Residência Hacker: Conheça o projeto Pluvi.On

Interessados em trabalhar com algo que tivesse mais impacto social, os engenheiros Diogo Tolezano e Pedro Godoy se uniram na criação do Pluvi.On, um dos projetos que integra a 2ª edição da residência do Red Bull Basement.

Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool
Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool

Em tempos de grave crise hídrica no Estado de São Paulo, eles começaram a pesquisar as lacunas dentro do tema da água. Entre outras coisas, descobriram que não havia tratamento preventivo para enchentes, especialmente em áreas urbanas. “É sempre um tratamento pós-fato. Não existia um sistema de alerta”, conta Diogo. Eles resolveram, então, criar um pluviômetro especial.

Pluvi.On, projeto dos residentes do Red Bull Basement Diogo Tolezano e Pedro Godoy | Foto: Marcelo Paixão
Pluvi.On, projeto dos residentes do Red Bull Basement Diogo Tolezano e Pedro Godoy | Foto: Marcelo Paixão

O QUE É O PROJETO?
Chamado Pluvi.On, trata-se de uma pequena estação meteorológica, barata e de código aberto, que dá informações sobre o clima em tempo real para a população, produzindo e cruzando dados que deveriam estar ao alcance fácil de todos. Instalada em cada canto da cidade, ela consegue medir a intensidade da chuva e antever a probabilidade de uma enchente no seu entorno.

Diego Tolezano fala sobre seu projeto Pluvi.On | Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool
Diogo Tolezano fala sobre seu projeto Pluvi.On | Foto: Marcelo Paixão / Red Bull Content Pool

A dupla conta que a primeira barreira quando iniciaram a pesquisa foi encontrar os dados das grandes estações pluviométricas. “Eles existem, por força de lei, mas não é uma informação de fácil acesso. E, principalmente, não tem essa informação no momento em que ela está acontecendo. Foi aí que a gente resolveu criar uma estação meteorológica de baixo custo, open source, porque é um negócio que não deveria ser controlado, fechado”, opina Pedro.

Teste de sensores | Foto: Divulgação
Teste de sensores | Foto: Divulgação

E como isso funciona, na prática? Além de um pluviômetro facilmente reproduzível, o projeto consiste em uma comunicação via Telegram que informa as condições climáticas em tempo real e uma plataforma para acompanhar o histórico dos monitoramentos.

A placa controladora do Pluvi.On | Foto: Divulgação
Etapas de desenvolvimento do circuito do Pluvi.On | Foto: Divulgação

Durante os dois meses de residência, eles aprimoraram a ideia. “A gente teve três focos: melhorar o hardware, construir a plataforma de integração de dados — além dos dados que vamos produzir, cruzar esses dados que não são de tão fácil acesso por meio de um robozinho — e criar a interface e documentação para usuários, tanto pro público em geral quanto para desenvolvedores, que vão poder pegar essa informação e criar soluções”, detalha Diogo.

Etapa de desenvolvimento do Pluvi.On | Foto: Divulgaçao
Teste de buckets do projeto | Foto: Divulgaçao

“Conseguimos diminuir o tamanho do hardware, baixar o preço — ficou R$ 130, antes ele custava uns R$ 200 (e um pluviômetro normal, sem conexão com a internet, você compra por R$ 600), e colocar todos os sensores numa placa. Ainda não vamos entregar essa placa no fim da residência, porque ela precisa ser melhorada, então vamos construir uma coisa mais simples pra entregar… E até vimos uma beleza nisso, porque ficou mais ‘faça você mesmo’, tudo o que tem nela você acha no Mercado Livre. Outra coisa que a gente resolveu aqui é a questão de energia, a gente montou um esquema que a bateria do pluviômetro vai durar mais de um ano. E pós-residência o desenvolvimento continua”, conta Pedro.

