Rick Silva

Rick Silva explora no seu trabalho noções de paisagem e vida selvagem no século 21. A sua obra já foi apresentada em exposições e festivais como Transmediale, Futuresonic, e Sonar. Colabora frequentemente com os espaços experimentais TRANSFER Gallery de Nova York, e Ditch Projects em Springfield, Orgon.

The Silva Field Guide to Birds of a Parallel Future, em exibição na Adrenalina – a imagem em movimento no século XXI, combina ficção científica e teorias de universos paralelos com observação de pássaros e ornitologia.

x_7c7512b9d9a02669ed309cce6ca6aee8

The Silva Field Guide to Birds of a Parallel Future
18 Video em sequência, 11’38”
2014

SITE

Richard Garet

Richard Garet é Mestre pelo Bard College, NY, EUA. Trabalha na intersecção de diferentes mídias, imagens em movimento, som, fotografia expandida e performance multimídia. Sua produção inclui desde ambientes modificados a instalações site specific com as quais promove situações imersivas que ativam a percepção de fenômenos físicos e psicológicos que refletem sobre a natureza do tempo. Pesquisa também o entorno dos sistemas complexos e as traduções algorítmicas, explorando o ruído estabelecido não só pelas mídias de cultura de massa assim como também da sua percepção do cotidiano.

Ele apresenta na exposição Adrenalina – a imagem em movimento no século XXI a obra  The four horsemen, de 2011. 

O trabalho consiste em celulóides de 16mm manipulados e transferidos ao formato digital. Cada um dos vídeos tem como legenda o texto bíblico dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse,  encontrado no capítulo 6 do Livro do Apocalipse, que os anuncia como os mensageiros do final dos tempos. O trabalho discorre sobre a percepção de que vivemos um processo de decadência e destruição, onde o até então infinito estaria chegando ao fim.

Richard Garet | The Four Horsemen, 2013 (still frame)
Richard Garet | The Four Horsemen, 2013 (still frame)

The Four Horsemen
4 canais de vídeo em formato vertical (sem som)
Duração indeterminada
2013

SITE

Ricardo Carioba

Ricardo Carioba  é artista plástico, vive e trabalha em São Paulo. Carioba produz instalações com uso da arquitetura, explorando as linguagens de vídeo, som e sistemas de iluminação. Também realiza fotografias e desenhos gráficos. Em seus trabalhos, explora elementos mínimos da linguagem visual e sonora, para muitas vezes perturbar os hábitos de nossa sensibilidade. Muitos de seus trabalhos foram desenvolvidos a partir de leis ou conceitos da física, e da utilização de luz para revelar algumas características do espaço – presentes, mas normalmente invisíveis. Explora de formas diferentes os intervalos, o vazio que define o espaço. Perturba os hábitos linguísticos e sensíveis, a fim de quebrar seus condicionamentos e tornar possível o nascimento de diferentes formas de pensar e de sentir.

O artista está presente na exposição Adrenalina – a imagem em movimento no século XXI com instalação audiovisual Abra, de 2009. 

Ricardo Carioba | Abra, 2009 (still frame)
Ricardo Carioba | abra, 2009 (still frame)

abra,
instalação de áudio estéreo e vídeo em quatro canais
57’ em loop, 150 x 800 cm
2009

Mike Pelletier

Mike Pelletier é um artista digital que trabalha nos domínios do digital, instalações interativas, modificações em videogames e animação 3D. Ele já trabalhou no Banff Centre, no Fablab Amsterdam e atualmente no Random Studio Amsterdam. Vive e trabalha em Amsterdã, Holanda.

