.

Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool
Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool

“Esse é um negócio que eu venho fazendo por conta própria desde 2007, porque eu tinha visto já muito arquiteto fazendo isso nos anos 60. E incorporei a ideia, fiz um pouquinho em festas e festivais de Belo Horizonte, mas nunca tinha tido muito tempo de parar e focar só nisso. Cheguei aqui a fim de tentar materiais, formatos, costuras e jeitos de montar diferentes”, conta ele.

O QUE É O PROJETO
A Sala Bolha é um espaço inflável, construído com tecido e ventilador, que pode servir como cinema, espaço de estudos, de festas ou de descanso, sendo facilmente montáveis em qualquer lugar.

Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool
Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool

Durante a residência, Ricardo testou a ideia para diversas funcionalidades, além de ter dado uma oficina sobre o assunto. “Tem uma sala que estou fazendo com um costureiro daqui que a gente teve a ideia de fazer com nylon branco por fora e nylon preto por dentro, e aí você consegue usá-la pra fazer um projeção do lado de dentro e com certa privacidade, ou então inverter o nylon e fazer uma festinha dentro dela”, conta o arquiteto.

No período, ele conta também que conseguiu fazer uma extensa pesquisa de referências que vão “de infláveis e escritórios que mexem só com isso a artigos sobre o assunto”. Quem quiser saber mais, pode vir conferir de perto a apresentação nesta noite no auditório do Red Bull Station.

Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool
Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool

(Por Adriana Terra)

Residência Hacker: Conheça o projeto Pontos Cegos de SP

No último mês, a mineira Sara Lana tem saído diversas noites pela cidade vestindo um capacete cheio de sensores. O projeto da engenheira elétrica com formação transdisciplinar em artes é detectar os pontos não filmados de São Paulo, lugares que escapam da vigilância das câmeras de segurança que hoje em dia dominam o espaço urbano. Pontos Cegos de SP vem sendo desenvolvido nos últimos dois meses durante a Residência Hacker do Red Bull Basement.

“No ano passado, fiz um estudo de caminhadas pela cidade por um viés sonoro com um parceiro meu chamado Marcelo XY. Procuramos vias de escape por esse viés. E então começamos a conversar muito sobre câmeras, algo que gera uma inquietação grande em mim, porque eu sempre adorei ver as imagens, mas ao mesmo tempo me sentia muito invadida ao me ver em gravações em portarias de prédio, por exemplo. Conversamos muito sobre isso e começamos a pensar na questão dos pontos cegos e das rotas de fuga, não só pelo viés acústico mas também visual”, conta Sara.

Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool
Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool

“Acho muito séria a questão da vigilância. As câmeras públicas têm uma questão delicada que envolvem muito a influência do Estado na vida do cidadão, a coisa da liberdade civil, mas as câmeras privadas talvez me assustem mais porque as públicas a gente consegue acessar os dados, já as privadas não, e isso é algo que está se multiplicando — você não sabe quem te vê, por quanto tempo as imagens são armazenadas. E sinto que é um consenso de solução de segurança pública o uso de câmeras, e que é uma solução mais reativa do que preventiva, que afasta a gente de uma discussão real sobre o assunto”, coloca ela. “Vindo pra cá, achei que seria legal criar uma ferramenta capaz de detectar onde estão as câmeras, fazer um mapeamento”.

O QUE É O PROJETO?
O sistema de detectar as câmeras de vigilância da cidade feito por Sara é constituído por um capacete com sensores e um mapa que reúne os dados captados por esse capacete.

“Não é trivial detector de câmera, tem várias pessoas tentando achar soluções pra isso e não conseguem. Então eu fui pra uma solução que é a detecção de infravermelhos: todas as câmeras fabricadas hoje têm um sistema de visão noturna, então quando anoitece elas ligam o infravermelho. Daí eu bolei um capacete com um microcontrolador, que manipula os dados, e com sensores que operam exatamente na banda de frequência eletromagnética dessas câmeras”, explica a engenheira.

