A quarta semana do Pulso em gifs

Infelizmente chegou a hora de dizer tchau ao #Pulso2015. Durante quase um mês, o Red Bull Station foi palco de encontros voltados para a música independente e uma incubadora para criações musicais, colaborações e trocas. Em breve, vocês poderão ouvir tudo que foi gravado por aqui! Confira abaixo o que rolou na última semana do projeto:

duets
Sexta passada vimos o Fabricio Nobre, um dos curadores, soltando a voz. E parece que rolou também palhinha de outro curador, o Dago Donato. Tá, mas ninguém gravou. Não foi dessa vez, Dago.

bassourinha
Tivemos o Guerrinha, que andava um pouco ausente, em um momento solidão tocando nos corredores do Red Bull Station.

patin
E a gente fez um gif dele andando em mais um momento solitário. Porque vai, saca essa andada.

santis
E rolou o primeiro workshop do Sants. Sente o sucesso.

dancinha
A convite do Gorky, a galera do funk colou para representar o rolê: MC Tha, MC Kelvin, MC R1 e Moffo.

vazio
E pela primeira vez em 4 semanas, invadimos o ateliê da turma do Dago … e não tinha ninguém. Aí começou a bater a depressão pós-pulso.

kiko_punk
Ok, mas não terminamos ainda. Tivemos um momento lindo do Kiko Dinucci demonstrando como tocar bateria em uma banda punk.

harres
Só que mal aí Kiko, se for para ter gif de bateria tem que ser do Thomas, que ganhou o apelido de baterista oficial do Pulso.

banderola
Por sua vez, a Lei Di Dai foi nossa rainha das dancinhas. Como vocês veem aqui, aqui e aqui.

ziriguidum
A Monique Dardennne também mostrou sua força no gingado.

asminapah
E falando em força, sexta-feira (17) rolou um painel com todas as integrantes do Pulso sobre a mulher na cena da música independente. Sim, as mulheres têm o poder.

hangloose
Bom, vamos ficando por aqui. Isso aqui foi maneiríssimo mesmo…

tchauzinho
… Mas chegou a hora de dizer tchau. </3

Muito obrigado aos músicos, produtores, palestrantes e fãs que fizeram o Pulso acontecer.

 

Os melhores momentos do #Pulso2015 no instagram

Durante as últimas quatro semanas, o Pulso reuniu um monte de músicos e produtores do circuito independente no Red Bull Station e promoveu shows, palestras e workshops voltados para artistas e fãs. Hoje a nossa ocupação musical chega ao fim. Para relembrar e eternizar os melhores momentos do #Pulso2015, selecionamos aqui alguns dos nossos posts favoritos no Instagram:

#pulso2015

Uma foto publicada por ⛔️💰 (@sants11) em

 

Primeiro dia no ateliê liderado por André Maleronka: Sants, Ogi, Maleronka, Don L, Nave e André Paste.

 

Arthur Joly dando uma bela aula aqui no #pulso2015 da @redbullstation Uma foto publicada por Balaclava Records (@balaclavarecords) em

Reco-synth: the jolymod III – o sinterizador modular construído pelo Arthur Joly passou férias no Pulso.

#pulso2015 SALA 1 🔊🍁✨   Uma foto publicada por ⚡️Amanda Mussi ⚡️ (@ohmussi) em

Ateliê das minas.

 

Meus manos @navebeatz e @cesrv. #CwBeats e @beatwiserecordings. Beats. É isso, basicamente. #pulso2015 Um vídeo publicado por kamau_ (@kamau_) em

Biblioteca básica do pós pop contemporâneo, por @djgorky. (de “diário escolar do infante Mauricio Pereira” no #pulso2015)

Uma foto publicada por Mauricio Pereira (@mauriciopereiramusico) em

Improvisando a gravina. #pulso2015 Uma foto publicada por Rodrigo Ogi (@rodrigo_ogi) em

Mauricio Fleury e Nave no Red Bull Studios.

As palestras lotaram o Red Bull Station. A gente liberou a da Eliane Dias sobre os Racionais MC’s na íntegra pra quem perdeu. 