Para acompanhar o desenvolvimento do projeto, vale a pena acessar a página do Pluvi.On e assistir à apresentação dele na próxima terça (4), no encerramento do projeto.

Pluvi.On captando água da chuva na laje do Red Bull Station | Foto: Divulgação
Pluvi.On instalado na laje do Red Bull Station | Foto: Divulgação

(Por Adriana Terra)

Residência Hacker: Conheça o projeto Balanços InterAfetivos

Pensando em mobiliário urbano e tecnologia, e conectando isso a ideia de ocupação do espaço público e humanização da vida nas cidades, a dupla Lina Lopes e Giovanna Casimiro desenvolveu durante a residência do Red Bull Basement o projeto Balanços InterAfetivos.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação / Giovanna Casimiro e Lina Lopes

O QUE É O PROJETO?
Trata-se de um balanço duplo, facilmente replicável, com sensores que acendem ao serem tocados. O objetivo é que ele seja instalado em lugares meio esquecidos nas cidades, e que duas pessoas dividam o mesmo assento para gerar iluminação.

A ideia veio de uma iniciativa passada da dupla, que coordena o espaço Lilo na zona oeste da cidade. O trabalho anterior consistia em um boneco com luzes acionadas pelo toque humano, colocado em uma escadaria escura da Vila Madalena. A função da luz no balanço, no entanto, tem menos a ver com a ideia de segurança e mais com a ideia de afetividade.

“A gente mora em um país em que a iluminação é associada a questão de segurança, mas nesse caso a ideia não é essa. A ideia foi mais juntar duas pessoas num mesmo banco para acender o sensor, e colocar esse balanço no centro da cidade, porque o centro é um lugar de passagem, um lugar meio frio”, conta Lina.

Fase anterior do balanço, com redes, apresentado por Giovanna | Foto: Divulgação / Marcelo Paixão
Fase anterior do balanço, com redes, apresentado por Giovanna | Foto: Divulgação | Marcelo Paixão/Red Bull Content Pool

“Resolvemos usar pallets em vez de redes [como no protótipo acima]. A ideia das redes carregava essa coisa da conexão, da rede física e rede humana, mas a conexão fica simbolizada na coisa humana da dupla ter que sentar junta no banco para acender as luzes. O desafio foi pensar num mobiliário urbano, em design e também em tecnologia”, explica ela.

“A função iluminadora dos balanços ajuda na construção do conceito de iluminar a cidade com afeto. Afinal, o que se propõe é que os toques gerem luz, em uma analogia ao calor humano” — Lina Lopes e Giovanna Casimiro

Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool
Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool

Quem quiser ver de perto, além da apresentação na próxima terça (4), a dupla fará uma sessão demonstrativa de aplicação do balanço neste sábado (1º/out) no Vale do Anhangabau, das 17h às 20h.

(Por Adriana Terra)

“Habitar”, de Thiago Bortolozzo, debate espaço público, moradia e arquitetura

Trabalho de Thiago Bortolozzo, o site-specific “Habitar” ocupa a Galeria Principal até o dia 7 de outubro, propondo uma reflexão sobre espaço público, moradia no centro das grandes cidades e relações entre arquitetura popular e convencional. O trabalho une estudo sobre o prédio do Red Bull Station feito pelo artista com questões que já fazem parte de sua pesquisa.

“Esse projeto surgiu a partir de um estudo que eu comecei sobre o que envolve esse prédio hoje e o que ele era antigamente. Com a revitalização há uma vontade de trazer vida para esse espaço e para a região, só que toda a circulação de pessoas no entorno dele atualmente é dada pelas passarelas, por lugares nas alturas, porque não tem mais condições de passar pela [avenida] 23 [de Maio]“, coloca.

“Daí surge minha ideia de criar uma intervenção que levasse em consideração essas questões históricas, sociais e também formais”, explica Bortolozzo, que usou como elemento para discutir esses temas a casa da palafita, fazendo referência também aos rios que correm sob o prédio (Saracura, Japurá-Bixiga e Itororó), hoje cobertos pelas avenidas 23 de Maio e Nove de Julho, vias que mudaram muito a cara da região desde a sua criação.