Na prática, funciona assim: “Quando o capacete detecta uma câmera ele acende um LED, olha no GPS qual a coordenada do local e grava no cartão SD. Aí eu volto, descarrego o cartão e ele sobe automaticamente para um mapa que está sendo construído no meu site. E minha intenção a longo prazo é cobrir todo o hipercentro de São Paulo”, conta ela.

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Quem se interessar pela ideia pode colaborar: no site da residente, há todas as informações de como construir o capacete, e as pessoas podem compartilhar a localização dos pontos filmados da cidade via Telegram, ajudando Sara a construir esse mapa acima, que mostra os locais onde há câmeras e as vias “cegas” em meio a eles.

“O capacete é interessante porque ele chama a atenção, mas te dá essa consciência do momento exato em que você está sendo filmado. Eu tenho vontade de sair andando com esse capacete mundo afora agora”, diz ela.

Quem quiser saber mais sobre o projeto, a apresentação dele é nesta noite no auditório do Red Bull Station.

(Por Adriana Terra)

Makerspace em outubro tem videomapping, drones e Realidade Aumentada

Outubro cheio na nossa programação em tecnologia e mão na massa: além de receber o FAZ – Festival de Cultura Maker, entre os dias 14 e 16, o Red Bull Station terá uma série de workshops neste mês. Veja abaixo a agenda e saiba como se inscrever, é tudo gratuito.

Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool
Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool

OCUPAÇÃO MIRANTE LAB – MONTAGEM DO RACER – 13, 20 e 27/OUT e 3/NOV

A ocupação Mirante Lab acontecerá em quatro encontros nos quais os participantes passarão por todo processo de construção de um Drone Racer, tendo a chance de conversar com especialistas e fazer testes de pilotagem. Ao fim dos encontros, os inscritos participarão da Corrida de Drones, realizada pelo Mirante Lab.

A ocupação Mirante Lab acontecerá durante dois meses dentro da programação do Red Bull Basement, propondo encontros, oficinas e grupos de pesquisa sobre drones. Todas as atividades são abertas ao público e gratuitas. Projetos independentes finalizados ou em processo de produção são bem-vindos para fomentar a troca e o desenvolvimento do grupo.

::15 pessoas; acesso por ordem de chegada | Local: Makerspace | Facilitação: Carlos Candido

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BASEMENT GO!: REALIDADE AUMENTADA E IMAGENS DA CIDADE – 18 e 19/OUT

Ministrada por Giovanna Casimiro, a oficina propõe dois dias de imersão no universo dos aplicativos, serviços e projetos de Realidade Aumentada. Os participantes irão trabalhar o princípio de experimentação com RA, utilizando softwares/plataformas online e imagens históricas da cidade. A partir de experimentos artísticos e do campo do design, o objetivo é exercer a capacidade de editar, construir e curar imagens de diversas épocas da cidade, podendo reaplicá-las através de tags ou geolocalização.

::15 pessoas; acesso por ordem de chegada | Local: Makerspace | Material necessário: câmera fotográfica ou celular com câmera

Makerspace em dia de oficina | Foto: Felipe Gabriel
Makerspace em dia de oficina | Foto: Felipe Gabriel

WORKSHOP DE VIDEOMAPPING INTERATIVO E IMAGENS DA CIDADE – 25/OUT

Neste encontro, será apresentado o software livre VPT7 e as três principais técnicas de mapeamento de vídeo: máscara, correção de cantos e distorção de malha. O workshop abordará também os modelos de computador mais apropriados para projeção e as tecnologias de projetores e cabeamentos disponíveis no mercado, além de ensinar a controlar projeção com protocolo MIDI, arduíno e a usar visualização de áudio para compor o set-vjing-interativo. Durante a oficina, o teto da laje do Red Bull Station será mapeado com conteúdo que é resultado de outro workshop, “Realidade Aumentada e Imagens da Cidade”.

::15 pessoas; inscrições prévias pelo email basement.inscricoes@redbull.com.br | Local: Laje | Facilitação: Lina Lopes | Material necessário: notebook com o Quicktime instalado.