#pulso2015, showcase #4 – Time Dago Donato. Uma foto publicada por Vinicius Miguel (@vini707) em

@fabricio_nobre gravando pro disco Gorky e amigos, junto com o Tim @o_terno

Um vídeo publicado por Rodrigo Gorky (@djgorky) em

 Fabricio Nobre, um dos curadores do Pulso, soltando a voz.

👩👨👩👨👩

Uma foto publicada por Priscila Pilger (@pripilger) em

Galera que veio curtir um dos showcases do Pulso.  

#pulso2015 | sábado tem show e disseram pra trazer o capacete ✌🏼️@jessieevansmusic Um vídeo publicado por Maria Vitoria Bermejo (@mariabermejo) em

Kikojuçarathomas #pulso2015

Uma foto publicada por @karencunhanaoexiste em

O nome dela é Lei Di Dai! Sound System pesado 👊🏽🔥 AS MINA É REI! #pulso2015 Uma foto publicada por Ana Paula Moura ➰ (@mourynha) em

ZIKIZIRA @ANDREPASTE @VINI707 💣 #PULSO2015 Um vídeo publicado por ⛔️💰 (@sants11) em

#pulso2015

Uma foto publicada por André Maleronka (@andremaleronka) em

A gente foi feliz!

Kiko Dinucci fala sobre a vivência no PULSO

kiko-dinucci-é-um-dos-curadores-do-pulso

Ah, o tempo passou rápido. Há quase um mês, o projeto PULSO começou com a promessa de integrar mais de 30 músicos e produtores. Esta já é a última semana, mas muitas parcerias ainda estão rolando e tem um monte de músicas para serem gravadas do Red Bull Studios.Conversamos com um dos curadores do projeto, o músico Kiko Dinucci, para saber mais sobre como está sendo a sua experiência e de seu grupo até agora. Com a mais brasileira das formações, a turma inclui o bateirista Thomas Harres, a cantora Juçara Marçal, além de Zé Rolê, Caçapa e Felipe Cordeiro. A ideia do grupo é fazer criações inéditas, que misturem música regional e eletrônica. “Vai ser original”, ele garante.

Kiko, conta como está sendo o PULSO até agora.

Quando eu fui convidado pro projeto não tinha entendido 100% e não conseguia visualizar o que seria. Acredito que ninguém visualizou o que ia acontecer. Logo no primeiro dia, a gente teve um baque de ver a vontade que muita gente tinha em trabalhar uma com a outra. E já ficou essa promessa no ar, do tipo: “ah, você pode passar la na minha sala pra gravar uma guitarra?”. Durante a primeira semana, no caso do meu grupo, a gente fez quatro, cinco músicas. Foi assustador. Ter um espaço, uma sala, um laboratório, pra poder ficar experimentando – é um negocio meio cientifico mesmo – tendo ideias, gravando na hora. Começamos a gravar bastante. O Thomas, que é o músico que ficou mais tempo na sala, gravou muita coisa pra gente e pra outras pessoas também.

Acho que ele é o cara que gravou bateria pra todo mundo do PULSO…

É (risos). O cara que mais gravou entre todos os grupos, participou de quase todos. Eu particularmente nunca trabalhei num projeto assim, dessa dimensão, com esse compromentimento com a invenção e o experimento. A gente tem um compromisso de dar um resultado final, que é um EP, mas esta rolando muito mais que isso. Tem gente vai sair com um disco inteiro daqui.

Essa vivência faz diferença?

Por exemplo, no segundo ou no primeiro dia, apareceu o Don L, que eu só conhecia de longe. E ele perguntou se a gente poderia gravar alguma coisa no estúdio, porque ele tinha um horário e queria gravar algo com a gente. Fomos lá e levantamos uma base inteira pra ele, em duas partes, com estrofe e refrão. Um negócio nada típico pro universo dele, que é do hip-hop. Llevantamos umas coisas africanas, com influência de Mali e Etiópia. Tenho certeza que ele vai fazer uma música que não faria se estivesse sozinho.

O Ogi também comentou sobre esses encontros, acredito que estejam sendo a parte mais produtiva.