O artista está presente na exposição Adrenalina – a imagem em movimento no século XXI com duas obras:

Parametric Expression é um filme de animação em 3D que trabalha com as emoções como um conjunto de parâmetros técnicos que podem ser repetidos, transferidos, manipulados, e finalmente, transgredidos. A animação explora o conceito do “vale da estranheza”*. Nossos cérebros parecem estar preparados de forma inata para a percepção de faces, isso faz com que quando algo escapa da norma provoque uma forte reação negativa. Parametric Expression na busca da beleza sublime incorpora o erro e o sentimento desagradável sugerido pelo fenômeno do “vale da estranheza” como estratégia

*O vale da estranheza (em inglês: uncanny valley) é uma hipótese no campo da robótica1 e da animação 3D2 3 que diz que quando réplicas humanas se comportam de forma muito parecida – mas não idêntica- a seres humanos reais, elas provocam repulsa entre observadores humanos. (fonte: wikipedia)

Mike Pelletier | Parametric Expression, 2013 (still frame)
Mike Pelletier | Parametric Expression, 2013 (still frame)

Time of Flight é um filme de animação em 3D que interpreta o corpo humano a partir da tradução de dados reais capturados digitalmente partir de um kinect*.  O filme é formado por uma série de cenas abstratas, em que retratos escaneados em 3D são distorcidos, manipulados e alterados, tornando irreconhecível a sua essência . Em Time of Flight o artista usa uma técnica de escaneamento com o dispositivo Kinect. A trilha original é de Arjen Jongeneel.

*Dispositivo desenvolvido pela Microsoft para o console de videogame Xbox que permite o saneamento 3d.

Mike Pelletier | Time of flight, 2014 (still frame)
Mike Pelletier | Time of flight, 2014 (still frame)

SITE

 

Matheus Leston

Matheus Leston é músico, artista e produtor musical. Em 2013 criou e produziu a Orquestra Vermelha, projeto multimídia premiado pelo Programa Rumos. Desenvolve também a apresentação Ré e produz música eletrônica sob o nome Lateral. É membro da Patife Band, de Paulo Barnabé, e trabalhou em diversas instituições de arte, como o Instituto Tomie Ohtake e Fundação Bienal de São Paulo. Participou da exposição Caos e Efeito, do projeto Ao Redor de 4’33” da 7ª Bienal do Mercosul, da 4ª Jornada de Cinema Silencioso e do Sistemas Ecos 2014 como artista e tutor. Além de trabalhar com edição de som, sonorização para publicidade e consultoria em projetos multimídia, compôs a trilha sonora da série Contos do Edgar e dos filmes Preto ou Branco!, A Redação, Obra Prima, Mais uma Noite, entre outros.

Mono surge do cruzamento de ideias aparentemente antagônicas: acaso e escolha, aleatoriedade e composição, processos estocásticos e escolhas formais. O som foi gerado através de um algoritmo de síntese FM e as imagens são a transposição direta desse sinal para coordenadas tridimensionais. Os áudios foram selecionados por suas características sonoras e pelos desenhos que formavam, editados e mixados, e o vídeo resultante foi tratado. Ouve-se uma única linha, com poucas sobreposições, enquanto na imagem se vê predominantemente dois pontos de vista simultâneos do mesmo objeto tridimensiona

Esse trabalho integra a exposição Adrenalina – a imagem em movimento no século XXI. Confira alguns stills da obra:

mono_1 mono_2

Mateus Leston | Mono, 2015 (still frames)
Mateus Leston | Mono, 2015 (still frames)

Mono
vídeo, 5′
2015

SITE

Lucas Bambozzi

Lucas Bambozzi artista e pesquisador em novas mídias produz trabalhos em vídeo, instalações e meios interativos. Seus trabalhos já foram exibidos em mais de 40 países, em organizações como o Moma (EUA), ZKM, Frankfurter Kunstverein (Alemanha), Arco Expanded Box (Espanha), ŠKUC gallery (Eslovenia), Museum of Modern and Contemporary Art (Rijeka, Croácia), WRO Media Art Biennale (Polônia), Centro Georges Pompidou (França), Bienal de La Habana (Cuba), ISEA Ruhr (Alemanha), ZERO1 Biennial (EUA), Ars Eletrônica (Áustria – com menção honrosa em 2010 e 2013), Bienal de Artes Mediales (Chile), Bienal da Imagem em Movimento (Argentina), 25ª Bienal de São Paulo dentre outras. Participou de festivais como o Videobrasil, É Tudo Verdade, FILE, Festival do Rio BR, Sundance e Slamdance (EUA), Impakt (Holanda), FID Marseille, Share (Itália), XX Videoformes (França), Emoção Art.Ficial, On_OFF e vários outros. Foi um dos criadores do Festival arte.mov (2006-2012), do Projeto Multitude (2014) e do Labmovel (2012-2015). É professor na FAAP, em São Paulo.