Para quem não conhece a história do prédio: localizado em um edifício de 1926 tombado como patrimônio histórico na praça da Bandeira, centro de São Paulo, o Red Bull Station ocupa a antiga subestação de energia Riachuelo, desativada em 2004. Após um processo de revitalização, ele reabriu as portas ao público em 2013.

Bortolozzo desenvolve trabalhos que tensionam questões da arquitetura e espaço urbano com foco nas relações políticas, sociais e históricas. O artista nasceu em Campinas e se formou em Artes Plásticas na USP, além de ter estudado na Berlin Weissensee School of Art, na Alemanha. Atualmente, desenvolve sua pesquisa de mestrado em poéticas visuais na Unicamp. Saiba mais: https://thiagobortolozzo.com.

AfroTranscendence abre inscrições para pesquisadores da cultura afro-brasileira

(Atualizado em 4/out)

Estão abertas até 6 de outubro as inscrições para o AfroTranscendence, programa de imersão em processos criativos para promover a cultura afro-brasileira, idealizado pela NoBrasil e que ocorrerá de 26 a 29 de outubro no Red Bull Station: nobrasil.co/afrotranscendence/inscricao. Além da agenda para selecionados, haverá uma programação aberta ao público, tudo gratuito.

Em seu segundo ano, o projeto irá escolher 20 pessoas que, durante quatros dias, participarão de palestras, laboratórios, oficinas e vivências artísticas em uma programação dividida em três eixos: “Descender para transcender: descolonizando o conhecimento”; “A memória da criação: panorama para práticas de inversão no contemporâneo”; e “Estética negra: pesquisa e processos sincréticos”.

Podem se inscrever pessoas ligadas a diversas expressões artísticas que estejam pesquisando a cultura afro-brasileira e seus trânsitos a fim de gerar pensamento crítico e experimentar novas possibilidades estéticas. O objetivo da imersão é estimular a troca de conhecimento, criar novas conexões e olhares, tendo como inspiração a união entre saberes tradicionais e contemporâneos das culturas negras pelo mundo — ACESSE O EDITAL.

Grada Kilomba
Grada Kilomba | Foto: Divulgação

O programa será conduzido por artistas e pesquisadores da área, como a especialista em cultura bantu Makota Valdina, a baiana Valdina Pinto de Oliveira. Por meio de videoconferência, falará a escritora, pesquisadora e artista de São Tomé e Príncipe Grada Kilomba, que discute o conceito de descolonialidade, as relações entre racismo, trauma colonial e gênero em seu trabalho.

Makota Valdina Pinto
Makota Valdina Pinto | Foto: Divulgação

Entre os eventos abertos ao público que ocorrem em paralelo ao programa imersivo estão também a exibição de filmes do Festival de Cinema Africano do Vale do Silício, parceria e intercâmbio inéditos no Brasil. A agenda completa está aqui -> http://nobrasil.co/afrotranscendence.

Diane Lima | Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool
Diane Lima | Foto: Felipe Gabriel / Red Bull Content Pool

O AfroTranscendence é realizado pela plataforma de pesquisa e experimentos curatoriais NoBrasil. Para Diane Lima, diretora criativa e curadora do programa, “além de reforçar a importância da memória do nosso corpo, o projeto discute o que a sua presença irrompe no mundo: o racismo estrutural presente nas instituições artístico-culturais e de produção de conhecimento. Analisando a minha própria função, questiono o que significa para nós a palavra curadoria, deixando a seguinte pergunta para discussão: seria a figura do curador ou o ofício da curadoria o dispositivo de invisibilização do que a arte negra manifesta?”.