Isso só enriquece. Essa residência, ou ocupação, sei lá como chamar, poderia ser chamada de curso. Para um músico, ou uma pessoa que produz ou trabalha com universo musical, a troca ou o ato de trabalhar com outra pessoa de universo diferente é muito enriquecedor. É uma experiência que falta um pouco nas escolas de música. Na escola de música, você tem os alunos, que se conhecem, passam cinco anos juntos, cada um toca de um jeito, mas não é discutido muito a coisa de tocar em conjunto, de troca, com outra pessoa. Dois seres vivos, cada um tem um coração batendo num ritmo, tem uma sensibilidade, cada um propõe uma conversa e se estabelece o diálogo. Isso é o mais importante da música inteira. Não adianta um músico estudar num quarto oito horas por dia e não saber tocar com uma pessoa. Eu particularmente não me prendo a gênero nenhum e chamei pessoas que tivessem também esse tipo de liberdade.

Time de curadores do PULSO© Fabio Piva/Red Bull Content Pool

Me fala um pouco sobre o seu grupo, como você selecionou os participantes?

A primeira pessoa que chamei foi o Thomas Harres, ele trabalha com o Jards Macalé, Negro Leo, vem de uma cena do Rio de Janeiro muito inventiva, experimental, ousada. Uma cena de ruptura mesmo com os padrões da música carioca. Ele vem de um grupo de trabalha com ideias mais radicais. Depois chamei o Felipe Cordeiro, que traz a bagagem da música paraense e só com isso já traz muitas bagagens. Porque a música paraense pode ser o brega, o carimbó, o technobrega, seresta, choro, cumbia, merengue. A música que é feita no Pará tem influencia de várias coisas do mundo, e principalmente da atmosfera caribenha. O Felipe conversa muito bem com todas. O pai dele produzia lambada nos anos 80. Chamei também a Juçara Marçal, que trabalha comigo no Metá Metá, e ela é uma cantora que não se prende em gêneros, tem uma bagagem muito brasileira, com uma vivência muito grande. Conviveu com mestres do interior do Brasil e aprendeu a cantar com eles. Eu tive essa preocupação de chamar pessoas que tenham ligação forte com música brasileira. Chamei o Rodrigo Caçapa, que é de Recife, que desenvolveu uma coisa que me inspirou muito particularmente, que é tocar viola, ou guitarra, de um jeito mais polifônico, sem fazer acordes. Ele trabalha com várias vozes de guitarra sobrepostas, melodias sobrepostas, que formam uma teia. Isso deu um norte para eu fazer as coisas do Metá. Faltou falar do Psilosamples, que é de Pouso Alegre, de Minas, que faz uma música eletrônica muito brasileira, com elementos rurais. Ele é apelidado como Zé da Roça, tem uma vivência com a música caipira, uma coisa muito original. Ele tá fazendo uma coisa no grupo que é desconstruir o que a gente faz. A gente grava vários canais e deixa ele fazer o remix. Todas as músicas estão muito íntimas a linguagem eletrônica, mas uma música eletrônica que não exista e que dialogue com coisas primitivas e acústicas. A ideia do grupo é essa.

Então é algo que não estamos acostumados a ouvir.

Isso eu garanto. Vai ser original!Por Camila Alam

Aventuras do Artista Contemporâneo #30 por Rafa Campos

Artista Contemporânea chamada para eliminar o super congressista do mal o cara de cunha, em um golpe apelidado de “assassinato como arte”. tipo uma performance, saca? mas aí matava o cara. deve ter algo a ver com o desvio de verbas da cultura para casas de swing. mas isso são especulações.

fantasma11 copy

Veja os outros quadrinhos desta aventura:
12, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9

Ou comece do começo:
1º arco das Aventuras do Artista Contemporâneo
2º arco das Aventuras do Artista Contemporâneo

Pulsocast #3

foto: Leandro Godoi

No ar o mais novo e último Pulsocast – o podcast do Pulso. Nossas convidadas Karen Cunha, Raissa Fumagalli e Érica Alves falam sobre como está sendo essa ocupação no Red Bull Station que busca fomentar e discutir a música independente no Brasil. Karen é uma da seis curadoras do projeto e convidou para fazer parte do seu time Érica e Raissa. Além de baterem um papo com nossa apresentadora, Camila Alam, as três compartilham um pouco do seu gosto musical e experiências na cena.