Na mostra Adrenalina – a imagem em movimento no século XXI o artista expõe a obra Curto Circuito [Último Suspiro], de 2014, uma instalação com 10 TVs de tubo e vídeos dessincronizados.

TVs que pulsam uma imagem “entranhada”, efeito colateral de sua condição eletrônica pré-digital. Retrato de precariedades e da obsolescência voraz nas tecnologias de imagens, emitem um “último suspiro” de raio catódico. Há algo de incômodo nesse refluxo, talvez por sermos testemunhas de uma arqueologia que opera em nosso presente. O lixo eletrônico causa fascínio e espanto. Há algo de aterrorizante em especular sobre o acúmulo de produtos industrializados que passam, em poucos anos, a não ter valor algum. Especula-se sobre o consumo, sobre o fluxo dos produtos, sobre o fim das coisas. Para onde vão as coisas que não queremos mais? O conjunto de TVs parece conflitante no espaço expositivo, mas ao mesmo tempo parece estar em estranha harmonia com o ambiente – algumas TVs parecem não funcionar há anos. Então, em algum momento, percebemos que algo ainda acontece nesse arsenal sucateado, enxerga-se um faiscar elétrico, as telas emitem lampejos, ouve-se uma pequena descarga, um possível curto-circuito.

Lucas Bambozzi | Curto Circuito [Último Suspiro], 2014
Lucas Bambozzi | Curto Circuito [Último Suspiro], 2014

Curto Circuito [Último Suspiro], 2014
Instalação, TVs de tubo e vídeos dessincronizados
2014

SITE

Hugo Arcier

Hugo Arcier é artista digital (ou um artista em um mundo digital) que utiliza a computação gráfica 3D em vídeos, gravuras e esculturas. Já trabalhou com diretores como Roman Polanski e Alain Resnais. Suas obras foram apresentadas em festivais (Videoformes, Némo, Elektra, em galerias (Magda Danysz, Artcore, ADN, Celal), museus (New Museum, Le Cube, Okayama Art Center, Plateforme) e feiras (Slick, Show off).

Em Degeneration II, de 2010, trabalho que participa da exposição Adrenalina – a imagem em movimento no século XXI o artista se apropria de um algoritmo de detecção facial para criar mutações irreversíveis numa figura real. Com base na experiência, a mente pode recriar o objeto original a partir dos poucos polígonos restantes o que possibilita que o espectador distinga e agrupe as imagens, dando significado à abstração.

Hugo Arcier | Degeneration II, 2010 (still frame)
Hugo Arcier | Degeneration II, 2010 (still frame)

Degeneration ll
Vídeo, 1’39” loop
2010

SITE

Henrique Roscoe (VJ 1mpar)

Henrique Roscoe é artista digital, músico e curador. É graduado em Comunicação social pela UFMG e Engenharia Eletrônica pela PUC/MG, com especialização em Design pela FUMEC. Com o projeto audiovisual conceitual e generativo HOL se apresentou nos principais festivais de imagens ao vivo no Brasil como Sónar, FILE, ON_OFF, Live Cinema, Multiplicidade, FAD e também no exterior, na Inglaterra (NIME, Encounters), Alemanha (Rencontres Internationales), Polônia (WRO), EUA (Gameplay), Grécia (AVAF), Itália (LPM e roBOt), e Bolívia (Dialectos Digitales). Desenvolve instalações interativas e cria instrumentos e interfaces interativas usando sensores e objetos do cotidiano, gerando construções inusitadas.

