Selecionados para a 1ª Residência do Red Bull Basement

A partir de 4 de setembro, o Red Bull Station recebe a primeira turma de residência do Red Bull Basement. Trata-se de um programa para desenvolvedores, programadores e hackers, com foco em projetos experimentais que usem tecnologias digitais para a melhoria do espaço urbano e transformações do cotidiano na cidade.

Os cinco selecionados desenvolverão um projeto digital durante três meses, com acompanhamento da curadora do programa, Gisela Domschke, co-curadora da 2012 ZERO1, Bienal de Arte e Tecnologia, CA. O grupo também será acompanhado pelos acadêmicos Lucas Dupin (que já trabalhou na área de desenvolvimento digital de empresas como Coca-Cola, Google, Nike e TED), Andrei Speridião (criador do projeto Bueiros Conectados), Thiago Avancini (creative technologist do Google), Gabriel Laet (engenheiro de software na Loggi)  e Pedro Fonseca (diretor do projeto digital Vanilla Unusual Projects).

Os residentes terão também à sua disposição equipamentos para prototipagem dos projetos e, ao fim da residência, apresentarão as propostas desenvolvidas. Além disso, haverá uma programação paralela aberta ao público com conversas, workshops e apresentações de projetos e ideias.

Veja aqui o resultado da 1ª edição da Residência do Red Bull Basement:
Lucas Neumann (São Paulo)
Paloma Oliveira e Mateus Knelsen (Rio de Janeiro)
Pedro Belasco (São Paulo)
Rodrigo Guerra (São Paulo)
VJ pixel (Bahia)

Suplentes:
Ricardo Marques (Guima) – 1°(São Paulo)
Pietro Brugnera – 2° (São Paulo)

Conheça o Red Bull Basement

Abertura da Galeria Transitória da 11ª Residência Artística e exposição de Rodrigo Sassi

No último sábado (15), o Red Bull Station inaugurou duas exposições simultâneas, a primeira mostra da 11ª turma de Residência Artística e o site-specific “Tudo aquilo que eu lhe disse antes mas nem eu sabia”, do artista paulistano Rodrigo Sassi.

“Tudo aquilo que eu lhe disse antes mas nem eu sabia”, de Rodrigo Sassi,
“Tudo aquilo que eu lhe disse antes mas nem eu sabia”, de Rodrigo Sassi,

A coletiva reúne pesquisas e trabalhos recentes dos seis novos residentes: Antônio Ewbank, Janaina Wagner, Júlio Parente, Maura Grimaldi, Martin Reiche e Tomaz Klotzel. O grupo foi selecionado por meio de edital pelo curador e diretor artístico do Red Bull Station, Fernando Velázquez, e pelos artistas e curadores Lucas Bambozzi e Renan Araújo.

Veja aqui algumas fotos do dia:

SÃO PAULO, SP, BRASIL, 15-08-2015: Aberturas da Galeria Transitória da 11ª Residência Artística na Red Bull Station. (Foto: Lucas Lima/Red Bull)
“a comida do futuro será a comida do passado”, de AcE  (2015) // Foto: Lucas Lima
Foto: Lucas Lima
“A invenção de Morel”, de Maura Grimaldi (2015) // Foto: Lucas Lima
"Aviso de Incêndio (Aqui, Agora)", de Janaina Wagner (2015) // Foto: Lucas Lima
“Aviso de Incêndio (Tobogã Onda de Fogo)”, de Janaina Wagner (2015) // Foto: Lucas Lima
Foto: Lucas Lima
Foto: Lucas Lima
_MG_2407
“intempesta”, de Tomaz Klotzel (2015) // Foto: Lucas Lima
"A confusão das línguas",  de Júlio Parente (2015)
“A confusão das línguas”, de Júlio Parente (2015)
"Ghost I", de Martin Reiche (2015)
“Ghost I”, de Martin Reiche (2015)
SÃO PAULO, SP, BRASIL, 15-08-2015: Aberturas da Galeria Transitória da 11ª Residência Artística na Red Bull Station. (Foto: Lucas Lima/Red Bull)
Foto: Lucas Lima
"Meteora", de Tomaz Klotzel (2015) // Foto: Lucas Lima
“Meteora”, de Tomaz Klotzel (2015) // Foto: Lucas Lima
“Aviso de Incêndio (Aqui, Agora)”, de Janaina Wagner (2015) // Foto: Lucas Lima
"06 projetos de referência para pesquisa", de Maura Grimaldi (2013-2015)
“06 projetos de referência para pesquisa”, de Maura Grimaldi (2013-2015)
Fotos: Lucas Lima
Foto: Lucas Lima
"A confusão das línguas", de Júlio Parente (2015)
“A confusão das línguas”, de Júlio Parente (2015)
Foto: Lucas Lima
Foto: Lucas Lima
Foto: Lucas Lima
Foto: Lucas Lima
SÃO PAULO, SP, BRASIL, 15-08-2015: Aberturas da Galeria Transitória da 11ª Residência Artística na Red Bull Station. (Foto: Lucas Lima/Red Bull)
Foto: Lucas Lima