Fotos do showcase#5 do Pulso

foto: Leandro Godoi

Sábado (11) rolou o quinto showcase do Pulso, projeto de música independente que tem movimentado o Red Bull Station com shows e palestras voltados para os artistas e fãs da cena independente.

Dois curadores do Pulso, Karen Cunha e Kiko Dinucci, montaram o line up da noite que contou com shows de: Jessie Evans e Pitshu, Lei Di Dai com participação de Marietta Vital (Massarock) e Mauricio Fleury e uma improvisação de Juçara Marçal + Thomas Harres + Kiko Dinucci baseada no que eles vêm criando aqui. Rolou também DJ sets do Vinnieman Selectah, Psilosamples e Kiko Dinucci e live da Amanda Mussi e Érica Alves. Veja fotos do evento:

foto: Leandro Godoi

foto: Leandro Godoi

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foto: Leandro Godoi

foto: Leandro Godoi

foto: Leandro Godoi

foto: Leandro Godoi

foto: Leandro Godoi

Fotos: Leandro Godoi

A terceira semana do Pulso em gifs

O Pulso chega ao fim de sua terceira semana. Sim, está acabando. Mas antes de se deixar abalar, curta com a gente esses momentos lindos da ocupação:

pai&filho3
Se semana passada já era todo mundo amigo agora isso aqui virou família. Literalmente família. Sabiam que o Tim d’O Terno é filho do Mauricio Pereira?

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E eles estão gravando uma música juntos e com o Gorky.

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Em breve vocês ouvirão também uma parceria do Tim com Ogi e Gorky. Sacou por que a gente não quer que isso acabe? (Nem o Ogi)

prodigio
Mas sem desespero, o show tem que continuar: esse é o TR3VS, sobrinho do Dago. Ele é jovem mas já arrasa nos beats. Guardem esse nome. #Pulso2020

bebe
Como o assunto é família e a gente está meio sentimental com o começo do fim, conheçam a mascote do Pulso: Elladinawe, filha da Jessie Evans e do Pitshu.

bandinha
Que inclusive fizeram maior som esses dias com o Thomas Harres (aka baterista oficial do Pulso), a Lei di Dai e o Mauricio Fleury.

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A Dai e o Sants foram nossos convidados do último Pulsocast – o podcast do Pulso, que tá recheado de música boa. Tem que ouvir.

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Nessa semana tivemos o prazer de conhecer a Eliane Dias, empresária que segura as treta dos Racionais MC’s. Perdeu? Dá pra assistir na íntegra aqui.

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Tivemos também um gostinho de jazz com o Otis Trio.

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Pena que gif não tem som e não dá para ouvir aqui a Juçara Marçal cantando. Mas no sábado (11) ela, Kiko Dinucci, Thomas Harres e Psilosamples farão um show baseado no que eles vêm criando no Pulso. Imperdível!

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Porque de verdade os showcases têm sido demais. No sábado passado (4) teve até aquele momento do isqueiro.

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Sério, esse dia foi foda.

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E para terminar: com vocês, mais um passinho da Dai. Até!

Veja como foram a primeira e a segunda semana.

Pulsocast #2

Ouça aqui o novo episódio do podcast do Pulso –  o Pulsocast. Os convidados da vez são Lei Di Dai, que integra o coletivo da Karen Cunha e Sants, da turma do Dago Donato. Os dois contam sobre a experiência desta ocupação musical que reúne mais de 30 artistas e produtores no Red Bull Station e compartilham com a gente suas músicas favoritas do momento.

Neste sábado (11) rola mais um showcase do Pulso, com shows da Lei Di Dai e demais músicos do projeto.

Aventuras do Artista Contemporâneo #28 por Rafa Campos

Artista contemporâneA toma um pileque com a Super Galerista Stricnina e cai no sono. daí o espírito do artista contemporâneo retoma o corpo da nossa super-heroína, e está pensando em pular fora de toda essa história de assassinato de arte da super-galerista, mas as rotundas nádegas de Stricnina o distraem terrivelmente…

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Veja os outros quadrinhos desta aventura:
12, 3, 4, 5, 6, 7

Ou comece do começo:
1º arco das Aventuras do Artista Contemporâneo
2º arco das Aventuras do Artista Contemporâneo