Na exposição Adrenalina – a imagem em movimento no século XXI ele apresenta a obra interativa Hol | Dot, um videogame sem vencedor, de 2011. A obra é uma instalação/performance audiovisual com sons e imagens sincronizados, tocados em um “console” construído e programado pelo artista, e controlado por um joystick de videogame retrô (Nintendo). A ideia é subverter a lógica dos games antigos, mas usando sua estética, sons e elementos gráficos característicos. A performance trata de alguns temas ligados aos videogames ou aspectos do cotidiano de forma crítica, através de imagens abstratas e simbólicas. Todas as imagens e sons são criados pelo artista e tocados em tempo real. Este instrumento é completamente autônomo, e funciona sem a necessidade de um computador.

Mostra Live Cinema – São Paulo (BRA), October, 7, 2011 | photo: agnaldo mori
Mostra Live Cinema – São Paulo (BRA), October, 7, 2011 | photo: agnaldo mori

ponto03

PONTO, um videogame sem vencedor
video game
2011

SITE

Chris Coleman

Chris Coleman nasceu na Virgínia Ocidental, nos EUA, e recebeu seu título de mestre (MFA) da SUNY Buffalo, em Nova York. O seu trabalho inclui esculturas, vídeos, programação criativa e instalações interativas. Coleman já apresentou seu trabalho em exposições e festivais em mais de 20 países, como Brasil, Argentina, Singapura, Finlândia, Emirados Árabes Unidos, Itália, Alemanha, França, China, Reino Unido, Letônia e por toda a América do Norte. Seu projeto de software de código aberto, Maxuino, desenvolvido em parceria com Ali Momeni, teve mais de 50 mil downloads de usuários em mais de 120 países, e é utilizado no mundo todo em aulas de Computação Física. Ele vive atualmente em Denver, no Colorado. É Diretor de práticas digitais emergentes e leciona na Universidade de Denver, nos EUA.

Sua obra Metro Re/De-constrution, de 2014, está em exibição na exposição Adrenalina – a imagem em movimento no século XXI.

METRO é uma viagem que começa de fora para dentro. É a documentação de um espaço físico, capturado com precisão milimétrica nas suas coordenadas, cores e texturas. Vários trajetos foram realizados para aprimorar esta reconstrução digital afim de recriar uma experiência abstrata relacionada a experiência de se utilizar o transporte público. Com um scanner 3D portátil e um laptop, o artista se transladou cotidianamente no Denver Light Rail (sistema de trem urbano). O trem foi escaneado andando pelo vagão de uma ponta à outra enquanto estava em movimento, e as estações foram capturadas em passeios curtos entre as paradas. A fragmentação e as lacunas nos dados são definidas pelos trancos, pela velocidade e pelas curvas dos trajetos, que afetavam o equilíbrio do artista enquanto capturava a os dados. Apesar das células do trabalho serem stills, elas são documentos de tempo, perspectivas e percepções específicas. Assim sendo, duas situações de captura nunca serão iguais: cada uma representa a documentação daquele corpo único, naquele trajeto específico. Com design de som de George Cicci a obra comissionada pelo DENVER DIGERATI para o DENVER THEATRE DISTRICT em 2013.

Chris Coleman - METRO, 2013  (still frame)

Chris Coleman – METRO, 2013 (still frame)

METRO Re/De-construction
video, 6’41” loop
2013

SITE

Energia elétrica transformada em energia criativa

O Red Bull Station não tem esse nome por acaso. Antigamente o local abrigava a subestação Riachuelo que fornecia energia para os bondes elétricos da cidade. O edifício dos anos 20, tombado como patrimônio histórico pelo Conpresp, foi desativado em 2004 e passou anos fechado e esquecido. Em Novembro de 2013, após uma longa reforma, suas portas reabriram. Nascia uma nova estação, que abastece a metrópole com energia criativa.

O escritório de arquitetura Triptyque foi encarregado em devolver o prédio à cidade. O projeto de requalificação teve dois pontos importantes: respeitar a essência arquitetônica do lugar e transformá-lo em um espaço que reaproximasse o visitante ao centro de São Paulo. “Nossa grande vontade era uma reconquista da região. Criamos uma cobertura para o visitante entender e contemplar a cidade; se apropriar daquele entorno e deixar que o entorno se aproprie dele.” comenta Carolina Bueno, da Triptyque.