AFROTRANSCENDENCE 2016
26 – 29/out
Red Bull Station – Praça da Bandeira, 137, Centro, São Paulo
Inscrições para a imersão até 6/out pelo site nobrasil.co/afrotranscendence. Grátis.

“Temos que mudar o modo de pensar”: assista à palestra do holandês Frank Kresin

Convidado a fazer o discurso de abertura do Festival Red Bull Basement, que ocorreu no último dia 20 de agosto, o diretor do instituto holandês Waag Society, Frank Kresin, falou ao público sobre cidades, tecnologia, cultura e comportamento — e sobre como tudo isso está ligado. “A tecnologia está influenciando muito a cultura, e a cultura também está influenciando a tecnologia. Programadores precisam ser agentes ativos e entender que a tecnologia está direcionando muito o que podemos e não podemos fazer”, diz ele.

O tema da palestra era Cidades Inteligentes, mas Frank foi logo dizendo que preferia a ideia de cidades hackeáveis. “Existem muitas falhas e problemas com essas cidades inteligentes como estão sendo propostas atualmente. Primeiramente, elas começam pela tecnologia e não pelos humanos e seus desafios. Não olham para o que os humanos querem ou precisam, e tentam apenas empurrar tecnologias caras para dentro das cidades, desumanizando-as em vez de humanizá-las“, apontou.

Formado em cinema e inteligência artificial, Kresin falou sobre mobilidade urbana — “até 2020 tenho certeza que teremos carros auto-dirigíveis, mas não é preciso tantos carros se você tiver mobilidade em vez de automóveis” — e sobre educação em tempos de fablabs. “Acho que a escola tem uma tarefa muito importante porque é o lugar onde as pessoas aprendem. Por outra lado, ela não é o único lugar para pessoas aprenderem. No futuro próximo, não vamos ter uma profissão, mas novas profissões contínuas, o que significa que vamos ter que estudar nós mesmos por toda nossa vida”, disse.

Foto: Fabio Piva / Red Bull Content Pool
Foto: Fabio Piva / Red Bull Content Pool

Explicando como funciona a Waag Society e o pensamento crítico que guia a instituição, Kresin falou: “Achamos que tecnologia não é uma coisa neutra, achamos que ela incorpora alguns valores que podem ser tanto centralizadores e de cima para baixo quanto populares e distribuídos. Ela pode ser orientada pela competição, por interesses econômicos, mas também pode seguir valores sociais e colaborativos”.

O holandês respondeu ainda sobre obsolescência programada, tema central da ação de um dos projetos que participou do festival pelo segundo ano, o Café Reparo. Para o holandês, “de alguma forma, nós precisamos ficar contentes não com o aparelho mais novo, mas com o aparelho do ano passado, porque ainda funciona. Existem muitos hackers que deliberadamente trabalham com computadores velhos porque eles funcionam, e se funcionam por que não usá-los? Se nós conseguirmos mudar essa mentalidade, acho que vamos conseguir algo melhor que qualquer coisa que a Fairphone conseguir. Mas não vai ser fácil.”

Assista abaixo à palestra na íntegra.

Quer participar do FAZ? Festival abre inscrições para mostra de projetos

O FAZ – Festival de Cultura Maker ocorre no próximo mês de outubro em sua primeira edição no Red Bull Station, com uma programação de oficinas, mostras e debates pensada junto aos principais fablabs e espaços hacker e maker de São Paulo, como Garoa Hacker Clube, Garagem Fab Lab, Rede Fab Lab Brasil, Estúdio Lilo e Oficina Lab.

Além da agenda criada colaborativamente com os representantes destes espaços, estão abertas a partir desta segunda (5) mais de 40 vagas para quem quiser apresentar um projeto no evento: fazedores, invencionistas e entusiastas do movimento maker estão convidados a inscrever trabalhos de naturezas variadas (tecnologia, artes visuais, moda, gastronomia, jardinagem, marcenaria, design, arquitetura, entre muitos outros campos).