Veja a programação do FAZ – Festival de Cultura Maker

Em sua primeira edição, o FAZ – Festival de Cultura Maker acontece de 14 a 16 de outubro com a ideia de estimular a criação e a prática mão na massa nas mais diversas áreas. O evento foi pensado junto a fablabs e espaços maker e hacker importantes do país, como o Garoa Hacker Clube, Garagem Fab Lab, Rede Fab Lab Brasil, Lilo.Zone e Oficina Lab.

Com palestras, apresentação de projetos, programação gastronômica e dezenas de oficinas gratuitas que incluem de tecnologia a jardinagem, passando por marcenaria, gastronomia e música, o encontro ocorre durante três dias por todo o prédio do Red Bull Station.

Foto: Marcelo Maragni
Tem oficina de sonoridades com Arthur Joly na agenda | Foto: Marcelo Maragni

Quem abre o festival na noite de sexta-feira (14) é Guto Lacaz, maker por natureza muito antes do termo existir, profissional que construiu sua trajetória na intersecção entre arte e ciência — ótima figura para pensar essa cena que cresce em todo o mundo agora. Após a palestra do designer, o argentino Jorge Crowe faz apresentação musical com brinquedos.

No sábado e no domingo, workshops vão tomar o prédio, assim como mostras de projetos que têm como base o “faça você mesmo” e o compartilhamento de ideias. Durante o evento, os ateliês do Red Bull Station serão ainda ocupados pelos coletivos que ajudaram a construir o FAZ, que mostrarão um pouco de sua atuação.

Veja abaixo a programação resumida e, nos links, saiba detalhes. Para acompanhar tudo do festival, acesse -> www.redbullstation.com.br/festivalmaker.

::SEXTA-FEIRA (14)

Guto Lacaz: Arte, Transgressão e Ciência + Ludotecnia, de Jorge Crowe – 20h-23h
Invencionista por natureza, Guto Lacaz falará da sua trajetória e prestará homenagem aos seus mestres makers. Após a palestra haverá show do argentino Jorge Crowe, que se apresenta ao vivo com brinquedos. Saiba mais -> www.jcrowe.xyz

Programação gastronômica – 19h às 23h
Hambúrguer, cachorro quente com taco e guacamole, focaccia e mais — veja detalhes aqui.

Biciclóptica de Guto Lacaz
Biciclóptica de Guto Lacaz

::SÁBADO (15) -> DETALHES AQUI

Mostra de projetos maker
11h-11h30 – Horta de temperos (Camila Pereira de Camargo Schiabel)
11h45-12h15 – HyperSax : Saxofone extendido por meio de eletrônica (Gustavo Nishihara)
12h30-13h – midiGita (Artur Vasconcelos Cordeiro)
13h15-13h45 – Togotoy (Giulia Yosue Kawakami Pereira, Vitor Yamashita Akamine )
14h-14h30 – LCLE – Hardware Livre para WetLabs (Bruno Rafael Arico, Eduardo Padilha Antonio e Rita Wu)
14h45-15h15 – COBeer (Wagner Lucio)
15h30-16h – Hackaton Paulista -Mobiliários Urbanos Portáteis (Maria Augusta Bueno)
16h15-16h45 – Recicladora de Filamentos 3D de Mesa (Francisco Martins Carabetta)
17h-17h30 – ILUME – Instalação Open Source (Igor Abreu)
17h45-18h15 – Microduíno – Everyone is an Inventor (Gustavo Chien)
18h30-19h – Hornero Migratório (Francisco Lapetina)

Programação gastronômica – 12h às 20h
Food bikes de sanduíche de pernil, wraps, bruschettas e sanduíche de cookies — veja detalhes aqui.