Rodrigo Sassi exibe obra com referências arquitetônicas e urbanas

De 15 de agosto a 17 de outubro o artista paulistano Rodrigo Sassi ocupa a galeria principal do Red Bull Station com uma escultura de grandes proporções criada com materiais descartados de construção civil. A instalação, intitulada Tudo aquilo que eu lhe disse antes mas nem eu sabia, traz referências arquitetônicas e do cenário urbano que caracterizam a produção do artista.

Neste site-specific, obra pensada e desenvolvida para o local, Sassi cria sua própria arquitetura e atribui um novo significado aos materiais de descarte. “Eu me aproprio de elementos usados para construir a cidade e construo algo novo, dando algo como uma sobrevida a esse material que já vem cheio de significados e marcas”, explica.

Foto: Hick Duarte / Red Bull Content Pool
Foto: Hick Duarte / Red Bull Content Pool

Esta relação entre arte e cidade está presente desde o início de sua trajetória artística, marcada pelo desenvolvimento e prática de intervenções urbanas. Com o passar dos anos, Rodrigo Sassi trouxe para dentro do ateliê essa pesquisa, que se transformou em referência estética e conceitual. “Nasci aqui e São Paulo está em mim. O interessante da intervenção é que ela atinge as pessoas direto, sem intermédio de um crítico ou de um texto”, conta. “O público olha a obra com uma visão própria e pode refletir e atuar como quiser porque o trabalho não é mais teu, ele é da cidade.”

Além de madeira reutilizada, a escultura de 12 metros de comprimento por dois metros e meio de altura é composta por carretéis de cabo de energia, concreto, cabos de aço, metal e luzes num processo que durou quase três meses. “São materiais que foram coletados no meu entorno e que falam sobre a cidade, sobre algo que está em volta de todos”, diz.

RodrigoSassi_porHickDuarte-02
O artista Rodrigo Sassi. Foto: Hick Duarte / Red Bull Content Pool

O trabalho conta ainda com um sistema de iluminação, algo até então inédito em sua obra, que mostra as sombras emitidas como elementos complementares na composição, remetendo a uma edificação que é estruturada para posteriormente serem aplicados os sistemas prediais (elétrico, hidráulico e luminotécnico).

Quanto a técnica, ele conta que a instalação foi construída a partir da releitura do processo de criação fôrmas de concreto armado, transformando as chapas de madeira descartada. A finalização com o concreto dá o acabamento e legitima a funcionalidade do trabalho de marcenaria, que é abrigar, moldar e dar movimento à escultura.

A exposição tem entrada gratuita e está aberta a visitação de terça a sexta das 11h às 20h e aos sábados das 11h às 19h.

Aventuras do Artista Contemporâneo #38 por Rafa Campos

O fantasma do artista vai até o inferno buscar conhecimento para ajudar artista e stricnina a derrotar os zumbis do filósofo e da curadora. lá no inferno fica sabendo que nem estourar a cabeça do filósofo serve, porque todo mundo sabe que o cérebro dessa gente derrete de tanto filosofar, ainda em vida. mas volta pra dar uma mão, enquanto a batalha corre solta.

aura04 copy