0112.Triptyque.RedBullStation_4497

Com a reforma, o antigo imóvel de três andares ganhou mais dois: um subsolo e uma laje. Sobre o topo, adicionaram uma estrutura, chamada folha. “Queríamos que um elemento contemporâneo viesse a existir também com o corpo histórico, no sentindo de anunciar a transformação”, explica a arquiteta. Outra intervenção em evidência é a escada externa, que acompanha as pessoas pelos cinco níveis do Red Bull Station.

A folha possui uma dupla função: de marquise, para sombreamento e proteção, e de funil, para captação da chuva. Segundo Carolina, a água era um elemento que já estava muito presente na construção original. A estação contava com um sistema único e moderno de coleta da chuva, que passava pelas tubulações e resfriava os transformadores de energia e refrigerava o ar. Esse sistema – que incluía o chafariz – foi recolocado, resgatando uma característica particular do prédio de reutilização da água pluvial.

10

Apesar do tombamento ser apenas volumétrico, ou seja, contemplar somente o seu entorno, procurou-se respeitar ao máximo a parte interna e apenas reorganizá-la espacialmente a fim de adaptar o edifício às novas funções. Os elementos arquitetônicos interessantes como as vigas, a tubulação, as portas de ferro dos ateliês e paredes com pinturas originais foram mantidos.

O empenho em preservar a essência do prédio e simultaneamente transformá-lo em um espaço contínuo de produção e difusão cultural rendeu ao projeto no ano passado o Prêmio Murilo Marx, modalidade Práticas, outorgado pelo DPH (Departamento de Patrimônio Histórico) da Prefeitura de São Paulo.

35

FICHA TÉCNICA:

Arquitetura: Triptyque
Sócios: Greg Bousquet,  Carolina Bueno, Olivier Rafaëlli e Guillaume Sibaud
Coordenador geral: Luiz Trindade
Chefe de projeto: Paulo Adolfo Martins
Equipe: Pedro de Mattos Ferraz (arquiteto). Colaboradores: Thiago Bicas, Ricardo Innecco (arquitetos); Luísa Vicentini, Sofia Saleme, Priscila Fialho, Murillo Fantinati, Alfredo Luvison, Natallia Shiroma, Nely Silveira (estagiários).
Patrimônio e restauro: Arquiteta Ana Marta Ditolvo
Restauração de Patrimônio Histórico: Pires | Giovanetti | Guardia
Estrutura: Companhia de Projetos
Reforço Estrutural: Consultest
Fundações: Solosfera Consultoria em Geotecnia e Fundações
Luminotécnico: Estúdio Carlos Fortes
Projeto e Direção Geral do Estúdio de Gravação: Imar Sanmarti | Acousthink
Design de Interiores: Wado Gonçalves | Bruno G. Oshiro
Paisagismo: Hanazaki
Coordenação de Restaurante | Catering: Lelo Ramos | Gustavo Torres
Projeto Executivo de Acústica: Akkerman Projetos Acústicos
Luminotécnica: Estúdio Carlos Fortes
Gerenciamento: Jairo Gen
Prevenção e combate incêndio: Feuertec Engenharia
Elétrica e Hidráulica: Sermon Engenharia
Climatização: Systema
Áudio e Video: SVA Sistemas de Audio e Video
Climatização Studio: Fundament-AR Engenharia
Impermeabilização: Proassp
Construtor Civil e Gerenciament: Lock Engenharia
Iluminação: Lumini, Oswaldo Matos
Estruturas Metálicas: Engemetal
Bancadas concreto: Tresuno
Esquadrias Termo Acústicas: Yziplas | Rehau
Steel Layer: Ananda Metais
Realização: Red Bull do Brasil
Apoio Institucional: Secretaria Municipal de Cultura de SP

Projeto: 2011-2013
Entrega: out/2013

Red Bull Station

 

RB-AR-PE-BASE-ELEVAÇÃO 1 - FACHADA INTERNA

Red Bull Station