A convocatória selecionará projetos em diversos estágios de desenvolvimento para apresentação em duas modalidades: presencial ou em vídeo. Os 44 selecionados (20 presenciais e 24 em vídeo) terão até 30 minutos para apresentar o seu projeto, protótipo, produto ou startup ao público durante o FAZ.

Para participar, os interessados devem enviar, até 30 de setembro, um e-mail para festivalmaker@redbull.com.br contendo os seguintes dados:

::MODALIDADE PRESENCIAL
1. Indicar no assunto [Chamado Aberto – FAZ – Presencial]

2. Enviar no corpo do e-mail
a) Nome completo
b) Contato
c) Nome da apresentação

3. Enviar um PDF de até 5mb contendo:
a) Nome completo
b) Contato
c) Nome da apresentação
c) Minibio (aproximadamente 1 paragráfo)
d) Descrição e estágio do projeto

4. Anexar uma foto do propositor

::MODALIDADE VÍDEO

1. Indicar no assunto [Chamado Aberto – FAZ – Vídeo]

2. Enviar no corpo do e-mail
a) Nome Completo
b) Contato
c) Título do vídeo
d) Link para visualização do vídeo (de até 5 min, falado — ou legendado — em português)

3. Enviar um PDF de até 5mb contendo:
a) Nome completo
b) Contato
c) Nome da apresentação
d) Minibio (aproximadamente 1 paragráfo)
e) Descrição e estágio do projeto

Apresentação de projeto da residência hacker durante o Festival Red Bull Basement, em agosto passado | Foto: Marcelo Paixão
Apresentação de projeto da residência hacker durante o Festival Red Bull Basement, em agosto | Foto: Marcelo Paixão

::SOBRE O FAZ

O festival surge de uma série de encontros abertos realizados no Red Bull Station no primeiro semestre de 2016, dentro do programa Red Bull Basement. O foco dos encontros foi o de descobrir e identificar as particularidades e demandas regionais, para assim fortalecer a cena local e reverberar na cena global.

A figura do maker é conhecida pela sua curiosidade e iniciativa nas mais diversas tarefas e circunstâncias. Cooperação, intercâmbio, improviso, engenhosidade e flexibilidade são alguns dos valores praticados pela comunidade. Parte de uma visão de mundo que promove o conhecimento aberto, o consumo consciente e sustentável, e a colaboração em rede.

PROGRAME-SE:
FAZ – Festival de Cultura Maker | De 14 a 16 de outubro no Red Bull Station

 

App do Red Bull Station tem música, vídeos e história de prédios do centro

Ouvir músicas, assistir a sessões exclusivas com artistas, saber mais sobre o centro de São Paulo por meio de alguns de seus edifícios icônicos: estas são algumas das funcionalidades do aplicativo do Red Bull Station, que acaba de ser lançado — baixe aqui -> Android e iOS.

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Disponível para Android e IOS, o app permite ao usuário maior integração com o prédio e com seu entorno. Por meio dele, além de estar por dentro da programação do espaço, é possível ouvir músicas gravadas no Red Bull Studios São Paulo e assistir a clipes e entrevistas com artistas que passaram pelo local, como Elza Soares e Black Alien.

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Também é possível conhecer a história do prédio — datado de 1926, ele ocupa a antiga subestação Riachuelo de energia elétrica — e de construções importantes da região, como os edifícios Itália, Saldanha Marinho, o Hotel Cambridge e a Garagem América, primeiro estacionamento vertical com estrutura metálica aparente de São Paulo, projetado pelo arquiteto Rino Levi em 1954. O usuário pode ainda explorar a região em 360 graus acessando o aplicativo a partir do terraço do Red Bull Station.

O app já está disponível para download na App Store e no Google Play, é só baixar:

Android – https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.redbullstation.Redbullstation
IOS: https://itunes.apple.com/br/app/red-bull-station/id1018044432?mt=8