Oficinas (inscrições encerradas)
Bordando com LilyPad – 10h às 12h
Uso da Gogo Board na robótica pedagógica – 10h às 13h
Audiovisual mão na massa – 10h às 13h
Kit educacional Maker RUTE – 10h às 13h
Tendas de bambu – 10h às 13h
Gadget para carro – 10h às 13h
Acessórios urbanos com laser – 10h às 13h
Sex Hacking – faça seu próprio anel vibratório – 10h às 13h
Fliper Maker – 10h às 19h30
Workshop de sonoridades – 11h às 17h
Montagem de placa Learn Shield para Arduíno – 13h30 às 17h30
Bancos e banquetas – 13h30 às 17h30 // Vagas esgotadas
Horta modular – Cultivar (en)aixa – 13h30 às 17h30 // Vagas esgotadas
Robô Coboot – 13h30 às 17h30
Oficina de estêncil em roupas – 13h30 às 17h30
Scanner 3D Ciclop – 13h30 às 17h30
Oficina de criação audiovisual coletiva (pt. 1) Hornero Migratorio – 15h às 18h
Pop-ups iluminados – 18h às 20h
Oficina de carimbos – 18h às 20h
Fábrica de forminhas – 18h às 20h
Como projetar bicicletas de bambu personalizadas – 18h às 20h
Oficina de Jogos Locativos – 18h às 20h
Receitas veganas com alimentos que seriam descartados – 18h30 às 19h30

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Foto: Fabio Piva

::DOMINGO (16) -> DETALHES AQUI

Mostra de projetos maker
11h-11h30 – Tensegrindo Conexões entre Geometria e Corpo (Fabiano Gonçalves)
11h45-12h15 – Bangboo (Coletivo Máquina Tudo)
12h30-13h – LambeBuceta (Karen Tiemi Franzese Kawagoe)
13h15-13h45 – Dechavadores Elétricos Grinder (Juliano Lopes dos Santos)
14h-14h30 – Cozinha Pirata Móvel Sol de Noite (Ingrid Rocio Cuestas Sguerra)
14h45-15h15 – Colabora Comparte e Crie (Colectivo Dinámico Lab)
15h30-16h – Eletroartesanato (um lugar onde resguardar-se até que exploda a bolha maker) (Jorge Crowe)
16h15-16h45 – Cloud Garden (Rafael Arevalo)
17h-17h30 – Abrigo de Emergência (Kevin Alves de Carvalho)
17h45-18h15 – Universum – Fora da Caixa (Wandré Gouveia do Carmo Ananais)
18h30-19h – Fab Lab Livre SP – Laboratórios de fabricação digital como política pública da Prefeitura de São Paulo

Programação gastronômica – 12h às 20h
Food bikes de sanduíche de pernil, wraps, bruschettas e sanduíche de cookies — veja detalhes aqui.

Oficinas (inscrições encerradas)
Zul – luminárias articuladas – 10h às 13h
Mesh, vestimenta modular com fabricação digital – 10 às 13h
Oficina Ciência Cidadã – NoiseÁgua – 10h às 13h
Oficina de construção de uma máquina Extrusora – 10h às 13h
Oficina: Brisador – 10h às 13h
Workshop de sonoridades – 11h às 17h
Poltrona Oficina – 13h30 às 17h30
Microscópio Hacker – 13h30 às 15h30
Objetos de madeira – 13h30 às 17h30
Puppet-tronics – 14h às 16h
Oficina de criação audiovisual coletiva (pt. 2) Hornero Migratorio – 15h às 18h
Instrumentos criativos – 16h às 20h
Receitas veganas com alimentos que seriam descartados – 17h30 às 18h30
Videomapping – 18h às 20h
Impressão 3D – 18h às 20h
IQlight Luminária – 18h às 20h

Foto: Felipe Gabriel
Foto: Felipe Gabriel

Sobre o evento

O FAZ – Festival de Cultura Maker é uma oportunidade de envolver, inspirar e cultivar relações entre fazedores, invencionistas e entusiastas. A figura do maker é conhecida por sua curiosidade e iniciativa nas mais diversas tarefas e circunstâncias. Cooperação, engenhosidade e flexibilidade são alguns dos valores praticados, parte de uma visão de mundo que promove o conhecimento aberto e a colaboração em rede.

Em sua primeira edição, o FAZ centra suas atividades no FAZER. Dezenas de oficinas tomarão o prédio com temáticas girando em torno da ideia das “coisas”: Coisas Ruidosas, Coisas de Papel, Coisas que Piscam, Coisas Comestíveis. Outro interesse do festival é destacar a cena maker na música, com workshops de construção de instrumentos e de sonoridades, além da apresentação de projetos relacionados a este universo.